Responsável pela "cura gay" quer assumir as diretrizes do CFP. Não podemos permitir!

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No dia 05 de junho, durante o décimo Congresso Nacional de Psicologia em Brasília, recebeu a candidatura  da chapa "Movimento Psicólogos em Ação" encabeçada pela polêmica psicóloga Rozângela Alves.

Uma das pautas chaves levadas por essa chapa, é com a argumentação de que a psicologia atualmente é uma "política partidária e não científica". Porém, podemos observar que seu real objetivo não é esse.

Em 2009, a psicóloga já havia sido punida por realizar a terapia de reversão sexual, sendo desde então, uma líder na pauta que visa retomar a pauta de tornar a homossexualidade como um transtorno ou doença.

Em sua argumentação, é notado que ela considera que a homossexualidade pode ser reparada ou convertida.  "Independentemente do que diz ou não certos estudos ou pesquisas, pessoas tem deixados a homossexualidade a séculos" E utiliza-se da bíblia como base de sua argumentação, de que pessoas deixaram de ser homossexuais por algumas passagens.

Ainda sim, para mostrar a sua "neutralidade" perante a temática, é observado que o seu blog se intitula de "MISSIONÁRIA ROZÂNGELA JUSTINO"

Em 2017, novamente ela tenta se articular, dessa vez pelo viés jurídico. Uma vez sendo barrada pelo Conselho Federal de Psicologia, foi conquistada uma liminar que determinasse a autorização de uma liminar que permitisse ao psicólogo o exercício da "REORIENTAÇÃO SEXUAL".

Esta liminar esteve em vigor desde Abril de 2019, quando a ministra Carmen Lúcia vetou a liminar que permitia a reorientação sexual.

Não é de se estranhar, que mais uma vez sendo impedida de impor sua ideologia política (SIM, colocar pautas religiosas, morais a frente do que é considerado científico, é ideologia) Agora, ela tenta se articular para comandar as diretrizes que o Conselho Federal de Psicologia deverá seguir e consequentemente, a função do psicólogo perante a sociedade.

Chegou o momento de mostrarmos a nossa força perante essa intolerância, e principalmente, que a profissão da psicologia já é científica, baseada em teorias, técnicas e evidências, o que invalidam as suas pretensões pautadas por moralidades e ideologia.

Vale ressaltar que desde 1990, a Organização mundial de saúde, já não considera a homossexualidade como doença.

Colocar Rozângela como um dos pilares do Conselho Federal de Psicologia, não apenas coloca a profissão de psicólogo em risco, como também vai contra todas as diretrizes, pesquisas internacionais no que dizem respeitos a direitos humanos e promoção a saúde. Aceitarmos isso, nada mais é do que ceder o espaço científico, para uma politização a fim de interesses próprios.