MANIFESTO PELA DEMOCRACIA DE SANITARISTAS DO MARANHÃO
MANIFESTO PELA DEMOCRACIA DE SANITARISTAS DO MARANHÃO
O problema
Mais de 700 mil vidas perdidas. Não podemos esquecer.
Mais de 700 mil brasileiros morreram de COVID-19. Cada vida perdida tinha uma história, uma família e sonhos que não puderam ser realizados. Respeitar essas pessoas é também reconhecer as decisões que marcaram o enfrentamento da pandemia no Brasil.
Enquanto o país precisava de ciência, responsabilidade e união, o governo Bolsonaro minimizou a gravidade da doença e entrou em conflito com medidas de proteção à população.
As escolhas dos governantes foram diferentes, e isso precisa ser lembrado.
Pesquisadores que estudaram as respostas à pandemia no Brasil identificaram que governadores de oposição a Bolsonaro adotaram medidas de proteção mais cedo e com maior rigor do que governadores alinhados ao então presidente. Outra pesquisa constatou que governos estaduais alinhados a Bolsonaro publicaram menos atos oficiais relacionados a despesas em saúde, especialmente em 2021.
No Maranhão, também houve decisões concretas para proteger a população. Em São Luís, o lockdown começou em maio de 2020, com restrições mais rigorosas à circulação de pessoas e ao funcionamento das atividades não essenciais. O estado já havia adotado outras medidas, como a suspensão das aulas presenciais e restrições ao transporte intermunicipal.
Essas diferenças mostram que as decisões políticas influenciaram, sim, a maneira como a pandemia foi enfrentada. Por isso, precisam ser conhecidas, debatidas e lembradas.
Nós, sanitaristas do Maranhão, defendemos o SUS, a ciência, a vacinação, a valorização dos trabalhadores da saúde e o direito de todos a uma vida digna. Defendemos também a democracia, a transparência e a responsabilidade dos governantes.
Por que pedimos sua assinatura?
Convidamos você a assinar este manifesto em respeito às pessoas que perdemos, às famílias que continuam enlutadas e às gerações futuras.
Assinar é apoiar o compromisso de preservar a memória da pandemia, reconhecer a importância das decisões públicas e defender que a saúde e a vida estejam sempre acima de interesses políticos.
Não podemos mudar o passado, mas podemos aprender com ele e impedir que a memória das vítimas seja apagada.
Assine e compartilhe este manifesto.
Memória é respeito. Ciência é proteção. SUS é direito. Democracia é compromisso com a vida. Dia 25, somos todos 13.
Vote Lula presidente
Profissionais Sanitaristas do Maranhão
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O problema
Mais de 700 mil vidas perdidas. Não podemos esquecer.
Mais de 700 mil brasileiros morreram de COVID-19. Cada vida perdida tinha uma história, uma família e sonhos que não puderam ser realizados. Respeitar essas pessoas é também reconhecer as decisões que marcaram o enfrentamento da pandemia no Brasil.
Enquanto o país precisava de ciência, responsabilidade e união, o governo Bolsonaro minimizou a gravidade da doença e entrou em conflito com medidas de proteção à população.
As escolhas dos governantes foram diferentes, e isso precisa ser lembrado.
Pesquisadores que estudaram as respostas à pandemia no Brasil identificaram que governadores de oposição a Bolsonaro adotaram medidas de proteção mais cedo e com maior rigor do que governadores alinhados ao então presidente. Outra pesquisa constatou que governos estaduais alinhados a Bolsonaro publicaram menos atos oficiais relacionados a despesas em saúde, especialmente em 2021.
No Maranhão, também houve decisões concretas para proteger a população. Em São Luís, o lockdown começou em maio de 2020, com restrições mais rigorosas à circulação de pessoas e ao funcionamento das atividades não essenciais. O estado já havia adotado outras medidas, como a suspensão das aulas presenciais e restrições ao transporte intermunicipal.
Essas diferenças mostram que as decisões políticas influenciaram, sim, a maneira como a pandemia foi enfrentada. Por isso, precisam ser conhecidas, debatidas e lembradas.
Nós, sanitaristas do Maranhão, defendemos o SUS, a ciência, a vacinação, a valorização dos trabalhadores da saúde e o direito de todos a uma vida digna. Defendemos também a democracia, a transparência e a responsabilidade dos governantes.
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Não podemos mudar o passado, mas podemos aprender com ele e impedir que a memória das vítimas seja apagada.
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Abaixo-assinado criado em 19 de outubro de 2026