Imediata revogação do distanciamento social e das relativas medidas de protecção

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Considerado que:

  • a economia mundial foi fechada por causa de um vírus não particularmente perigoso, responsável por pouco mais de 1% das mortes deste ano, que afectou apenas 0.04% da população mundial e matou apenas 0.0028%;
  • a Covid-19 até agora provocou de forma directa e indirecta pouco mais de 200.000 óbitos, um terço do total registado anualmente por causa duma gripe sazonal;
  • antes foram postas em quarentena pessoas saudáveis, agora as mesmas são obrigadas a utilizar meios de protecção individual e medidas de “distanciamento social” em vez de limitar a deslocação e as possibilidades de contagio apenas entre as categoria de maior risco como idosos e doentes. Lembramos que a quase totalidade dos óbitos aconteceram entre pessoas idosa (com mais de 70 anos) e com graves patologias pré-existentes (até quatro em contemporânea);
  • as medidas de “prevenção” reduzem a absorção de luz solar com relativos benefícios, limitam o exercício e impedem a exposição a uma grande variedade de antigénios, o comporta o inevitável enfraquecimento do sistema imunitário e a taxas de infecção mais elevadas;
  • as escolas de cada ordem e grau foram fechadas quando as crianças nem sequer adoecem por causa da Covid-19;
    as máscaras faciais não conseguem travar a difusão do vírus, sendo que as dimensões deste permitem-lhe ultrapassar tal tipologia de filtro;
  • a melhor das vacinas é a imunidade natural, gratuita e livremente disponível para todas as pessoas saudáveis. Vice-versa, as vacinas de nova geração acerca das quais as instituições de pesquisas estão a trabalhar implicam riscos que nesta atura não é possível determinar;
  • a vacinação não natural não é sinónimo de prevenção eficaz: existe uma vacina contra o sarampo, mas todos os anos morrem 140.000 pessoas com sarampo; existe uma vacina contra o pneumococo, mas esta bactéria mata entre 2 a 2.5 milhões de pessoas por ano; existe uma vacina contra a hepatite B, mas esta mata 140.000 pessoas por ano; existe uma vacina contra o tétano, mas o tétano mata 89.000 pessoas por ano; existe uma vacina contra o rotavírus, mas este continua a matar 800.000 pessoas por ano; existe uma vacina contra o HPV, mas o vírus mata 250.000 pessoas; existe uma vacina contra a tuberculose, mas 1.5 milhões de pessoas morrem devido a ela; existe uma vacina contra a gripe, mas a gripe mata até 650 000 de pessoas por ano; existe uma vacina contras a poliomielite mas esta provoca novos surtos da doença. Nenhuma destas vítimas são consideradas como óbitos duma pandemia apesar dos números assustadores, nenhuma destas doenças provoca o congelamento de inteiras economias ou exige medidas extraordinárias.
  • um número não indiferente de especialistas do sector da Saúde critica tanto a forma alarmista como a “pandemia” foi apresentada quanto as sucessivas e injustificadas medidas de contenção;

Pedimos:

  • que sejam imediatamente revogadas todas as medidas que obrigam indivíduos saudáveis a utilizar meios de protecção individual, a observar medidas que limitem o contacto social e dificultem o regular funcionamento de instituições e empresas públicas e/ou privadas de qualquer tipologia;
  • para indivíduos entre 0 e 60 anos de idade, na ausência de doenças graves anteriores: um imediato regresso à normalidade no respeito das existentes normativas em relação à higiene e segurança nos locais de trabalho;
  • para indivíduos com mais de 60 anos de idade e para qualquer pessoa que tenha sofrido de doenças incapacitantes no passado: a continuação da quarentena domiciliária, numa base voluntária e sem ilegítima imposição da autoridade, com o apoio económico do Estado, que assegurará os cuidados e as necessidades do cidadão, de modo a garantir um distanciamento social total e seguro. Esta faculdade pode ser alargada aos coabitantes e a qualquer pessoa que, para segurança pessoal, opte por viver num estado de isolamento total até ao anúncio oficial da impossibilidade de entrar em contacto com o Covid-19.


A vida deve continuar, a liberdade é uma razão para morrer e não se renuncia a ela por medo da morte.