Não pague nada. — Pena justa e rigor técnico no processo

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O problema

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Justiça por Thaissa Gabriely — Por um julgamento rigoroso e sem atenuação indevida.

Thaissa Gabriely de Oliveira Marques tinha 21 anos, cursava o último semestre de Nutrição na UniFil e trabalhava divulgando uma academia em Londrina (PR) quando foi abordada, na sexta-feira (11/09), por um homem que a levou para dentro do estabelecimento sob um pretexto. Segundo a Polícia Civil do Paraná, ele tentou estuprá-la e, diante da reação da jovem, a matou com múltiplas facadas.

O suspeito foi preso em flagrante por homicídio qualificado e tentativa de estupro, e a prisão foi convertida em preventiva. A investigação já apontou indícios de premeditação: o suspeito conhecia o local, havia procurado emprego na mesma academia, viu Thaissa, foi até sua casa, trocou de roupa e retornou para procurá-la.


Recentemente, a defesa do investigado informou que ele possui diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e pediu que a condição seja avaliada tecnicamente, sem apresentá-la como justificativa para o crime. É importante reforçar esse ponto: autismo não causa violência, e o diagnóstico, isoladamente, não reduz a responsabilidade penal — apenas perícia técnica rigorosa pode determinar se há qualquer relação com a capacidade de entendimento no momento do crime, à luz do art. 26 do Código Penal.


**Por isso, pedimos:**


1. Que a perícia técnica seja conduzida com rigor e independência, sem que o diagnóstico de TEA seja usado para minimizar a gravidade do crime;
2. Que os indícios de premeditação já apontados pela Polícia Civil sejam plenamente considerados na capitulação do crime;
3. Que o processo tramite com celeridade, garantindo à família de Thaissa o direito a uma resposta judicial justa;
4. Que a pessoa investigada receba, durante a custódia, o tratamento e a assistência a que tem direito — sem que isso se confunda com impunidade;
5. Apoio psicológico e institucional à família de Thaissa, como já solicitado publicamente por seus parentes.


Thaissa tinha planos, estudava, trabalhava e sonhava em prestar vestibular. Sua morte é mais um caso de feminicídio precedido de violência sexual no Brasil. Assine e compartilhe para que a Justiça seja feita com rigor técnico e sem espaço para banalização.

Não pague nada, SOMENTE ASSINE E COMPARTILHE, clamamos por Justiça.


**#JustiçaPorThaissa**

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