Convencer Lula a renunciar imediatamente após a posse em favor de Geraldo Alckmin

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Vamos chegar a 25 assinaturas!
Os abaixo-assinados com mais de 1.000 apoiadores têm cinco vezes mais chances de ganhar!

O problema

Presidente Lula, o senhor tem quinze dias para salvar o Brasil. E só existe uma maneira de fazer isso: abrir mão de si mesmo.

O senhor perdeu o primeiro turno. Está atrás em todas as pesquisas. Tem a maior rejeição da disputa. E nunca, em quase quarenta anos de democracia, alguém que terminou em segundo lugar venceu um segundo turno presidencial neste país. O senhor sabe disso. Seus marqueteiros sabem. Seus ministros sabem. A única coisa que ninguém no seu entorno tem coragem de lhe dizer é a conclusão: se o senhor continuar na disputa, Flávio Bolsonaro será presidente do Brasil.

Nós sabemos o que isso significa, porque a imprensa do mundo inteiro já está nos avisando.

Significa a Amazônia entregue de novo ao garimpo ilegal, ao fogo e ao desmatamento — o filho que, como deputado, apoiou derrubar a obrigação de preservar a floresta, e que agora se prepara para desmontar tudo o que foi reconstruído desde 2023, enquanto o planeta queima e o Brasil joga fora a última chance de liderar a transição climática.

Significa um presidente que foi aos Estados Unidos pedir que uma potência estrangeira pressionasse as instituições brasileiras, que ofereceu nossas riquezas minerais em troca de apoio político, que chama o Supremo Tribunal Federal de destruidor da democracia — o herdeiro de um projeto cujo líder cumpre 27 anos de prisão por tentar um golpe de Estado.

Significa a intimidação de jornalistas, contra quem ele já move queixas-crime. Significa quatro anos de Brasil subordinado, ressentido, dividido, ridículo diante do mundo.

E tudo isso terá o seu nome, presidente. Não o de Flávio. O seu. Porque o senhor tinha a chave para evitar, e não usou.

A chave é  Geraldo Alckmin. O seu vice. O homem que o senhor mesmo escolheu em 2022 para dizer ao Brasil que o país era maior do que as diferenças. O ex-governador de São Paulo por quatro mandatos, de centro, respeitado pelo mercado, aceito pelo eleitor moderado, que nunca foi rejeitado pela metade do país como o senhor é hoje. O eleitor que votou em Flávio para votar contra Lula — e são milhões — não tem nada contra Alckmin. Devolva a ele a possibilidade de votar com a consciência tranquila.

O que pedimos é simples, e a Constituição permite. O senhor continua na urna. Vence o segundo turno com Alckmin ao lado. Toma posse em 1º de janeiro de 2027. E, no mesmo dia, renuncia — assumindo Geraldo Alckmin a Presidência até 2030, como manda o artigo 79 da Constituição. Pedimos que o senhor assuma esse compromisso agora, em público, por escrito, de forma irrevogável, com Alckmin ao seu lado, diante de 150 milhões de brasileiros. Que a campanha passe a se chamar: #VoteLulaPresidenteAlckmin.

Isso não é derrota. É a maior vitória da sua vida.

A história guarda seus maiores lugares para os que souberam renunciar. Cincinato, chamado a salvar Roma, venceu a guerra e devolveu o poder em dezesseis dias, voltando ao arado. George Washington recusou a coroa que lhe ofereciam e recusou o terceiro mandato, e por isso é o pai de uma nação, não o dono dela. Nelson Mandela, depois de 27 anos de prisão e de uma vitória esmagadora, governou um único mandato e saiu — e nenhum sul-africano o esqueceu. Dom Pedro I abdicou em favor de um filho de cinco anos para que o Brasil continuasse existindo. Moisés conduziu seu povo por quarenta anos até a fronteira da terra prometida e aceitou não entrar nela, porque o destino do povo era maior do que o seu. E em Um Conto de Duas Cidades, Sydney Carton sobe ao cadafalso no lugar de outro e diz que aquilo que faz é muito, muito melhor do que tudo o que fizera antes.

Presidente, o senhor é o maior líder popular da história deste país. Saiu da fome, da prisão, da calúnia, e voltou três vezes. Ninguém pode lhe tirar isso. Mas agora o senhor está diante da única escolha que pode tirar: terminar a sua biografia como o homem que, por não aceitar sair, entregou o Brasil à família que tentou destruí-lo — ou terminá-la como o homem que, no auge do poder, abriu mão de tudo para que o país não caísse.

A segunda escolha é a de Cincinato, de Washington, de Mandela. A primeira é a de todos os que foram grandes até o dia em que não souberam parar.

Nós, abaixo assinados, pedimos: Lula, entregue o Brasil a Alckmin. Encerre sua vida pública com o maior ato de grandeza que um brasileiro já praticou.

O senhor tem até 25 de outubro. O Brasil, e o planeta, têm muito mais a perder.

Assine. Compartilhe. E peça a quem conhece que faça o mesmo. Mais informações, fontes e o caminho jurídico completo em https://anderaos.substack.com/s/votelulapresidentealckmin

 

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Ricardo AnderáosCriador do abaixo-assinadoJornalista, ambientalista e empreendedor social

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