

Reclamação formal sobre didática e postura profissional do professor Hiram Jackson Sartori


Reclamação formal sobre didática e postura profissional do professor Hiram Jackson Sartori
O problema
Aos membros do colegiado do curso de graduação em Engenharia Civil.
Prezados,
Viemos através desta, formalizar uma reclamação quanto à postura profissional do professor Hiram Jackson Sartori. A turma está insatisfeita com diversos aspectos relacionados a didática e postura do professor Hiram e pedimos a diminuição do número de disciplinas lecionadas por ele, passando para outros professores, uma vez que se torna desgastante ter muitas matérias lecionadas pelo mesmo professor, levando em consideração que o professor ministra as disciplinas de Ciências do Ambiente, Hidráulica dos Condutos Forçados, Hidráulica dos Condutos Livres, Drenagem, Instalações Hidráulicas Prediais, Saneamento Básico e Saneamento Ambiental, e que tais disciplinas poderiam ser ministradas por professores com mais disposição para de fato ensinar e que tivessem postura mais adulta e imparcial na interação com os alunos.
Dos atos que julgamos indevidos pelo professor Hiram, podemos citar:
Didática para ministrar as aulas
O professor não explana a matéria em sala de aula, deixa a matéria “no ar”, passa exercícios faltando dados, enrola dias para dar todas as informações necessárias à resolução de um exercício. Parece não preparar as aulas, perde um tempo desnecessário com deduções de fórmulas ou aprendendo durante a aula como resolver exercícios propostos por ele próprio.
O professor é desorganizado e irresponsável. Apenas nesse semestre prejudicou: 1) a turma de Ciências do Ambiente diurna, que teve sua segunda prova adiada devido ao professor ter esquecido de levar o pacote de provas e; 2) a turma de Hidráulica dos Condutos Forçados noturno ao não soltar os pontos de laboratório 48 horas antes da prova repositiva, o que obrigou alunos a prestarem a avaliação sem o devido tempo para se prepararem e sem sequer saber se tal prova seria necessária.
O professor é extremamente rigoroso com a chamada, não dá presença para alunos que chegam atrasados, que saem da sala para ir ao banheiro e que saem mais cedo. Mas ele próprio comete atrasos, certas vezes pequenos, outras maiores, como o do dia 24 de novembro de 2015, dia da aplicação da primeira prova, em que ele chegou à sala de aula às 9h08min, sendo o horário de início 8h50min. Nesta ocasião, o professor se dirigiu a sala após o pedido dos alunos, que o encontraram conversando no corredor.
Na segunda prova, aplicada no dia 10 de novembro de 2015, além do tempo perdido antes do início da prova, o prof. Sartori terminou a prova às 10h20min, 10 minutos antes, alegando que precisaria do tempo para se deslocar até a sala do horário seguinte, algo que não havia acontecido antes e nem aconteceu novamente, foi o único dia do semestre que o professor precisou de tempo extra para se deslocar.
Abuso de poder
O professor Hiram parece querer um rebanho de cordeiros seguindo cegamente as suas ordens. Ao ser questionado por qualquer motivo – seja uma pergunta enquanto ensina o conteúdo, seja sobre uma correção de prova ou sobre seu atraso para iniciar a prova – o professor sempre fica muito impaciente, nervoso, solta frases com tom autoritário, ameaçador e leva para o pessoal, se assemelhando àquela história infantil chamada “O dono da bola”, onde a criança toma a bola da brincadeira quando as demais não agem do jeito que ela quer.
Deixa frases no ar como o jeito que ele pode fazer a prova para ajudar ou dificultar a vida dos alunos, ao ser questionado por já estar mais de 15 minutos atrasado do tempo inicial do horário, em dia de prova, ameaçou determinar o tempo da prova no enunciado e completou dizendo “se eu colocar tempo vai ficar pior para vocês”.
O professor já chegou ao ponto de mandar os alunos assinarem um termo de comportamento no início do semestre, com o comportamento que ELE deseja, sendo que informações sobre a conduta do aluno são instruídas e assinadas pelos alunos na matrícula e em contrato.
Ainda mais revoltante e indigesto, o professor Hiram, em certa ocasião, mandou os alunos ficarem de pé para responder a chamada porque entendeu que algum aluno respondeu para um colega ausente. Então puniu de forma humilhante a todos os alunos da sala, que não tinham absolutamente nada a ver com o ocorrido, falando alto e insistindo com quem não levantasse: “levanta”, “de pé”. Não nos surpreenderá se em breve, o professor solicitar que façamos continência ao realizar a chamada.
O tom autoritário e ameaçador do professor é tão grande que os alunos ficam relutantes em fazer uma reclamação formal pois tem medo do professor “se vingar” na correção da prova ou nas próximas disciplinas que ministrar.
Elaboração e correção de prova
O professor elabora enunciados pouco claros como descrever um desenho que diz “seção transversal trapezoidal” e em seguida diz que o fundo é inclinado. Essa descrição transforma a seção em um pentágono. Isso deixa os alunos confusos e o professor diz que o não entendimento foi problema de interpretação de texto. Ao contrário, o professor sofre de dificuldades de elaboração de texto.
Na correção, corta o que lhe convém, sem considerar raciocínio. Embora o professor tenha o direito de escolher seus critérios de correção, ele não tem o direito de corrigir a mesma prova de forma diferente para dois alunos. A terceira questão levava os alunos a uma equação que só poderia ser resolvida através de tentativa e erro. Alguns alunos conseguiram achar o valor correto na primeira tentativa, no entanto, o professor Sartori se recusou a pontuar a questão alegando que “acertar por tentativa e erro de primeira é muita sorte”, ou seja, o professor não avaliou apenas a resposta e descontou seus pontos por darem sorte, o que é uma alegação absurda.
O prof. Sartori apresentou um gabarito, em que resolveu a prova que ele próprio elaborou e, como estava errado, sua nota seria 30 em 40. Se o professor que elaborou a prova e que possui mestrado na área, fez a prova sem nenhuma pressão por pontos e sem limite de tempo, acertou 75% da prova, fica claro que seu critério de avaliação coloca os alunos da graduação em uma situação injusta, além de gerar questionamentos sobre a competência do dito professor. Acreditamos que os senhores tenham ciência do fato, mas lembramos que a enorme maioria da turma ficou abaixo da média nessa prova, grande parte com nota zero. Devido às muitas reclamações, o prof. Sartori corrigiu novamente as provas, dessa vez considerando o raciocínio. Houve caso de aluno cuja nota passou de 0 para 30 no novo critério.
A reclamação da turma sobre a correção da primeira prova, parece ter deixado o professor Hiram irritado. Ele informou que na segunda prova aceitaria apenas respostas corretas nos quadros destinados à resposta. Mas novamente, corrigiu da forma que quis e cortou questões que estavam corretas, mas não continham detalhes que ele não explicitou no enunciado e inventou na hora de entregar o resultado.
Como exemplo, gráficos corretos e questões subjetivas como “escreva suas considerações sobre o sistema”, questão na qual decidiu só aceitar respostas que dissessem “ressalto oscilante” e a fórmula y2/y1 escrita no quadro. Total incoerência, pois ele informa que não importam as contas, apenas as respostas no quadro, mas faz uma pergunta subjetiva de forma que o aluno pode escrever SUAS considerações em relação ao sistema como um todo. Ainda que a pergunta fosse qual o tipo de ressalto, ele não poderia cobrar que a fórmula y2/y1 estivesse escrita no quadro.
Ao ser questionado sobre sua correção, o professor Sartori se recusou a corrigir as questões, chegando ao ponto de tomar a prova da mão de alunos, de levantar acusações dizendo: “eu não sei em que momento essa resposta foi escrita, a letra está diferente” – o que é uma acusação séria e infundada de alteração de documento – e, em outros questionamentos, frente à insistência sobre questões que estavam corretas, corrigir a nota dada na questão, passando-a de 0 para 3; em seguida cortar a nota de outra questão de 4 para 0, fazendo que a nota total caísse 1 ponto. Isso demonstra que o professor se recusa a reconhecer seus erros, passando seu orgulho na frente da justiça, indiferente aos prejuízos que isso possa trazer ao demais.
De forma geral, nossa reclamação não é apenas sobre a correção de uma questão, o que esperamos é a imparcialidade do professor. Mas o que sentimos é que o objetivo de ensinar e aprender não é o que prevalece. A relação entre alunos e professor parece mais uma briga de gato e rato.
Entendemos que muitas posturas do prof. Sartori são inadequadas ao ambiente de estudos, que ele abusa de seu poder e que prejudica o aprendizado dos alunos. Esperamos do colegiado as devidas atitudes, visto que o problema se agrava devido ao fato de o Sr. Sartori ensinar, não apenas uma, mas várias disciplinas do curso, o que nos prejudica várias vezes ao longo do curso.
Agradecemos a todos,
Alunos da Graduação em Engenharia Civil – PUC MG – Unidade Coração Eucarístico.
O problema
Aos membros do colegiado do curso de graduação em Engenharia Civil.
Prezados,
Viemos através desta, formalizar uma reclamação quanto à postura profissional do professor Hiram Jackson Sartori. A turma está insatisfeita com diversos aspectos relacionados a didática e postura do professor Hiram e pedimos a diminuição do número de disciplinas lecionadas por ele, passando para outros professores, uma vez que se torna desgastante ter muitas matérias lecionadas pelo mesmo professor, levando em consideração que o professor ministra as disciplinas de Ciências do Ambiente, Hidráulica dos Condutos Forçados, Hidráulica dos Condutos Livres, Drenagem, Instalações Hidráulicas Prediais, Saneamento Básico e Saneamento Ambiental, e que tais disciplinas poderiam ser ministradas por professores com mais disposição para de fato ensinar e que tivessem postura mais adulta e imparcial na interação com os alunos.
Dos atos que julgamos indevidos pelo professor Hiram, podemos citar:
Didática para ministrar as aulas
O professor não explana a matéria em sala de aula, deixa a matéria “no ar”, passa exercícios faltando dados, enrola dias para dar todas as informações necessárias à resolução de um exercício. Parece não preparar as aulas, perde um tempo desnecessário com deduções de fórmulas ou aprendendo durante a aula como resolver exercícios propostos por ele próprio.
O professor é desorganizado e irresponsável. Apenas nesse semestre prejudicou: 1) a turma de Ciências do Ambiente diurna, que teve sua segunda prova adiada devido ao professor ter esquecido de levar o pacote de provas e; 2) a turma de Hidráulica dos Condutos Forçados noturno ao não soltar os pontos de laboratório 48 horas antes da prova repositiva, o que obrigou alunos a prestarem a avaliação sem o devido tempo para se prepararem e sem sequer saber se tal prova seria necessária.
O professor é extremamente rigoroso com a chamada, não dá presença para alunos que chegam atrasados, que saem da sala para ir ao banheiro e que saem mais cedo. Mas ele próprio comete atrasos, certas vezes pequenos, outras maiores, como o do dia 24 de novembro de 2015, dia da aplicação da primeira prova, em que ele chegou à sala de aula às 9h08min, sendo o horário de início 8h50min. Nesta ocasião, o professor se dirigiu a sala após o pedido dos alunos, que o encontraram conversando no corredor.
Na segunda prova, aplicada no dia 10 de novembro de 2015, além do tempo perdido antes do início da prova, o prof. Sartori terminou a prova às 10h20min, 10 minutos antes, alegando que precisaria do tempo para se deslocar até a sala do horário seguinte, algo que não havia acontecido antes e nem aconteceu novamente, foi o único dia do semestre que o professor precisou de tempo extra para se deslocar.
Abuso de poder
O professor Hiram parece querer um rebanho de cordeiros seguindo cegamente as suas ordens. Ao ser questionado por qualquer motivo – seja uma pergunta enquanto ensina o conteúdo, seja sobre uma correção de prova ou sobre seu atraso para iniciar a prova – o professor sempre fica muito impaciente, nervoso, solta frases com tom autoritário, ameaçador e leva para o pessoal, se assemelhando àquela história infantil chamada “O dono da bola”, onde a criança toma a bola da brincadeira quando as demais não agem do jeito que ela quer.
Deixa frases no ar como o jeito que ele pode fazer a prova para ajudar ou dificultar a vida dos alunos, ao ser questionado por já estar mais de 15 minutos atrasado do tempo inicial do horário, em dia de prova, ameaçou determinar o tempo da prova no enunciado e completou dizendo “se eu colocar tempo vai ficar pior para vocês”.
O professor já chegou ao ponto de mandar os alunos assinarem um termo de comportamento no início do semestre, com o comportamento que ELE deseja, sendo que informações sobre a conduta do aluno são instruídas e assinadas pelos alunos na matrícula e em contrato.
Ainda mais revoltante e indigesto, o professor Hiram, em certa ocasião, mandou os alunos ficarem de pé para responder a chamada porque entendeu que algum aluno respondeu para um colega ausente. Então puniu de forma humilhante a todos os alunos da sala, que não tinham absolutamente nada a ver com o ocorrido, falando alto e insistindo com quem não levantasse: “levanta”, “de pé”. Não nos surpreenderá se em breve, o professor solicitar que façamos continência ao realizar a chamada.
O tom autoritário e ameaçador do professor é tão grande que os alunos ficam relutantes em fazer uma reclamação formal pois tem medo do professor “se vingar” na correção da prova ou nas próximas disciplinas que ministrar.
Elaboração e correção de prova
O professor elabora enunciados pouco claros como descrever um desenho que diz “seção transversal trapezoidal” e em seguida diz que o fundo é inclinado. Essa descrição transforma a seção em um pentágono. Isso deixa os alunos confusos e o professor diz que o não entendimento foi problema de interpretação de texto. Ao contrário, o professor sofre de dificuldades de elaboração de texto.
Na correção, corta o que lhe convém, sem considerar raciocínio. Embora o professor tenha o direito de escolher seus critérios de correção, ele não tem o direito de corrigir a mesma prova de forma diferente para dois alunos. A terceira questão levava os alunos a uma equação que só poderia ser resolvida através de tentativa e erro. Alguns alunos conseguiram achar o valor correto na primeira tentativa, no entanto, o professor Sartori se recusou a pontuar a questão alegando que “acertar por tentativa e erro de primeira é muita sorte”, ou seja, o professor não avaliou apenas a resposta e descontou seus pontos por darem sorte, o que é uma alegação absurda.
O prof. Sartori apresentou um gabarito, em que resolveu a prova que ele próprio elaborou e, como estava errado, sua nota seria 30 em 40. Se o professor que elaborou a prova e que possui mestrado na área, fez a prova sem nenhuma pressão por pontos e sem limite de tempo, acertou 75% da prova, fica claro que seu critério de avaliação coloca os alunos da graduação em uma situação injusta, além de gerar questionamentos sobre a competência do dito professor. Acreditamos que os senhores tenham ciência do fato, mas lembramos que a enorme maioria da turma ficou abaixo da média nessa prova, grande parte com nota zero. Devido às muitas reclamações, o prof. Sartori corrigiu novamente as provas, dessa vez considerando o raciocínio. Houve caso de aluno cuja nota passou de 0 para 30 no novo critério.
A reclamação da turma sobre a correção da primeira prova, parece ter deixado o professor Hiram irritado. Ele informou que na segunda prova aceitaria apenas respostas corretas nos quadros destinados à resposta. Mas novamente, corrigiu da forma que quis e cortou questões que estavam corretas, mas não continham detalhes que ele não explicitou no enunciado e inventou na hora de entregar o resultado.
Como exemplo, gráficos corretos e questões subjetivas como “escreva suas considerações sobre o sistema”, questão na qual decidiu só aceitar respostas que dissessem “ressalto oscilante” e a fórmula y2/y1 escrita no quadro. Total incoerência, pois ele informa que não importam as contas, apenas as respostas no quadro, mas faz uma pergunta subjetiva de forma que o aluno pode escrever SUAS considerações em relação ao sistema como um todo. Ainda que a pergunta fosse qual o tipo de ressalto, ele não poderia cobrar que a fórmula y2/y1 estivesse escrita no quadro.
Ao ser questionado sobre sua correção, o professor Sartori se recusou a corrigir as questões, chegando ao ponto de tomar a prova da mão de alunos, de levantar acusações dizendo: “eu não sei em que momento essa resposta foi escrita, a letra está diferente” – o que é uma acusação séria e infundada de alteração de documento – e, em outros questionamentos, frente à insistência sobre questões que estavam corretas, corrigir a nota dada na questão, passando-a de 0 para 3; em seguida cortar a nota de outra questão de 4 para 0, fazendo que a nota total caísse 1 ponto. Isso demonstra que o professor se recusa a reconhecer seus erros, passando seu orgulho na frente da justiça, indiferente aos prejuízos que isso possa trazer ao demais.
De forma geral, nossa reclamação não é apenas sobre a correção de uma questão, o que esperamos é a imparcialidade do professor. Mas o que sentimos é que o objetivo de ensinar e aprender não é o que prevalece. A relação entre alunos e professor parece mais uma briga de gato e rato.
Entendemos que muitas posturas do prof. Sartori são inadequadas ao ambiente de estudos, que ele abusa de seu poder e que prejudica o aprendizado dos alunos. Esperamos do colegiado as devidas atitudes, visto que o problema se agrava devido ao fato de o Sr. Sartori ensinar, não apenas uma, mas várias disciplinas do curso, o que nos prejudica várias vezes ao longo do curso.
Agradecemos a todos,
Alunos da Graduação em Engenharia Civil – PUC MG – Unidade Coração Eucarístico.
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 28 de novembro de 2015