Manifesto de Geriatras, bacharéis e especialistas em Gerontologia em defesa da democracia
Manifesto de Geriatras, bacharéis e especialistas em Gerontologia em defesa da democracia
O problema
“Fica decretado que agora vale a verdade, que agora vale a vida, e que de mãos dadas, trabalharemos todos pela vida verdadeira.”
Thiago de Melo
Estamos em um momento decisivo do nosso país que coloca em risco nossa Democracia, nossa Constituição e suas conquistas, como o SUS, a Educação para todos, inclusive as nossas universidades públicas, a CIÊNCIA, a Soberania nacional e muitas outras questões tão caras a todos nós. Vivemos um silêncio apático que esconde o medo de falar, mas precisamos nos posicionar enquanto ainda é possível. O momento é crítico, não se trata apenas das simples escolhas habitualmente vivenciadas no respeito às diferentes opiniões. Vai além do tema da alteridade, diz respeito à nossa sobrevivência individual e coletiva, ao nosso direito de “existir e viver” com dignidade.
Já experienciamos uma ‘amostra grátis’ de um governo sem projeto para a nação na época da pandemia e sofremos juntos, na linha de frente do cuidado, com o descaso à vida das pessoas e suas famílias vitimadas pela COVID, especialmente quando tinham idade mais avançada. Por isso, este é um momento decisivo para todos os brasileiros, em particular para nós Geriatras, bacharéis e especialistas em Gerontologia.
A caminhada de Lula nasce na poeira da privação, carrega as cicatrizes do tempo e as memórias das dificuldades vivenciadas no dia-a-dia do povo brasileiro. Assim, sua trajetória política é marcada pelo calor do acolhimento à pessoa idosa, pela ampliação de direitos sociais e acesso a políticas públicas. Foi no primeiro governo Lula, na comemorativa data de 1º de outubro de 2003, Dia Internacional do Idoso, que foi sancionado o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garantiu o atendimento preferencial em órgãos públicos e privados, proibiu a discriminação à pessoa idosa nos planos de saúde e previu penas para quem realizasse maus tratos.
Foi também em seu governo que nasceu o Programa Farmácia Popular em 2004 e que, em 2025, tornou todos os itens do programa gratuitos, incluindo as fraldas geriátricas. Soma-se a seu legado às pessoas idosas a expansão de aposentadorias rurais, a política de valorização do salário mínimo em 2006 e retomada a partir de 2023, cujo alcance chega diretamente ao bolso das pessoas idosas, já que o salário mínimo é a referência para as aposentadorias do INSS e para o BPC (Benefício de Prestação Continuada), o qual inclui a população idosa de baixa renda entre os beneficiados.
Outros programas sociais também beneficiaram diretamente o público idoso, como o Luz para Todos, Minha casa, minha vida, Água para Todos, a Política Nacional de Imunização, o Plano Brasil sem fome, a Política Nacional de Cuidados Paliativos e a Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Doença de Alzheimer e Outras Demências. Recentemente, em 2024, o presidente Lula sancionou a Política Nacional de Cuidados, que, entre seu público prioritário, inclui as pessoas idosas dependentes para as atividades básicas do cotidiano, além dos cuidadores, remunerados ou não. A nova lei do Imposto de Renda também beneficiou com isenção os aposentados que ganham até R$ 5 mil. Em 2026, Lula sancionou a lei nº 15.363, que retirou a cobrança de multa de 10% e juros sobre a indenização exigida para trabalhadores que desejam validar e contar o tempo de trabalho rural realizado antes de novembro de 1991, o que tornou o reconhecimento de períodos antigos mais barato e acessível para quem precisa somar esse tempo para se aposentar ou revisar o benefício.
Todas essas medidas proporcionaram que nossos pacientes idosos conseguissem manter o tratamento e envelhecer com dignidade. A ampliação de direitos sociais e o acesso a remédios entregam a sensação de pertencimento, a promessa de que a velhice não será solitária, o sentimento de que a comunidade não solta a mão de quem já não aguenta carregar sozinho o peso da sobrevivência.
Diante, do exposto, elaboramos este manifesto em apoio à reeleição do presidente Lula, em defesa da nossa Democracia, da Soberania nacional, do SUS, da educação pública de qualidade, das nossas universidades, da ciência e da VIDA com dignidade para todos os brasileiros. Renovamos nossa fé e esperança de um plano de governo que proporcione um envelhecimento saudável a todos os brasileiros. Envelhecer é uma conquista coletiva da civilização. Cuidar de quem envelhece é uma responsabilidade igualmente coletiva. Logo, abandonar quem envelhece é retroceder como sociedade. Uma sociedade verdadeiramente comprometida com a dignidade humana não abandona seus cidadãos quando se tornam frágeis, dependentes ou deixam de contribuir economicamente.

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O problema
“Fica decretado que agora vale a verdade, que agora vale a vida, e que de mãos dadas, trabalharemos todos pela vida verdadeira.”
Thiago de Melo
Estamos em um momento decisivo do nosso país que coloca em risco nossa Democracia, nossa Constituição e suas conquistas, como o SUS, a Educação para todos, inclusive as nossas universidades públicas, a CIÊNCIA, a Soberania nacional e muitas outras questões tão caras a todos nós. Vivemos um silêncio apático que esconde o medo de falar, mas precisamos nos posicionar enquanto ainda é possível. O momento é crítico, não se trata apenas das simples escolhas habitualmente vivenciadas no respeito às diferentes opiniões. Vai além do tema da alteridade, diz respeito à nossa sobrevivência individual e coletiva, ao nosso direito de “existir e viver” com dignidade.
Já experienciamos uma ‘amostra grátis’ de um governo sem projeto para a nação na época da pandemia e sofremos juntos, na linha de frente do cuidado, com o descaso à vida das pessoas e suas famílias vitimadas pela COVID, especialmente quando tinham idade mais avançada. Por isso, este é um momento decisivo para todos os brasileiros, em particular para nós Geriatras, bacharéis e especialistas em Gerontologia.
A caminhada de Lula nasce na poeira da privação, carrega as cicatrizes do tempo e as memórias das dificuldades vivenciadas no dia-a-dia do povo brasileiro. Assim, sua trajetória política é marcada pelo calor do acolhimento à pessoa idosa, pela ampliação de direitos sociais e acesso a políticas públicas. Foi no primeiro governo Lula, na comemorativa data de 1º de outubro de 2003, Dia Internacional do Idoso, que foi sancionado o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garantiu o atendimento preferencial em órgãos públicos e privados, proibiu a discriminação à pessoa idosa nos planos de saúde e previu penas para quem realizasse maus tratos.
Foi também em seu governo que nasceu o Programa Farmácia Popular em 2004 e que, em 2025, tornou todos os itens do programa gratuitos, incluindo as fraldas geriátricas. Soma-se a seu legado às pessoas idosas a expansão de aposentadorias rurais, a política de valorização do salário mínimo em 2006 e retomada a partir de 2023, cujo alcance chega diretamente ao bolso das pessoas idosas, já que o salário mínimo é a referência para as aposentadorias do INSS e para o BPC (Benefício de Prestação Continuada), o qual inclui a população idosa de baixa renda entre os beneficiados.
Outros programas sociais também beneficiaram diretamente o público idoso, como o Luz para Todos, Minha casa, minha vida, Água para Todos, a Política Nacional de Imunização, o Plano Brasil sem fome, a Política Nacional de Cuidados Paliativos e a Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Doença de Alzheimer e Outras Demências. Recentemente, em 2024, o presidente Lula sancionou a Política Nacional de Cuidados, que, entre seu público prioritário, inclui as pessoas idosas dependentes para as atividades básicas do cotidiano, além dos cuidadores, remunerados ou não. A nova lei do Imposto de Renda também beneficiou com isenção os aposentados que ganham até R$ 5 mil. Em 2026, Lula sancionou a lei nº 15.363, que retirou a cobrança de multa de 10% e juros sobre a indenização exigida para trabalhadores que desejam validar e contar o tempo de trabalho rural realizado antes de novembro de 1991, o que tornou o reconhecimento de períodos antigos mais barato e acessível para quem precisa somar esse tempo para se aposentar ou revisar o benefício.
Todas essas medidas proporcionaram que nossos pacientes idosos conseguissem manter o tratamento e envelhecer com dignidade. A ampliação de direitos sociais e o acesso a remédios entregam a sensação de pertencimento, a promessa de que a velhice não será solitária, o sentimento de que a comunidade não solta a mão de quem já não aguenta carregar sozinho o peso da sobrevivência.
Diante, do exposto, elaboramos este manifesto em apoio à reeleição do presidente Lula, em defesa da nossa Democracia, da Soberania nacional, do SUS, da educação pública de qualidade, das nossas universidades, da ciência e da VIDA com dignidade para todos os brasileiros. Renovamos nossa fé e esperança de um plano de governo que proporcione um envelhecimento saudável a todos os brasileiros. Envelhecer é uma conquista coletiva da civilização. Cuidar de quem envelhece é uma responsabilidade igualmente coletiva. Logo, abandonar quem envelhece é retroceder como sociedade. Uma sociedade verdadeiramente comprometida com a dignidade humana não abandona seus cidadãos quando se tornam frágeis, dependentes ou deixam de contribuir economicamente.

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Abaixo-assinado criado em 22 de outubro de 2026