

Ajude Maria Eduarda a permanecer na Faculdade de Direito da UnB
O problema
Maria Eduarda tem 19 anos, é natural de Minas Gerais e é uma pessoa com deficiência visual.
No segundo semestre de 2023, Duda ingressou no curso de Direito, na Universidade de Brasília, através da política de cotas. As cotas são importante avanço na luta por inclusão de pessoas com deficiência e outras minorias sociais que historicamente foram marginalizadas em nossa sociedade.
Duda é acompanhada durante suas atividades acadêmicas presenciais e remotas por sua mãe, Ivone, que presta os auxílios de acompanhamento, no trânsito pela universidade e na alimentação de sua filha, enfrentando diariamente os desafios de uma estrutura física, política e administrativa que é capacitista!
Uma das dificuldades enfrentadas pelas duas é que a mãe de Duda não pode fazer uso do Restaurante Universitário — nem de forma gratuita, nem pagando o preço de estudante — mesmo sendo acompanhante da caloura e fator indispensável para o processo de inclusão de Duda na Universidade.
Pelo alto valor das refeições (R$ 7,05 o café da manhã e R$ 15,20 almoço e jantar), a mãe de Duda, apesar de acompanhar a filha no restaurante, não pode se alimentar na Universidade, já que possui outras despesas relacionadas à sua estadia em Brasília.
A DDS (Diretoria de Desenvolvimento Social) já foi contatada sobre o caso, no entanto, não adotou nenhuma medida nem expressou posicionamento.
Precisamos lutar pela permanência de pessoas com deficiência na Universidade pública. Garantir a permanência de Duda na Universidade, entre muitas outras reivindicações, também envolve garantir condições da presença de sua acompanhante, neste caso, sua mãe.
Assine o abaixo assinado para pressionar a Universidade de Brasília a tomar providências!
15.293
O problema
Maria Eduarda tem 19 anos, é natural de Minas Gerais e é uma pessoa com deficiência visual.
No segundo semestre de 2023, Duda ingressou no curso de Direito, na Universidade de Brasília, através da política de cotas. As cotas são importante avanço na luta por inclusão de pessoas com deficiência e outras minorias sociais que historicamente foram marginalizadas em nossa sociedade.
Duda é acompanhada durante suas atividades acadêmicas presenciais e remotas por sua mãe, Ivone, que presta os auxílios de acompanhamento, no trânsito pela universidade e na alimentação de sua filha, enfrentando diariamente os desafios de uma estrutura física, política e administrativa que é capacitista!
Uma das dificuldades enfrentadas pelas duas é que a mãe de Duda não pode fazer uso do Restaurante Universitário — nem de forma gratuita, nem pagando o preço de estudante — mesmo sendo acompanhante da caloura e fator indispensável para o processo de inclusão de Duda na Universidade.
Pelo alto valor das refeições (R$ 7,05 o café da manhã e R$ 15,20 almoço e jantar), a mãe de Duda, apesar de acompanhar a filha no restaurante, não pode se alimentar na Universidade, já que possui outras despesas relacionadas à sua estadia em Brasília.
A DDS (Diretoria de Desenvolvimento Social) já foi contatada sobre o caso, no entanto, não adotou nenhuma medida nem expressou posicionamento.
Precisamos lutar pela permanência de pessoas com deficiência na Universidade pública. Garantir a permanência de Duda na Universidade, entre muitas outras reivindicações, também envolve garantir condições da presença de sua acompanhante, neste caso, sua mãe.
Assine o abaixo assinado para pressionar a Universidade de Brasília a tomar providências!
Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 26 de setembro de 2023