

Convênio digno, já!
O problema
Abaixo-assinado pela abertura de um processo transparente para substituir o convênio médico atual
Nossa saúde não pode esperar
Nós, servidores públicos municipais de Cajamar, seus familiares e apoiadores, solicitamos à Prefeitura Municipal de Cajamar a adoção de medidas imediatas para garantir um atendimento médico digno, ágil, seguro e compatível com aquilo que é contratado e pago pelos servidores.
O convênio médico não é um luxo. Ele é a proteção de quem trabalha pelo município e de seus dependentes — pais, mães, filhos, companheiros, pessoas idosas e familiares que precisam de acompanhamento contínuo. Quando uma consulta demora, quando um exame não é agendado, quando uma especialidade não está disponível ou quando o paciente não consegue uma resposta clara, o problema não é apenas administrativo: pode significar dor, agravamento de uma doença, ansiedade e risco para alguém que amamos.
Por isso, pedimos a abertura de um processo público, transparente e fundamentado para avaliar a substituição da Plena Saúde como prestadora do convênio dos servidores municipais, caso fique comprovado que a rede, os prazos e o atendimento não atendem às necessidades dos beneficiários e às obrigações contratuais, o que já está documentado.
A Câmara Municipal de Cajamar publicou, em 6 de abril de 2026, notícia sobre requerimento que solicitou informações ao prefeito e à Secretaria Municipal de Saúde a respeito do convênio Plena. O texto menciona reclamações sobre demora no agendamento de consultas e exames, questiona a disponibilidade de especialidades médicas e pede esclarecimentos sobre a fiscalização do cumprimento do contrato.
O Diário Oficial de Cajamar, na edição nº 1.612, registrou a prorrogação do Contrato nº 87/2022 por mais 12 meses, com assinatura em 5 de dezembro de 2025. O documento descreve a assistência médico-hospitalar, ambulatorial e laboratorial contratada, informa estimativa de 2.561 servidores e 5.410 dependentes, registra 2.013 titulares e 3.552 dependentes atualmente no plano e aponta repasse mensal de R$ 1.458.303,02. O próprio extrato estabelece que os serviços devem ser acompanhados e fiscalizados pela Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos.
A página do ReclameAqui classifica “agendamento” como um dos principais problemas mencionados pelos consumidores.
A ANS mantém painéis oficiais de demandas NIP, Índice Geral de Reclamações, Taxa de Resolutividade e Taxa de Intermediação Resolvida. Solicitamos que a Prefeitura publique, de forma atualizada, os dados da Plena Saúde nesses painéis, além dos registros de sua ouvidoria, protocolos, prazos de atendimento, negativas, descredenciamentos e reclamações dos servidores de Cajamar.
O que reivindicamos
1.Abertura de processo administrativo público para avaliar a continuidade ou a substituição da Plena Saúde.
2.Divulgação integral do contrato, aditivos, rede credenciada atualizada, filas, prazos médios de agendamento e indicadores de atendimento.
3.Auditoria independente sobre a qualidade e a disponibilidade de consultas, exames, terapias, internações, pronto atendimento e transporte/remoção previstos no contrato.
4.Criação de um canal oficial para que servidores e dependentes registrem reclamações com protocolo e acompanhem a solução.
5.Realização de audiência pública com servidores, dependentes, representantes da Prefeitura, Câmara Municipal, Plena Saúde e órgãos de defesa do consumidor.
6.Caso a substituição seja tecnicamente e juridicamente recomendada, realização de nova contratação com critérios objetivos de qualidade, ampla rede credenciada, prazos máximos de atendimento, penalidades e fiscalização efetiva.
7.Garantia de continuidade do tratamento, sem desassistência, durante qualquer eventual transição de operadora.
Assine e compartilhe
Assinar este abaixo-assinado é pedir transparência, fiscalização e cuidado. Não estamos reivindicando privilégio: estamos defendendo o direito de cada servidor e dependente de receber atendimento quando precisar — especialmente nos momentos em que a saúde de um filho, de um pai, de uma mãe ou de qualquer pessoa querida não pode esperar. Precisamos de um convênio que funcione na prática, não apenas no papel.
Assine. Compartilhe.
Saúde não se negocia com silêncio. Atendimento digno é obrigação.

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O problema
Abaixo-assinado pela abertura de um processo transparente para substituir o convênio médico atual
Nossa saúde não pode esperar
Nós, servidores públicos municipais de Cajamar, seus familiares e apoiadores, solicitamos à Prefeitura Municipal de Cajamar a adoção de medidas imediatas para garantir um atendimento médico digno, ágil, seguro e compatível com aquilo que é contratado e pago pelos servidores.
O convênio médico não é um luxo. Ele é a proteção de quem trabalha pelo município e de seus dependentes — pais, mães, filhos, companheiros, pessoas idosas e familiares que precisam de acompanhamento contínuo. Quando uma consulta demora, quando um exame não é agendado, quando uma especialidade não está disponível ou quando o paciente não consegue uma resposta clara, o problema não é apenas administrativo: pode significar dor, agravamento de uma doença, ansiedade e risco para alguém que amamos.
Por isso, pedimos a abertura de um processo público, transparente e fundamentado para avaliar a substituição da Plena Saúde como prestadora do convênio dos servidores municipais, caso fique comprovado que a rede, os prazos e o atendimento não atendem às necessidades dos beneficiários e às obrigações contratuais, o que já está documentado.
A Câmara Municipal de Cajamar publicou, em 6 de abril de 2026, notícia sobre requerimento que solicitou informações ao prefeito e à Secretaria Municipal de Saúde a respeito do convênio Plena. O texto menciona reclamações sobre demora no agendamento de consultas e exames, questiona a disponibilidade de especialidades médicas e pede esclarecimentos sobre a fiscalização do cumprimento do contrato.
O Diário Oficial de Cajamar, na edição nº 1.612, registrou a prorrogação do Contrato nº 87/2022 por mais 12 meses, com assinatura em 5 de dezembro de 2025. O documento descreve a assistência médico-hospitalar, ambulatorial e laboratorial contratada, informa estimativa de 2.561 servidores e 5.410 dependentes, registra 2.013 titulares e 3.552 dependentes atualmente no plano e aponta repasse mensal de R$ 1.458.303,02. O próprio extrato estabelece que os serviços devem ser acompanhados e fiscalizados pela Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos.
A página do ReclameAqui classifica “agendamento” como um dos principais problemas mencionados pelos consumidores.
A ANS mantém painéis oficiais de demandas NIP, Índice Geral de Reclamações, Taxa de Resolutividade e Taxa de Intermediação Resolvida. Solicitamos que a Prefeitura publique, de forma atualizada, os dados da Plena Saúde nesses painéis, além dos registros de sua ouvidoria, protocolos, prazos de atendimento, negativas, descredenciamentos e reclamações dos servidores de Cajamar.
O que reivindicamos
1.Abertura de processo administrativo público para avaliar a continuidade ou a substituição da Plena Saúde.
2.Divulgação integral do contrato, aditivos, rede credenciada atualizada, filas, prazos médios de agendamento e indicadores de atendimento.
3.Auditoria independente sobre a qualidade e a disponibilidade de consultas, exames, terapias, internações, pronto atendimento e transporte/remoção previstos no contrato.
4.Criação de um canal oficial para que servidores e dependentes registrem reclamações com protocolo e acompanhem a solução.
5.Realização de audiência pública com servidores, dependentes, representantes da Prefeitura, Câmara Municipal, Plena Saúde e órgãos de defesa do consumidor.
6.Caso a substituição seja tecnicamente e juridicamente recomendada, realização de nova contratação com critérios objetivos de qualidade, ampla rede credenciada, prazos máximos de atendimento, penalidades e fiscalização efetiva.
7.Garantia de continuidade do tratamento, sem desassistência, durante qualquer eventual transição de operadora.
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Assinar este abaixo-assinado é pedir transparência, fiscalização e cuidado. Não estamos reivindicando privilégio: estamos defendendo o direito de cada servidor e dependente de receber atendimento quando precisar — especialmente nos momentos em que a saúde de um filho, de um pai, de uma mãe ou de qualquer pessoa querida não pode esperar. Precisamos de um convênio que funcione na prática, não apenas no papel.
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Abaixo-assinado criado em 14 de setembro de 2026