

Abertura da Rua da Assembléia - Cidade Jardim - Campo Grande/MS
O problema
Em maio de 2025, moradores do bairro e técnicos da AGETRAN reuniram-se no Malolo para conhecer as mudanças previstas para o trânsito da nossa vizinhança. A decisão partiu da AGETRAN, com base em estudo técnico de tráfego da região, mas os moradores foram ouvidos e vários pontos foram deliberados ali mesmo, todos voltados a um único objetivo: melhorar o fluxo dos veículos que entram e saem do Parque dos Poderes pelo bairro.
O principal deles foi definir a Rua Assembleia como via de acesso principal ao Parque, por ser ela que liga o Chácara Cachoeira ao nosso bairro em linha reta.
Para isso, ficou acertada a remoção do muro erguido onde hoje a rua termina — que originalmente não era sem saída — e a sua ligação com a Av. Poeta, dentro do Parque dos Poderes, concentrando ali o tráfego de quem entra e sai do Parque e eliminando o fluxo de passagem pelas ruas residenciais.
O trajeto resultante é mais curto e mais direto: menos curvas, menos veículos circulando onde as pessoas moram, menos risco de acidentes — e mais comodidade tanto para quem passa quanto para quem vive aqui.
Como a demolição do muro e a pavimentação daquele pequeno trecho dependem de contratação pública, que é demorada, a Rua Antúrio ficou provisoriamente como única via de acesso do Parque ao bairro, com uma placa orientando quem procura a Assembleia a converter à esquerda na Resedá. Acontece que muitos motoristas não percebem a placa e percorrem a Antúrio inteira, não raro em alta velocidade, até a Centaurea, onde fazem as conversões para retornar à Assembleia e seguir por apenas duas quadras. Um verdadeiro desvio, que custa tempo e gera transtorno — congestionamento no cruzamento da Centaurea e tráfego pesado em ruas que não deveriam recebê-lo.
Ocorre que, durante essa espera pela obra, um grupo de moradores — que, segundo consta, esteve presente na reunião de maio e agora se opõe à solução definida pela AGETRAN — protocolou denúncia no Ministério Público apontando supostas irregularidades no corte das árvores do pequeno trecho entre a Rua Assembleia e a Av. Poeta, ao lado do Malolo.
Diante disso, e conforme nos informou a própria AGETRAN, surpreendida pela denúncia mesmo após todos os esclarecimentos e o consenso construído na reunião, o projeto foi suspenso e aguarda definição das autoridades.
Ou seja: um ato isolado, contrário ao que foi amplamente discutido com a vizinhança e respaldado em estudo técnico, paralisou uma melhoria que interessa a todos — e quem paga a conta somos nós, que seguimos convivendo com tráfego intenso, excesso de velocidade, congestionamentos e risco de acidentes em áreas do bairro onde nada disso precisaria existir.
Em novo contato com a AGETRAN, fomos orientados a reunir uma lista de assinaturas dos moradores, demonstrando que existe, sim, interesse da vizinhança em organizar adequadamente o trânsito, apesar da denúncia de poucos, e solicitando que a obra seja executada com a maior brevidade possível. Segundo nos foi informado, esse é o caminho para destravar as medidas e devolver ao bairro a tranquilidade que sempre teve.
Para isso, precisamos do apoio de todos. Você colabora assinando a lista e chamando outros moradores a fazer o mesmo?
Se quiser pode também entra no grupo de WhatsApp criado especialmente para essa finalidade, para que possamos, juntos, viabilizar essa conquista para o bairro:
https://chat.whatsapp.com/BG9UDOVCBzY4U2CVBzQ0b2
Grato desde já!

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O problema
Em maio de 2025, moradores do bairro e técnicos da AGETRAN reuniram-se no Malolo para conhecer as mudanças previstas para o trânsito da nossa vizinhança. A decisão partiu da AGETRAN, com base em estudo técnico de tráfego da região, mas os moradores foram ouvidos e vários pontos foram deliberados ali mesmo, todos voltados a um único objetivo: melhorar o fluxo dos veículos que entram e saem do Parque dos Poderes pelo bairro.
O principal deles foi definir a Rua Assembleia como via de acesso principal ao Parque, por ser ela que liga o Chácara Cachoeira ao nosso bairro em linha reta.
Para isso, ficou acertada a remoção do muro erguido onde hoje a rua termina — que originalmente não era sem saída — e a sua ligação com a Av. Poeta, dentro do Parque dos Poderes, concentrando ali o tráfego de quem entra e sai do Parque e eliminando o fluxo de passagem pelas ruas residenciais.
O trajeto resultante é mais curto e mais direto: menos curvas, menos veículos circulando onde as pessoas moram, menos risco de acidentes — e mais comodidade tanto para quem passa quanto para quem vive aqui.
Como a demolição do muro e a pavimentação daquele pequeno trecho dependem de contratação pública, que é demorada, a Rua Antúrio ficou provisoriamente como única via de acesso do Parque ao bairro, com uma placa orientando quem procura a Assembleia a converter à esquerda na Resedá. Acontece que muitos motoristas não percebem a placa e percorrem a Antúrio inteira, não raro em alta velocidade, até a Centaurea, onde fazem as conversões para retornar à Assembleia e seguir por apenas duas quadras. Um verdadeiro desvio, que custa tempo e gera transtorno — congestionamento no cruzamento da Centaurea e tráfego pesado em ruas que não deveriam recebê-lo.
Ocorre que, durante essa espera pela obra, um grupo de moradores — que, segundo consta, esteve presente na reunião de maio e agora se opõe à solução definida pela AGETRAN — protocolou denúncia no Ministério Público apontando supostas irregularidades no corte das árvores do pequeno trecho entre a Rua Assembleia e a Av. Poeta, ao lado do Malolo.
Diante disso, e conforme nos informou a própria AGETRAN, surpreendida pela denúncia mesmo após todos os esclarecimentos e o consenso construído na reunião, o projeto foi suspenso e aguarda definição das autoridades.
Ou seja: um ato isolado, contrário ao que foi amplamente discutido com a vizinhança e respaldado em estudo técnico, paralisou uma melhoria que interessa a todos — e quem paga a conta somos nós, que seguimos convivendo com tráfego intenso, excesso de velocidade, congestionamentos e risco de acidentes em áreas do bairro onde nada disso precisaria existir.
Em novo contato com a AGETRAN, fomos orientados a reunir uma lista de assinaturas dos moradores, demonstrando que existe, sim, interesse da vizinhança em organizar adequadamente o trânsito, apesar da denúncia de poucos, e solicitando que a obra seja executada com a maior brevidade possível. Segundo nos foi informado, esse é o caminho para destravar as medidas e devolver ao bairro a tranquilidade que sempre teve.
Para isso, precisamos do apoio de todos. Você colabora assinando a lista e chamando outros moradores a fazer o mesmo?
Se quiser pode também entra no grupo de WhatsApp criado especialmente para essa finalidade, para que possamos, juntos, viabilizar essa conquista para o bairro:
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Abaixo-assinado criado em 10 de setembro de 2026