

Criação da SEPROM - Secretaria de Proteção à Mulher
O problema
Ao longo da minha atuação no serviço público, pude conhecer de perto os desafios enfrentados por quem depende do poder público em momentos de vulnerabilidade.
Foi essa experiência que reforçou em mim uma convicção: uma mulher em situação de risco não pode ter que enfrentar sozinha um sistema fragmentado para conseguir proteção.
A SEPROM nasce desse compromisso — integrar segurança, assistência, saúde e acolhimento para que o Estado funcione como uma verdadeira rede de proteção às mulheres.

Cenário:
Uma mulher em situação de risco não deveria precisar descobrir sozinha qual órgão procurar, para onde ir ou qual porta do Estado bater.
Não deveria ser responsabilidade dela conectar delegacia, medida protetiva, segurança pública, saúde, assistência social, atendimento psicológico e acolhimento justamente em um dos momentos mais difíceis de sua vida.
Essa integração precisa ser responsabilidade do Estado.
São Paulo já possui políticas públicas, serviços e estruturas dedicadas às mulheres. Existem profissionais, programas, Delegacias de Defesa da Mulher e uma Secretaria de Políticas para a Mulher.
Mas acreditamos que é possível avançar.
Por isso defendemos a SEPROM — Secretaria de Proteção à Mulher: uma proposta para fortalecer e reorganizar a estrutura existente, colocando a proteção da mulher e a prevenção da violência no centro de uma rede estadual verdadeiramente integrada.

A ideia é simples:
Quando uma mulher estiver em risco, o Estado inteiro precisa agir como uma única rede de proteção.
A SEPROM propõe ampliar a integração entre Segurança Pública, Polícia Civil, Polícia Militar, Delegacias de Defesa da Mulher, Saúde, Assistência Social e demais órgãos envolvidos na proteção às mulheres.
Queremos protocolos coordenados de atendimento, acompanhamento dos casos de maior risco, uso de dados e tecnologia, fortalecimento da rede de acolhimento e indicadores capazes de mostrar se as políticas públicas estão realmente protegendo vidas.
E esta não é apenas uma ideia lançada nas redes sociais.

A proposta da SEPROM já foi formalmente protocolada no Governo do Estado de São Paulo.
Conheça o projeto!
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Pedimos ao Governador Tarcísio de Freitas e ao Governo do Estado de São Paulo que analisem formalmente a proposta, abram o diálogo sobre sua viabilidade e apresentem à sociedade um posicionamento sobre sua implementação.
Não queremos simplesmente criar mais uma estrutura pública.
Queremos fazer com que aquilo que já existe trabalhe de forma cada vez mais coordenada, eficiente e integrada.
Porque uma mulher em situação de risco não pode continuar sendo o elo responsável por conectar os órgãos que deveriam protegê-la.
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O Estado precisa fazer essa integração para quem estiver em uma situação de fragilidade.
São Paulo tem a oportunidade de se tornar referência nacional em integração e proteção às mulheres.
Não podemos mais esperar!
Conheça meu trabalho - Instagram


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O problema
Ao longo da minha atuação no serviço público, pude conhecer de perto os desafios enfrentados por quem depende do poder público em momentos de vulnerabilidade.
Foi essa experiência que reforçou em mim uma convicção: uma mulher em situação de risco não pode ter que enfrentar sozinha um sistema fragmentado para conseguir proteção.
A SEPROM nasce desse compromisso — integrar segurança, assistência, saúde e acolhimento para que o Estado funcione como uma verdadeira rede de proteção às mulheres.

Cenário:
Uma mulher em situação de risco não deveria precisar descobrir sozinha qual órgão procurar, para onde ir ou qual porta do Estado bater.
Não deveria ser responsabilidade dela conectar delegacia, medida protetiva, segurança pública, saúde, assistência social, atendimento psicológico e acolhimento justamente em um dos momentos mais difíceis de sua vida.
Essa integração precisa ser responsabilidade do Estado.
São Paulo já possui políticas públicas, serviços e estruturas dedicadas às mulheres. Existem profissionais, programas, Delegacias de Defesa da Mulher e uma Secretaria de Políticas para a Mulher.
Mas acreditamos que é possível avançar.
Por isso defendemos a SEPROM — Secretaria de Proteção à Mulher: uma proposta para fortalecer e reorganizar a estrutura existente, colocando a proteção da mulher e a prevenção da violência no centro de uma rede estadual verdadeiramente integrada.

A ideia é simples:
Quando uma mulher estiver em risco, o Estado inteiro precisa agir como uma única rede de proteção.
A SEPROM propõe ampliar a integração entre Segurança Pública, Polícia Civil, Polícia Militar, Delegacias de Defesa da Mulher, Saúde, Assistência Social e demais órgãos envolvidos na proteção às mulheres.
Queremos protocolos coordenados de atendimento, acompanhamento dos casos de maior risco, uso de dados e tecnologia, fortalecimento da rede de acolhimento e indicadores capazes de mostrar se as políticas públicas estão realmente protegendo vidas.
E esta não é apenas uma ideia lançada nas redes sociais.

A proposta da SEPROM já foi formalmente protocolada no Governo do Estado de São Paulo.
Conheça o projeto!
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Pedimos ao Governador Tarcísio de Freitas e ao Governo do Estado de São Paulo que analisem formalmente a proposta, abram o diálogo sobre sua viabilidade e apresentem à sociedade um posicionamento sobre sua implementação.
Não queremos simplesmente criar mais uma estrutura pública.
Queremos fazer com que aquilo que já existe trabalhe de forma cada vez mais coordenada, eficiente e integrada.
Porque uma mulher em situação de risco não pode continuar sendo o elo responsável por conectar os órgãos que deveriam protegê-la.
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O Estado precisa fazer essa integração para quem estiver em uma situação de fragilidade.
São Paulo tem a oportunidade de se tornar referência nacional em integração e proteção às mulheres.
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Abaixo-assinado criado em 24 de agosto de 2026
