

CARTA PELA EDUCAÇÃO GLOBAL E INOVAÇÃO SUSTENTÁVEL - Escrita ao final da 4a. ed Summit 2026
O problema
CARTA PELA EDUCAÇÃO GLOBAL E INOVAÇÃO SUSTENTÁVEL
International Education Summit 2026 — 10 e 11 de setembro, Centro Paula Souza, São Paulo
Nós, educadores, gestores, counselors, pesquisadores, representantes de escolas públicas e privadas, universidades, organizações da sociedade civil e parceiros de mercado, reunidos nestes dois dias do International Education Summit, sob o tema "Educação Global e Inovação Sustentável: Construindo Escolas para o Futuro", registramos aqui os compromissos que construímos juntos.
Reconhecemos que:
Internacionalizar não é um programa a ser comprado, mas uma cultura a ser construída — presente no currículo, na formação docente e na gestão da escola.
O currículo que forma para o mundo vai além da Base Nacional Comum Curricular: exige competências globais, pensamento crítico e capacidade de diálogo entre culturas.
A internacionalização só se sustenta se for construída com equidade — experiências como o Conexão São Paulo mostram que a rede pública também pode, e deve, fazer parte desse caminho.
A tecnologia tem valor quando amplia o acesso — não quando o restringe.
O counselor deixou de ser apenas orientador de carreira: é hoje agente de transformação institucional.
A inteligência artificial muda processos, mas não substitui o que continua sendo humano na relação entre educador e estudante.
O currículo invisível — voluntariado, atividades extracurriculares, cidadania ativa — hoje pesa tanto quanto o boletim nas candidaturas internacionais.
Bilinguismo é ferramenta, não é fim: formar cidadãos globais exige mais do que o domínio de um segundo idioma.
Gestão orientada por dados, ambiente e tecnologia redesenha a experiência do aluno, da matrícula à fidelização.
Comprometemo-nos a:
Tratar a internacionalização como projeto pedagógico contínuo, não como iniciativa pontual ou item de marketing.
Ampliar o acesso à educação global para além dos alunos que já têm essa oportunidade — incluindo redes públicas e famílias de diferentes realidades sociais.
Formar e valorizar profissionais qualificados — counselors, coordenadores internacionais e gestores — como estrutura permanente das escolas, e não como função acessória.
Usar tecnologia e inteligência artificial como ferramentas a serviço da aprendizagem humana, sem perder de vista o papel insubstituível do educador.
Reconhecer e estruturar o currículo invisível como parte formal do projeto pedagógico da escola.
Seguir construindo, ano após ano, uma rede de escolas, universidades, famílias e parceiros comprometida com uma educação que prepara para o mundo — sem perder as raízes de onde cada aluno vem.
São Paulo, 11 de setembro de 2026.
International Education Summit 2026 — Efígie Educacional

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O problema
CARTA PELA EDUCAÇÃO GLOBAL E INOVAÇÃO SUSTENTÁVEL
International Education Summit 2026 — 10 e 11 de setembro, Centro Paula Souza, São Paulo
Nós, educadores, gestores, counselors, pesquisadores, representantes de escolas públicas e privadas, universidades, organizações da sociedade civil e parceiros de mercado, reunidos nestes dois dias do International Education Summit, sob o tema "Educação Global e Inovação Sustentável: Construindo Escolas para o Futuro", registramos aqui os compromissos que construímos juntos.
Reconhecemos que:
Internacionalizar não é um programa a ser comprado, mas uma cultura a ser construída — presente no currículo, na formação docente e na gestão da escola.
O currículo que forma para o mundo vai além da Base Nacional Comum Curricular: exige competências globais, pensamento crítico e capacidade de diálogo entre culturas.
A internacionalização só se sustenta se for construída com equidade — experiências como o Conexão São Paulo mostram que a rede pública também pode, e deve, fazer parte desse caminho.
A tecnologia tem valor quando amplia o acesso — não quando o restringe.
O counselor deixou de ser apenas orientador de carreira: é hoje agente de transformação institucional.
A inteligência artificial muda processos, mas não substitui o que continua sendo humano na relação entre educador e estudante.
O currículo invisível — voluntariado, atividades extracurriculares, cidadania ativa — hoje pesa tanto quanto o boletim nas candidaturas internacionais.
Bilinguismo é ferramenta, não é fim: formar cidadãos globais exige mais do que o domínio de um segundo idioma.
Gestão orientada por dados, ambiente e tecnologia redesenha a experiência do aluno, da matrícula à fidelização.
Comprometemo-nos a:
Tratar a internacionalização como projeto pedagógico contínuo, não como iniciativa pontual ou item de marketing.
Ampliar o acesso à educação global para além dos alunos que já têm essa oportunidade — incluindo redes públicas e famílias de diferentes realidades sociais.
Formar e valorizar profissionais qualificados — counselors, coordenadores internacionais e gestores — como estrutura permanente das escolas, e não como função acessória.
Usar tecnologia e inteligência artificial como ferramentas a serviço da aprendizagem humana, sem perder de vista o papel insubstituível do educador.
Reconhecer e estruturar o currículo invisível como parte formal do projeto pedagógico da escola.
Seguir construindo, ano após ano, uma rede de escolas, universidades, famílias e parceiros comprometida com uma educação que prepara para o mundo — sem perder as raízes de onde cada aluno vem.
São Paulo, 11 de setembro de 2026.
International Education Summit 2026 — Efígie Educacional

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Abaixo-assinado criado em 13 de setembro de 2026