Salvem minha infância, antes que seja tarde demais!

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Tenho uma irmã de criação que infelizmente não tomou as melhores decisões em sua vida, se envolveu com pessoas erradas e fez escolhas equivocadas. Nesse caminho tortuoso ela engravidou, e, por óbvio, já que se tratava de uma gravidez indesejada, não deu a devida importância à maternidade. Eu, desde o nascimento desta criança, a recebi, a acolhi, ofereci um lar e uma estrutura familiar sólida, junto da mãe biológica, inclusive, que em nenhum momento manifestou o interesse de entregar a criança à adoção. Bom, passaram-se pouco mais de três maravilhosos anos desde então, e essa criança que mencionei acima, hoje, me chama de mamãe! E não é para menos, pois com exceção da gestação, toda sorte de experiência que ela vivenciou foi comigo ao lado dela. O primeiro banho, a primeira papinha, as primeiras palavras etc., fato que me enche de orgulho e admiração. Mas eis que a desgraça se abateu em nossa família. Por razões que ignoro, a pedido de um Promotor de Justiça desalmado, querem tirar minha filha de mim para colocá-la num abrigo qualquer junto de crianças que foram abandonadas, entregues à própria sorte e que talvez nunca tenham um lar, situação completamente diferente do caso do meu pequeno anjo que, graças a Deus, tem tudo isso. 

Eu não entendo de leis - agora menos ainda, porque pensei que servissem para fazer justiça, mas vi que não é o caso - mas estão alegando que eu “adotei” minha filha de criação e afeto de forma irregular, desrespeitando o procedimento legal da adoção e por isso o Poder Judiciário já determinou, através de um mandado de busca e apreensão, que ela deva ser retirada de mim e encaminhada a uma instituição qualquer. Não entendo como desrespeitei a lei de adoção, aliás nem sei porque esta lei se aplicou aqui neste caso, pois minha filha nunca foi entregue ao Estado para adoção, a mãe biológica é minha irmã de criação e não foi destituída do poder familiar, qual o sentido de retirarem a criança de mim e levarem para um abrigo se ela não vai ser posta à adoção, repito, porque esse não é e nem nunca foi o interesse da mãe biológica. Não é essa própria lei que segundo o melhor interesse da criança e o da preservação da família faz de tudo para que a mãe disposta a pôr o filho à adoção desista de seu intuito? Não é essa lei que, se frustrada a tentativa de desestimular a mãe a desistir da adoção, tenta colocar a criança na tal família extensa? Tudo visando o utópico “melhor interesse da criança”. Ora, a criança não está com a mãe biológica? Não está inserida na família de extensão? Por que falar em adoção então?

O fato é que, indignados, contratamos um advogado inexperiente que só fez nos prejudicar e agora estamos entregues, minha filha amada e eu, à própria sorte. Não posso permitir, como mãe, que causem tamanha desgraça na cabecinha do meu anjinho, o trauma dessa abrupta e desumana separação será devastador e irremediável. Não posso permitir isso. Precisamos de ajuda urgente!

Por essas razões estou colhendo assinaturas daqueles que compreenderam e se sensibilizaram com o futuro da minha filha e de nossa família no intento de que a justiça prevaleça e que eu consiga sensibilizar alguma autoridade que possa me socorrer nesse momento apavorante e desolador. Que Deus abençoe a todos.



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