
Diga não à venda das áreas públicas de Piracicaba.
O problema
Piracicaba, uma cidade em constante crescimento, tem em suas áreas públicas valiosos ativos reservados para o desenvolvimento e bem-estar da população. Essas áreas foram originalmente designadas para projetos essenciais, como a construção de escolas, unidades de saúde, espaços de lazer, e outros equipamentos públicos que são cruciais para a qualidade de vida e o futuro da nossa comunidade. No entanto, agora enfrentamos a ameaça de perdê-las para interesses privados.
Tramita na Câmara Municipal de Piracicaba o Projeto de Lei nº 216/2026, de autoria do Poder Executivo que autoriza a desafetação e a venda de diversas áreas públicas, classificadas como bens de uso comum do povo, localizadas em diversas regiões da cidade, como nos bairros Cecap, de Norte, Sul, Leste e Oeste da cidade.
A proposta atual de vender essas terras em leilão comprometerá nossos direitos como cidadãos. Áreas que foram planeadas para atender às nossas necessidades coletivas e promover o desenvolvimento sustentável da cidade, correm o risco de serem transformadas em empreendimentos comerciais ou residenciais, distanciando-se de seus objetivos iniciais.
As consequências dessa potencial venda são sérias. Sem essas áreas, onde construiríamos as escolas que atenderão a próxima geração de crianças de Piracicaba? Onde os futuros postos de saúde seriam estabelecidos para cuidar da nossa crescente população? E o que acontecerá com os espaços ao ar livre que garantem a todos os cidadãos um refúgio da vida urbana acelerada?
Estamos diante de uma escolha crítica: preservar a integridade das áreas públicas de Piracicaba e garantir que elas continuem sendo um recurso para o bem comum, ou sucumbir à pressão do lucro imediato, arriscando o futuro que queremos para nossa cidade e nossos filhos.
Convido você a se juntar a nós nessa causa. Assine esta petição e ajude a impedir que as áreas públicas de Piracicaba sejam vendidas. Proteger o futuro de nossa cidade e os direitos de seus cidadãos. Juntos, podemos fazer a diferença.

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O problema
Piracicaba, uma cidade em constante crescimento, tem em suas áreas públicas valiosos ativos reservados para o desenvolvimento e bem-estar da população. Essas áreas foram originalmente designadas para projetos essenciais, como a construção de escolas, unidades de saúde, espaços de lazer, e outros equipamentos públicos que são cruciais para a qualidade de vida e o futuro da nossa comunidade. No entanto, agora enfrentamos a ameaça de perdê-las para interesses privados.
Tramita na Câmara Municipal de Piracicaba o Projeto de Lei nº 216/2026, de autoria do Poder Executivo que autoriza a desafetação e a venda de diversas áreas públicas, classificadas como bens de uso comum do povo, localizadas em diversas regiões da cidade, como nos bairros Cecap, de Norte, Sul, Leste e Oeste da cidade.
A proposta atual de vender essas terras em leilão comprometerá nossos direitos como cidadãos. Áreas que foram planeadas para atender às nossas necessidades coletivas e promover o desenvolvimento sustentável da cidade, correm o risco de serem transformadas em empreendimentos comerciais ou residenciais, distanciando-se de seus objetivos iniciais.
As consequências dessa potencial venda são sérias. Sem essas áreas, onde construiríamos as escolas que atenderão a próxima geração de crianças de Piracicaba? Onde os futuros postos de saúde seriam estabelecidos para cuidar da nossa crescente população? E o que acontecerá com os espaços ao ar livre que garantem a todos os cidadãos um refúgio da vida urbana acelerada?
Estamos diante de uma escolha crítica: preservar a integridade das áreas públicas de Piracicaba e garantir que elas continuem sendo um recurso para o bem comum, ou sucumbir à pressão do lucro imediato, arriscando o futuro que queremos para nossa cidade e nossos filhos.
Convido você a se juntar a nós nessa causa. Assine esta petição e ajude a impedir que as áreas públicas de Piracicaba sejam vendidas. Proteger o futuro de nossa cidade e os direitos de seus cidadãos. Juntos, podemos fazer a diferença.

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Abaixo-assinado criado em 14 de outubro de 2026
