

Defenda a escola pública e o diretor Pedro Seabra do CEF 306 Norte
O problema

ASSISTA O DEPOIMENTO DO DIRETOR NA CLDF:
https://www.instagram.com/p/DYAUsuFgRlK/
ASSISTA A REPORTAGEM SOBRE O DIRETOR NA TV GLOBO:
https://globoplay.globo.com/v/13945267/
ASSISTA O VÍDEO DA COMUNIDADE ESCOLAR EM DEFESA DO DIRETOR:
https://www.instagram.com/p/DYMS4exCn41/
O COMPROMISSO DO DIRETOR É COM APLICATIVO OU COM A ESCOLA?
A situação que está acontecendo na rede de escolas públicas do Distrito Federal é alarmante e requer nossa atenção imediata. Pedro Pimentel Seabra, diretor do CEF 306 Norte, tornou-se alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) depois de levantar importantes questionamentos sobre os preços inflacionados praticados pelo aplicativo de compras adotado pelas escolas desde 2025. A ironia inimaginável desta situação é que, por ter defendido o uso responsável do orçamento público e empenhado em impedir superfaturamentos, Pedro agora enfrenta consequências injustas.
O fato de que Pedro Seabra está enfrentando essa retaliação por agir em prol das escolas públicas é inaceitável. Ele colocou o bem-estar e a justiça financeira de sua escola acima de interesses duvidosos, defendendo que cada centavo gasto de nossos impostos seja usado com responsabilidade e ética. É evidente que o compromisso de Pedro sempre foi com a sua escola e com o bom uso dos recursos públicos, e não com práticas que possam prejudicar o sistema de ensino público.
Para entendermos a gravidade, basta observar que desde a implementação do aplicativo de compras da SEEDF os custos reportados foram questionáveis, sugerindo um possível superfaturamento que Pedro corajosamente expôs. Isso levanta questões sérias sobre a transparência e a integridade das práticas financeiras que, em vez de serem investigadas aprofundadamente, resultaram em penalização do diretor que ousou desafiar o status quo.
Conclamamos a Secretaria de Educação do Distrito Federal e as autoridades competentes para que investiguem de maneira minuciosa e transparente os processos de aquisição vinculados ao aplicativo, antes de punir injustamente aqueles que, como Pedro, trabalham em prol do público e não de interesses ocultos. Precisamos garantir que os verdadeiros problemas sejam endereçados e corrigidos.
O futuro da educação pública e a honestidade na gestão dos nossos recursos não podem ser comprometidos. Ajude a restaurar a justiça, a apoiar Pedro Seabra, e a promover um sistema de compras que seja verdadeiramente benéfico para nossas escolas e nossas crianças. Assine a petição e faça parte da mudança. Vamos juntos proteger aqueles que, com coragem e ética, defendem o que é certo. Assine agora.

1. O que está acontecendo
O diretor Pedro Pimentel Seabra, do CEF 306 Norte, responde a um processo administrativo disciplinar (PAD) após questionar os preços praticados pelo aplicativo de compras utilizado pelas escolas públicas do DF desde 2025. Isso mesmo: o gestor passou a responder a um processo disciplinar após apontar e constatar superfaturamentos das compras pelo novo aplicativo da SEEDF.
O compromisso do diretor é com o aplicativo da SEEDF ou com a escola pública e o bom uso dos recursos públicos?
O caso foi noticiado pela TV Globo, na reportagem “Gestor aponta sobrepreço em serviços no aplicativo da SEEDF”, e repercutido por outros veículos de comunicação. Em meio aos problemas estruturais, administrativos e político-pedagógicos enfrentados pela Secretaria de Educação do DF, chama a atenção a celeridade observada na responsabilização do diretor Pedro Seabra por questionar o funcionamento do aplicativo. Atualmente, o mesmo aplicativo é alvo de investigação no TCDF.
Não se trata apenas do Pedro. Trata-se de todos nós — professores, gestores, estudantes e famílias — que mantemos as escolas funcionando diariamente, mesmo diante da escassez de recursos. Trata-se, também, do dever de todo servidor público de zelar pela transparência, pela ética e pela correta aplicação do dinheiro público.
O PDAF é o programa por meio do qual o Governo do DF descentraliza recursos financeiros para as escolas custearem despesas de manutenção, pequenos reparos e compras necessárias ao cotidiano escolar. Sua finalidade é garantir autonomia às unidades de ensino para decidir como aplicar esses recursos, com responsabilidade, transparência e economicidade. E durante o uso desse recurso o Diretor do CEF 306 NORTE, Pedro Seabra, exigiu justamento isso transparência e economicidade.
2. O caso do CEF 306 Norte
Em janeiro de 2025, a escola pediu a instalação de ar-condicionado pelo PDAF. Depois de oito meses de espera, o aplicativo apresentou um preço de R$ 6.000 – 114% acima do mercado. O diretor não aceitou e instalou os aparelhos com verba da APM por R$ 2.800, economizando R$ 3.200.
Em 11 de agosto de 2025, o diretor e o vice-diretor encaminharam o Memorando nº 40/2025 (SEI nº 00080-00212654/2025-52), relatando inconsistências em compras já realizadas por meio do aplicativo, incluindo sobrepreço nas aquisições, atraso na execução de emenda parlamentar e cadastramento de empresas com atividades econômicas incompatíveis. O documento apresentou notas fiscais que, segundo o levantamento da gestão, indicavam aumentos de até 75% nos preços praticados. Até hoje, o memorando permanece sem resposta.
Em setembro de 2025, apenas um mês após a formalização desses questionamentos, o diretor passou a responder a um processo disciplinar, sob a acusação de ter “descredibilizado” o aplicativo. As inconsistências apontadas pela gestão seguem sem resposta, enquanto o gestor que as denunciou passou a ser alvo de apuração disciplinar.
A primeira comissão que analisou o caso concluiu que não houve nenhuma irregularidade e pediu o arquivamento. Mesmo assim, a Corregedoria rejeitou essa conclusão, abriu nova apuração e o considerou culpado por ter “descredibilizado” o aplicativo. A linha do tempo completa está no final deste documento.
O próprio Tribunal de Contas do DF investiga o aplicativo (Processo n.º:00600-00012808/2025-28-e), a pedido do Deputado Distrital Gabriel Magno, Deputado Federal Erika Kokay e Deputado Federal Reginaldo Veras, com indícios de superfaturamentos, falta de transparência e favorecimento de empresas. Outros diretores e diretoras também reclamaram do sistema.
Ou seja: o gestor está sendo punido não por desviar recurso, mas por ter economizado e apontado o problema.
3. A situação da rede pública do DF
O que aconteceu no CEF 306 Norte se repete em toda a rede:
• Preços abusivos no aplicativo: pinturas de escolas passaram de R$ 17 mil para R$ 39 mil, e reformas de banheiro, de R$ 20 mil para R$ 60 mil.
• Verba congelada: o PDAF de 2026 tem os mesmos R$ 150 milhões de 2025, sem correção pela inflação.
• Menos investimento: segundo o Tribunal de Contas do DF, o gasto com educação caiu de 3,1% para 2,6% da riqueza do DF entre 2015 e 2023.
• Pouco apoio à inclusão: faltam monitores e educadores sociais para estudantes com deficiência e autismo.
• Falta de profissionais: faltam professores, pedagogos e orientadores, e as turmas estão lotadas.
4. O que diz a lei
A lei está do lado de quem protege o dinheiro público:
• A Constituição garante educação pública de qualidade e gestão democrática, e obriga o governo a gastar com eficiência e economia.
• A Lei de Gestão Democrática (Lei nº 4.751/2012) dá às escolas autonomia para cuidar dos seus recursos, com participação da comunidade.
• A Lei do PDAF (Lei nº 6.023/2017) exige que a verba seja usada com economia e transparência. Pagar 114% a mais não é econômico.
• O Regimento Escolar obriga a direção a garantir a correta prestação de contas – exatamente o que o diretor fez.
5. O que pedimos
Por isso, pedimos:
a) O arquivamento do processo contra o Diretor do CEF 306 NORTE, Pedro Pimentel Seabra, como já recomendou a primeira comissão, e o cancelamento de qualquer punição;
b) Respeito aos profissionais da educação e proteção contra a perseguição de quem denuncia problemas;
c) Mais profissionais nas escolas (professores, pedagogos, orientadores, monitores e educadores sociais) e mais investimento em educação;
d) Mudanças no aplicativo do PDAF: preços visíveis antes da compra, possibilidade de apresentação de orçamento mais barato e mais autonomia para as escolas;
e) Que a comunidade escolar acompanhe as investigações do Tribunal de Contas e da Câmara Legislativa sobre o aplicativo.
6. Conclusão
É dever do Estado garantir educação pública de qualidade. Punir quem denuncia não resolve o problema: só ensina os outros a ficarem calados.
Por isso, chamamos famílias, estudantes e trabalhadores da educação a assinar esta petição.
📢 Não se trata apenas de Pedro. Trata-se do direito de todos nós à educação pública, inclusiva, democrática e de qualidade.
Indignação sem ação vira lamento.
👉 Assine. Compartilhe. Reaja. A transformação da educação pública do DF depende da nossa voz unida.


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O problema

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O COMPROMISSO DO DIRETOR É COM APLICATIVO OU COM A ESCOLA?
A situação que está acontecendo na rede de escolas públicas do Distrito Federal é alarmante e requer nossa atenção imediata. Pedro Pimentel Seabra, diretor do CEF 306 Norte, tornou-se alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) depois de levantar importantes questionamentos sobre os preços inflacionados praticados pelo aplicativo de compras adotado pelas escolas desde 2025. A ironia inimaginável desta situação é que, por ter defendido o uso responsável do orçamento público e empenhado em impedir superfaturamentos, Pedro agora enfrenta consequências injustas.
O fato de que Pedro Seabra está enfrentando essa retaliação por agir em prol das escolas públicas é inaceitável. Ele colocou o bem-estar e a justiça financeira de sua escola acima de interesses duvidosos, defendendo que cada centavo gasto de nossos impostos seja usado com responsabilidade e ética. É evidente que o compromisso de Pedro sempre foi com a sua escola e com o bom uso dos recursos públicos, e não com práticas que possam prejudicar o sistema de ensino público.
Para entendermos a gravidade, basta observar que desde a implementação do aplicativo de compras da SEEDF os custos reportados foram questionáveis, sugerindo um possível superfaturamento que Pedro corajosamente expôs. Isso levanta questões sérias sobre a transparência e a integridade das práticas financeiras que, em vez de serem investigadas aprofundadamente, resultaram em penalização do diretor que ousou desafiar o status quo.
Conclamamos a Secretaria de Educação do Distrito Federal e as autoridades competentes para que investiguem de maneira minuciosa e transparente os processos de aquisição vinculados ao aplicativo, antes de punir injustamente aqueles que, como Pedro, trabalham em prol do público e não de interesses ocultos. Precisamos garantir que os verdadeiros problemas sejam endereçados e corrigidos.
O futuro da educação pública e a honestidade na gestão dos nossos recursos não podem ser comprometidos. Ajude a restaurar a justiça, a apoiar Pedro Seabra, e a promover um sistema de compras que seja verdadeiramente benéfico para nossas escolas e nossas crianças. Assine a petição e faça parte da mudança. Vamos juntos proteger aqueles que, com coragem e ética, defendem o que é certo. Assine agora.

1. O que está acontecendo
O diretor Pedro Pimentel Seabra, do CEF 306 Norte, responde a um processo administrativo disciplinar (PAD) após questionar os preços praticados pelo aplicativo de compras utilizado pelas escolas públicas do DF desde 2025. Isso mesmo: o gestor passou a responder a um processo disciplinar após apontar e constatar superfaturamentos das compras pelo novo aplicativo da SEEDF.
O compromisso do diretor é com o aplicativo da SEEDF ou com a escola pública e o bom uso dos recursos públicos?
O caso foi noticiado pela TV Globo, na reportagem “Gestor aponta sobrepreço em serviços no aplicativo da SEEDF”, e repercutido por outros veículos de comunicação. Em meio aos problemas estruturais, administrativos e político-pedagógicos enfrentados pela Secretaria de Educação do DF, chama a atenção a celeridade observada na responsabilização do diretor Pedro Seabra por questionar o funcionamento do aplicativo. Atualmente, o mesmo aplicativo é alvo de investigação no TCDF.
Não se trata apenas do Pedro. Trata-se de todos nós — professores, gestores, estudantes e famílias — que mantemos as escolas funcionando diariamente, mesmo diante da escassez de recursos. Trata-se, também, do dever de todo servidor público de zelar pela transparência, pela ética e pela correta aplicação do dinheiro público.
O PDAF é o programa por meio do qual o Governo do DF descentraliza recursos financeiros para as escolas custearem despesas de manutenção, pequenos reparos e compras necessárias ao cotidiano escolar. Sua finalidade é garantir autonomia às unidades de ensino para decidir como aplicar esses recursos, com responsabilidade, transparência e economicidade. E durante o uso desse recurso o Diretor do CEF 306 NORTE, Pedro Seabra, exigiu justamento isso transparência e economicidade.
2. O caso do CEF 306 Norte
Em janeiro de 2025, a escola pediu a instalação de ar-condicionado pelo PDAF. Depois de oito meses de espera, o aplicativo apresentou um preço de R$ 6.000 – 114% acima do mercado. O diretor não aceitou e instalou os aparelhos com verba da APM por R$ 2.800, economizando R$ 3.200.
Em 11 de agosto de 2025, o diretor e o vice-diretor encaminharam o Memorando nº 40/2025 (SEI nº 00080-00212654/2025-52), relatando inconsistências em compras já realizadas por meio do aplicativo, incluindo sobrepreço nas aquisições, atraso na execução de emenda parlamentar e cadastramento de empresas com atividades econômicas incompatíveis. O documento apresentou notas fiscais que, segundo o levantamento da gestão, indicavam aumentos de até 75% nos preços praticados. Até hoje, o memorando permanece sem resposta.
Em setembro de 2025, apenas um mês após a formalização desses questionamentos, o diretor passou a responder a um processo disciplinar, sob a acusação de ter “descredibilizado” o aplicativo. As inconsistências apontadas pela gestão seguem sem resposta, enquanto o gestor que as denunciou passou a ser alvo de apuração disciplinar.
A primeira comissão que analisou o caso concluiu que não houve nenhuma irregularidade e pediu o arquivamento. Mesmo assim, a Corregedoria rejeitou essa conclusão, abriu nova apuração e o considerou culpado por ter “descredibilizado” o aplicativo. A linha do tempo completa está no final deste documento.
O próprio Tribunal de Contas do DF investiga o aplicativo (Processo n.º:00600-00012808/2025-28-e), a pedido do Deputado Distrital Gabriel Magno, Deputado Federal Erika Kokay e Deputado Federal Reginaldo Veras, com indícios de superfaturamentos, falta de transparência e favorecimento de empresas. Outros diretores e diretoras também reclamaram do sistema.
Ou seja: o gestor está sendo punido não por desviar recurso, mas por ter economizado e apontado o problema.
3. A situação da rede pública do DF
O que aconteceu no CEF 306 Norte se repete em toda a rede:
• Preços abusivos no aplicativo: pinturas de escolas passaram de R$ 17 mil para R$ 39 mil, e reformas de banheiro, de R$ 20 mil para R$ 60 mil.
• Verba congelada: o PDAF de 2026 tem os mesmos R$ 150 milhões de 2025, sem correção pela inflação.
• Menos investimento: segundo o Tribunal de Contas do DF, o gasto com educação caiu de 3,1% para 2,6% da riqueza do DF entre 2015 e 2023.
• Pouco apoio à inclusão: faltam monitores e educadores sociais para estudantes com deficiência e autismo.
• Falta de profissionais: faltam professores, pedagogos e orientadores, e as turmas estão lotadas.
4. O que diz a lei
A lei está do lado de quem protege o dinheiro público:
• A Constituição garante educação pública de qualidade e gestão democrática, e obriga o governo a gastar com eficiência e economia.
• A Lei de Gestão Democrática (Lei nº 4.751/2012) dá às escolas autonomia para cuidar dos seus recursos, com participação da comunidade.
• A Lei do PDAF (Lei nº 6.023/2017) exige que a verba seja usada com economia e transparência. Pagar 114% a mais não é econômico.
• O Regimento Escolar obriga a direção a garantir a correta prestação de contas – exatamente o que o diretor fez.
5. O que pedimos
Por isso, pedimos:
a) O arquivamento do processo contra o Diretor do CEF 306 NORTE, Pedro Pimentel Seabra, como já recomendou a primeira comissão, e o cancelamento de qualquer punição;
b) Respeito aos profissionais da educação e proteção contra a perseguição de quem denuncia problemas;
c) Mais profissionais nas escolas (professores, pedagogos, orientadores, monitores e educadores sociais) e mais investimento em educação;
d) Mudanças no aplicativo do PDAF: preços visíveis antes da compra, possibilidade de apresentação de orçamento mais barato e mais autonomia para as escolas;
e) Que a comunidade escolar acompanhe as investigações do Tribunal de Contas e da Câmara Legislativa sobre o aplicativo.
6. Conclusão
É dever do Estado garantir educação pública de qualidade. Punir quem denuncia não resolve o problema: só ensina os outros a ficarem calados.
Por isso, chamamos famílias, estudantes e trabalhadores da educação a assinar esta petição.
📢 Não se trata apenas de Pedro. Trata-se do direito de todos nós à educação pública, inclusiva, democrática e de qualidade.
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Abaixo-assinado criado em 9 de outubro de 2026