

Título: 🆘 Falta de Clobazam coloca vidas em risco:exigimos respostas Ministério da Saúde
O problema
Desde dezembro de 2024, o medicamento Clobazam — essencial para o tratamento da epilepsia — está em falta no Brasil. Famílias estão sendo deixadas sem alternativas seguras, sem informações e sem amparo. A última data de fabricação que temos ciência é janeiro de 2025, e não há previsão de reposição.
O Clobazam não é substituível para todos os pacientes.
Cada pessoa com epilepsia responde de forma diferente aos medicamentos. Trocar esse remédio pode causar crises graves, regressão do tratamento, hospitalizações e risco de morte.
Até agora, não temos posicionamento oficial dado pelo Ministério da Saúde, Anvisa, Secretarias Estaduais ou fabricantes. E a ação judicial movida por uma mãe foi indeferida com base em protocolos genéricos, que ignoram a realidade clínica de cada paciente.
Nós, abaixo-assinados, exigimos:
Transparência sobre a produção, distribuição e falta do Clobazam;
Um plano imediato de reposição e abastecimento;
Um posicionamento público do Ministério da Saúde;
Que a Anvisa e fabricantes apresentem soluções concretas.
A saúde é um direito garantido pela Constituição.
As famílias não podem ser abandonadas!
Assine. Compartilhe. Apoie essa causa.
Pela vida de crianças, jovens, adultos e idosos que dependem do Clobazam.

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O problema
Desde dezembro de 2024, o medicamento Clobazam — essencial para o tratamento da epilepsia — está em falta no Brasil. Famílias estão sendo deixadas sem alternativas seguras, sem informações e sem amparo. A última data de fabricação que temos ciência é janeiro de 2025, e não há previsão de reposição.
O Clobazam não é substituível para todos os pacientes.
Cada pessoa com epilepsia responde de forma diferente aos medicamentos. Trocar esse remédio pode causar crises graves, regressão do tratamento, hospitalizações e risco de morte.
Até agora, não temos posicionamento oficial dado pelo Ministério da Saúde, Anvisa, Secretarias Estaduais ou fabricantes. E a ação judicial movida por uma mãe foi indeferida com base em protocolos genéricos, que ignoram a realidade clínica de cada paciente.
Nós, abaixo-assinados, exigimos:
Transparência sobre a produção, distribuição e falta do Clobazam;
Um plano imediato de reposição e abastecimento;
Um posicionamento público do Ministério da Saúde;
Que a Anvisa e fabricantes apresentem soluções concretas.
A saúde é um direito garantido pela Constituição.
As famílias não podem ser abandonadas!
Assine. Compartilhe. Apoie essa causa.
Pela vida de crianças, jovens, adultos e idosos que dependem do Clobazam.

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Abaixo-assinado criado em 7 de junho de 2025