
Reconheça nossos direitos como Guardiões da Floresta
O problema
Desde o início de minha vida, minha identidade tem sido uma luta. Eu sou Isabela Lima Pessôa, conhecida na tribo Andirá Maraú como Aní-Sumanî. Minha história de vida é marcada pela retirada violenta de minha família do Tumucumaque, interrompendo nossa convivência nas terras indígenas do Pará. Com isso, perdemos não só nosso lar, mas também nossos direitos indígenas, fundamental para manter viva nossa cultura e identidade.
Dentro dessa realidade, continuo lutando pela identidade que nos foi roubada. Como filha dessa terra, carrego em mim o sangue Saterê. Como resultado do deslocamento forçado, nossa comunidade enfrentou dificuldades imensuráveis, desde a violação de direitos básicos até dificuldades educacionais.
Hoje, devido às novas políticas de auxílio para estudantes indígenas, busco uma oportunidade de mudança não só para mim, mas também para todos os membros de nossa tribo que têm seus sonhos educacionais desmoronados pela falta de reconhecimento oficial como indígenas.
Reivindico nossos direitos de Reconhecimento como indígenas pela aldeia Saterê no Estado de Goiás, permitindo que possamos acessar os auxílios educacionais necessários para desenvolvermos nossas capacidades intelectuais e contribuirmos de forma positiva para a sociedade brasileira.
Este reconhecimento não é apenas um passo para a aceitação social, mas também um direito humano essencial. O Brasil tem uma dívida histórica com suas populações indígenas; é hora de começarmos a pagá-la.
Peço que todas as pessoas de bom coração se juntem a esta causa e assinem esta petição para que possamos finalmente ser reconhecidos e tratados com respeito e dignidade que todas as culturas merecem. Sua assinatura não apenas apoia nossa causa, mas simboliza um compromisso com a justiça social e o futuro de muitos indivíduos talentosos e dedicados.
Cada assinatura é uma voz em solidariedade a uma história de resistência e superação. Juntos, podemos fazer a diferença. Assine agora e faça parte dessa importante mudança pela justiça e reconhecimento indígena no Brasil.

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O problema
Desde o início de minha vida, minha identidade tem sido uma luta. Eu sou Isabela Lima Pessôa, conhecida na tribo Andirá Maraú como Aní-Sumanî. Minha história de vida é marcada pela retirada violenta de minha família do Tumucumaque, interrompendo nossa convivência nas terras indígenas do Pará. Com isso, perdemos não só nosso lar, mas também nossos direitos indígenas, fundamental para manter viva nossa cultura e identidade.
Dentro dessa realidade, continuo lutando pela identidade que nos foi roubada. Como filha dessa terra, carrego em mim o sangue Saterê. Como resultado do deslocamento forçado, nossa comunidade enfrentou dificuldades imensuráveis, desde a violação de direitos básicos até dificuldades educacionais.
Hoje, devido às novas políticas de auxílio para estudantes indígenas, busco uma oportunidade de mudança não só para mim, mas também para todos os membros de nossa tribo que têm seus sonhos educacionais desmoronados pela falta de reconhecimento oficial como indígenas.
Reivindico nossos direitos de Reconhecimento como indígenas pela aldeia Saterê no Estado de Goiás, permitindo que possamos acessar os auxílios educacionais necessários para desenvolvermos nossas capacidades intelectuais e contribuirmos de forma positiva para a sociedade brasileira.
Este reconhecimento não é apenas um passo para a aceitação social, mas também um direito humano essencial. O Brasil tem uma dívida histórica com suas populações indígenas; é hora de começarmos a pagá-la.
Peço que todas as pessoas de bom coração se juntem a esta causa e assinem esta petição para que possamos finalmente ser reconhecidos e tratados com respeito e dignidade que todas as culturas merecem. Sua assinatura não apenas apoia nossa causa, mas simboliza um compromisso com a justiça social e o futuro de muitos indivíduos talentosos e dedicados.
Cada assinatura é uma voz em solidariedade a uma história de resistência e superação. Juntos, podemos fazer a diferença. Assine agora e faça parte dessa importante mudança pela justiça e reconhecimento indígena no Brasil.

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Abaixo-assinado criado em 8 de agosto de 2026