
Pela suspensão do Discord e o fim das "salas de tortura" em aplicativos no Brasil.
O problema
Nosso país enfrenta uma crise dupla, silenciosa e devastadora. De um lado, a mente e o futuro de nossas crianças e adolescentes, que estão sendo cooptados e expostos a um abismo de crueldade através de plataformas de comunicação como o Discord. Do outro, a vida de animais inocentes, submetidos a torturas indescritíveis para alimentar essas redes.
O que torna tudo ainda mais estarrecedor é perceber quem são os alvos. Investigações da Polícia Civil apontam que cerca de 90% dos envolvidos nessas transmissões online de tortura são adolescentes. Eles são manipulados não apenas para presenciar histórias horríveis de animais sendo mutilados e mortos ao vivo por vídeo, mas também são chantageados, induzidos à automutilação e instigados a cometer crimes. Trata-se de uma verdadeira rede de aliciamento operando livremente no Discord, que usa esses atos para dessensibilizar e corromper menores.
O grande problema não é a tecnologia em si, mas a arquitetura da impunidade construída por essas plataformas. Diferente de aplicativos como o WhatsApp — que exigem o número de telefone real e onde as chamadas de vídeo só acontecem com consentimento direto de quem atende —, o modelo do Discord baseia-se na criação de "salas fechadas" contínuas e anônimas. São verdadeiras zonas cegas na internet, onde a empresa adota uma postura omissa, alegando proteger a privacidade de quem está lá dentro. No entanto, a privacidade não pode ser usada como escudo para a barbárie. Nesses becos escuros digitais, criminosos escondidos pelo anonimato manipulam jovens, normalizam a psicopatia e coordenam atos abomináveis, sem o menor medo de punição, pois sabem que a plataforma não fiscaliza o que acontece em suas próprias transmissões.
Se uma empresa lucra oferecendo o recurso de vídeo em comunidades privadas, ela tem o dever absoluto de implementar tecnologias de moderação proativa. O Discord precisa rastrear e banir automaticamente transmissões de violência, sem depender de denúncias manuais — afinal, em grupos de criminosos, ninguém denuncia ninguém. Uma plataforma que não consegue policiar os espaços de vídeo que ela mesma cria não deve ter permissão para operar no nosso país.
Não podemos normalizar a barbárie. A saúde mental das nossas crianças e o bem-estar animal precisam ser prioridades absolutas. Por isso, propomos que as autoridades brasileiras apliquem a lei e suspendam o uso do Discord no Brasil até que ele seja obrigado a adotar a mesma arquitetura de segurança já consolidada em outros aplicativos, ou seja, a extinção absoluta do anonimato (exigindo vinculação a um celular válido) e a eliminação de salas de vídeo sem moderação proativa.
Ao assinar esta petição, você envia uma mensagem clara ao Governo Federal, à Justiça e às empresas de tecnologia: a integridade psicológica dos nossos filhos e a vida dos animais importam mais do que o lucro e a negligência disfarçada de tecnologia.

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O problema
Nosso país enfrenta uma crise dupla, silenciosa e devastadora. De um lado, a mente e o futuro de nossas crianças e adolescentes, que estão sendo cooptados e expostos a um abismo de crueldade através de plataformas de comunicação como o Discord. Do outro, a vida de animais inocentes, submetidos a torturas indescritíveis para alimentar essas redes.
O que torna tudo ainda mais estarrecedor é perceber quem são os alvos. Investigações da Polícia Civil apontam que cerca de 90% dos envolvidos nessas transmissões online de tortura são adolescentes. Eles são manipulados não apenas para presenciar histórias horríveis de animais sendo mutilados e mortos ao vivo por vídeo, mas também são chantageados, induzidos à automutilação e instigados a cometer crimes. Trata-se de uma verdadeira rede de aliciamento operando livremente no Discord, que usa esses atos para dessensibilizar e corromper menores.
O grande problema não é a tecnologia em si, mas a arquitetura da impunidade construída por essas plataformas. Diferente de aplicativos como o WhatsApp — que exigem o número de telefone real e onde as chamadas de vídeo só acontecem com consentimento direto de quem atende —, o modelo do Discord baseia-se na criação de "salas fechadas" contínuas e anônimas. São verdadeiras zonas cegas na internet, onde a empresa adota uma postura omissa, alegando proteger a privacidade de quem está lá dentro. No entanto, a privacidade não pode ser usada como escudo para a barbárie. Nesses becos escuros digitais, criminosos escondidos pelo anonimato manipulam jovens, normalizam a psicopatia e coordenam atos abomináveis, sem o menor medo de punição, pois sabem que a plataforma não fiscaliza o que acontece em suas próprias transmissões.
Se uma empresa lucra oferecendo o recurso de vídeo em comunidades privadas, ela tem o dever absoluto de implementar tecnologias de moderação proativa. O Discord precisa rastrear e banir automaticamente transmissões de violência, sem depender de denúncias manuais — afinal, em grupos de criminosos, ninguém denuncia ninguém. Uma plataforma que não consegue policiar os espaços de vídeo que ela mesma cria não deve ter permissão para operar no nosso país.
Não podemos normalizar a barbárie. A saúde mental das nossas crianças e o bem-estar animal precisam ser prioridades absolutas. Por isso, propomos que as autoridades brasileiras apliquem a lei e suspendam o uso do Discord no Brasil até que ele seja obrigado a adotar a mesma arquitetura de segurança já consolidada em outros aplicativos, ou seja, a extinção absoluta do anonimato (exigindo vinculação a um celular válido) e a eliminação de salas de vídeo sem moderação proativa.
Ao assinar esta petição, você envia uma mensagem clara ao Governo Federal, à Justiça e às empresas de tecnologia: a integridade psicológica dos nossos filhos e a vida dos animais importam mais do que o lucro e a negligência disfarçada de tecnologia.

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Abaixo-assinado criado em 21 de maio de 2026