

NÃO AO VOTO DISTRITAL MISTO: NÃO MUDEM AS REGRAS DAS ELEIÇÕES NA CALADA DA NOITE
O problema
A Câmara dos Deputados quer aprovar, ainda em 2026, uma mudança profunda na forma como elegemos deputados federais, estaduais e vereadores: a adoção do voto distrital misto, com uma regra de transição já em 2030 e o novo sistema valendo a partir de 2034.
Não se trata de um ajuste técnico. A mudança redefine quem consegue se eleger, quem fica de fora do Parlamento e como a sua voz é representada. E ela está sendo negociada às pressas, no fim de uma legislatura, por muitos deputados que nem voltarão para o próximo mandato.
Por que somos contra:
- Distrito eleitoral pode virar curral. Quem desenha os distritos pode desenhá-los a favor de alguém. Isso pressiona o deputado a cuidar só da obra local, deixando de lado os grandes debates nacionais.
- Minorias e pautas que não têm território perdem espaço. Juventude, mulheres, população negra, LGBTQIA+ e movimentos sociais costumam reunir votos espalhados por todo o estado. Na disputa distrital, que funciona como eleição majoritária, essas candidaturas têm muito mais dificuldade.
- Duas mudanças de regra em quatro anos geram insegurança. Não aceitamos que se aprove, a toque de caixa, um pacote que altera o sistema eleitoral duas vezes seguidas, em 2030 e em 2034, sem que o eleitor entenda o que está sendo votado.
- Uma reforma desse tamanho exige participação popular. Mudar as regras do jogo sem ampla consulta à sociedade é um risco para a democracia.
O que pedimos:
- Que a Câmara não vote nenhuma mudança no sistema eleitoral ainda nesta legislatura.
- Que qualquer reforma seja precedida de amplo debate público, com audiências em todas as regiões do país.
- Que cada deputado e deputada declare publicamente seu voto sobre o tema.
Querem jogar nosso voto no lixo em silêncio. Então vamos fazer barulho! Assine e compartilhe!

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O problema
A Câmara dos Deputados quer aprovar, ainda em 2026, uma mudança profunda na forma como elegemos deputados federais, estaduais e vereadores: a adoção do voto distrital misto, com uma regra de transição já em 2030 e o novo sistema valendo a partir de 2034.
Não se trata de um ajuste técnico. A mudança redefine quem consegue se eleger, quem fica de fora do Parlamento e como a sua voz é representada. E ela está sendo negociada às pressas, no fim de uma legislatura, por muitos deputados que nem voltarão para o próximo mandato.
Por que somos contra:
- Distrito eleitoral pode virar curral. Quem desenha os distritos pode desenhá-los a favor de alguém. Isso pressiona o deputado a cuidar só da obra local, deixando de lado os grandes debates nacionais.
- Minorias e pautas que não têm território perdem espaço. Juventude, mulheres, população negra, LGBTQIA+ e movimentos sociais costumam reunir votos espalhados por todo o estado. Na disputa distrital, que funciona como eleição majoritária, essas candidaturas têm muito mais dificuldade.
- Duas mudanças de regra em quatro anos geram insegurança. Não aceitamos que se aprove, a toque de caixa, um pacote que altera o sistema eleitoral duas vezes seguidas, em 2030 e em 2034, sem que o eleitor entenda o que está sendo votado.
- Uma reforma desse tamanho exige participação popular. Mudar as regras do jogo sem ampla consulta à sociedade é um risco para a democracia.
O que pedimos:
- Que a Câmara não vote nenhuma mudança no sistema eleitoral ainda nesta legislatura.
- Que qualquer reforma seja precedida de amplo debate público, com audiências em todas as regiões do país.
- Que cada deputado e deputada declare publicamente seu voto sobre o tema.
Querem jogar nosso voto no lixo em silêncio. Então vamos fazer barulho! Assine e compartilhe!

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Abaixo-assinado criado em 31 de outubro de 2026