

Aluguel acessível em Vitória e Vila Velha: queremos medidas concretas
O problema
Morar em Vitória e Vila Velha está cada vez mais difícil para quem depende de aluguel.
Sou morador de Jardim da Penha, em Vitória, e iniciei este abaixo-assinado para cobrar medidas que permitam aos moradores continuar vivendo perto do trabalho, dos estudos e de suas redes de apoio.
Em Vitória, os preços anunciados de aluguel de apartamentos acumularam aproximadamente 83,4% de aumento entre dezembro de 2021 e setembro de 2026. No mesmo período, a inflação medida pelo IPCA acumulou cerca de 25,7%. Os percentuais foram calculados a partir das taxas publicadas no relatório FipeZAP de setembro de 2026. O indicador acompanha anúncios para novos aluguéis, não o reajuste de todos os contratos existentes.
Para Vila Velha, pedimos também dados próprios e transparentes sobre a evolução dos aluguéis e seu peso na renda das famílias.
Queremos que as duas prefeituras e câmaras municipais assumam os seguintes compromissos, respeitando suas competências:
1. Realizar audiências públicas sobre aluguel e acesso à moradia, com participação de inquilinos, moradores, universidades e representantes do setor.
2. Apresentar um plano de aluguel acessível, com metas, orçamento, responsáveis e prazos, incluindo locação social e aproveitamento de imóveis públicos adequados à moradia.
3. Vincular incentivos públicos a resultados concretos: imóveis com preços acessíveis, público atendido definido e garantia de permanência na finalidade habitacional.
4. Produzir e divulgar um diagnóstico por bairro, reunindo dados sobre aluguéis, renda, imóveis ociosos e oferta de moradia permanente.
5. Avaliar e propor regras para a exploração profissional de curta estadia, incluindo cadastro, transparência e medidas proporcionais onde houver impacto comprovado sobre a moradia. Imóveis beneficiados por políticas de habitação acessível devem ter sua finalidade protegida.
Solicitamos resposta pública aos pedidos e propomos que as audiências sejam agendadas em até 60 dias. Esse prazo é uma reivindicação da campanha.
Assine para cobrar uma cidade onde quem trabalha, estuda e constrói sua vida também consiga morar.
Organização: Moradia Acessível ES
Fonte dos indicadores: https://downloads.fipe.org.br/indices/fipezap/fipezap-202609-residencial-locacao.pdf

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O problema
Morar em Vitória e Vila Velha está cada vez mais difícil para quem depende de aluguel.
Sou morador de Jardim da Penha, em Vitória, e iniciei este abaixo-assinado para cobrar medidas que permitam aos moradores continuar vivendo perto do trabalho, dos estudos e de suas redes de apoio.
Em Vitória, os preços anunciados de aluguel de apartamentos acumularam aproximadamente 83,4% de aumento entre dezembro de 2021 e setembro de 2026. No mesmo período, a inflação medida pelo IPCA acumulou cerca de 25,7%. Os percentuais foram calculados a partir das taxas publicadas no relatório FipeZAP de setembro de 2026. O indicador acompanha anúncios para novos aluguéis, não o reajuste de todos os contratos existentes.
Para Vila Velha, pedimos também dados próprios e transparentes sobre a evolução dos aluguéis e seu peso na renda das famílias.
Queremos que as duas prefeituras e câmaras municipais assumam os seguintes compromissos, respeitando suas competências:
1. Realizar audiências públicas sobre aluguel e acesso à moradia, com participação de inquilinos, moradores, universidades e representantes do setor.
2. Apresentar um plano de aluguel acessível, com metas, orçamento, responsáveis e prazos, incluindo locação social e aproveitamento de imóveis públicos adequados à moradia.
3. Vincular incentivos públicos a resultados concretos: imóveis com preços acessíveis, público atendido definido e garantia de permanência na finalidade habitacional.
4. Produzir e divulgar um diagnóstico por bairro, reunindo dados sobre aluguéis, renda, imóveis ociosos e oferta de moradia permanente.
5. Avaliar e propor regras para a exploração profissional de curta estadia, incluindo cadastro, transparência e medidas proporcionais onde houver impacto comprovado sobre a moradia. Imóveis beneficiados por políticas de habitação acessível devem ter sua finalidade protegida.
Solicitamos resposta pública aos pedidos e propomos que as audiências sejam agendadas em até 60 dias. Esse prazo é uma reivindicação da campanha.
Assine para cobrar uma cidade onde quem trabalha, estuda e constrói sua vida também consiga morar.
Organização: Moradia Acessível ES
Fonte dos indicadores: https://downloads.fipe.org.br/indices/fipezap/fipezap-202609-residencial-locacao.pdf

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Abaixo-assinado criado em 30 de outubro de 2026