REESTATIZAR A COPEL - A COPEL É NOSSA


REESTATIZAR A COPEL - A COPEL É NOSSA
O problema
REESTATIZAR A COPEL - Queremos que o povo do Paraná seja o acionista principal da Copel para que ofereça energia mais barata do Brasil e serviços de alta qualidade.
Acompanhe no facebook: https://www.facebook.com/fernandosanguelaranja13/ e em: https://www.facebook.com/bemcopel/
As maioria das ações do Paraná foram vendidas pelo governador Ratinho Junior em 2023 e a Copel deixou de ser comendada e atuar com interesse da sociedade paranaense. Hoje a Copel está sem o comando do governo do Paraná e sujeita a interesses de diferentes acionistas privados e estrangeiros.
Após ser privatizada, a Copel já apresenta redução da qualidade, mas, não deixa de apresentar e distribuir vultuosos lucros para seus acionistas.
Com a reestatização queremos de volta a melhoria do fornecimento de energia elétrica e a transformação dos seus lucros em benefícios para o Paraná.
Recentamente se verificou que o serviço prestado pela companhia paranaense tem prejudicado consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais, em especial da agricultura familiar.
Os prejuízos, que vão desde a perda de alimentos a queima de equipamentos e interrupção de linhas de produção, são decorrentes dos constantes apagões e oscilações de energia elétrica em todo o Estado.
Queremos que a ANEEL determine metas mais duras de Duração e Frequência de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) específicas para a energia rural, para garantir um serviço de energia elétrica mais confiável e estável para os consumidores do campo.
Em pesquisa da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) a respeito da qualidade do serviço prestado pela operadora aos produtores rurais apontou que 85% dos produtores rurais não estão satisfeitos com a Copel.
As quedas consecutivas de energia elétrica e oscilações frequentes na tensão da rede têm gerado transtornos e prejuízos milionários a produtores rurais de todas as regiões do Paraná. Cerca de 38,7% agricultores sofreram mais de 20 quedas de luz nos últimos 12 meses e 50,6% ficaram, em média, mais de cinco horas às escuras a cada apagão.
Nos últimos meses, a Faep recebeu 18 ofícios de sindicatos rurais e núcleos, que, juntos, correspondem a 54 unidades sindicais.
Os deputados estaduais, Arilson Chioratto e Luciana Rafagnin tem acompanhado o assunto de perto e enviram requerimentos à Copel e à agência ANEEL solicitando providências urgentes.
Precarização – Desde a privatização da Copel em 2022, o número de interrupções aumentou em 23,6% no comparativo entre o último quadrimestre de 2023 e 2022, chegando ao montante de 38 mil interrupções registradas. Outro fator observado foi o tempo médio de atendimento, que passou de 4 horas em 2022 para 6 horas em 2023.
Desempenho – Mais uma vez, a Copel caiu no ranking de desempenho divulgado pela Aneel. Entre as 29 distribuidoras de grande porte (com mais de 400 mil clientes) do país, a companhia paranaense ocupa o 25º lugar. Em 2021, a Copel estava na décima posição, ou seja, a empresa despencou 15 postos em apenas três anos. A classificação da Aneel leva em conta o número de quedas de energia elétrica e a duração de cada período de apagão.
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O problema
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As maioria das ações do Paraná foram vendidas pelo governador Ratinho Junior em 2023 e a Copel deixou de ser comendada e atuar com interesse da sociedade paranaense. Hoje a Copel está sem o comando do governo do Paraná e sujeita a interesses de diferentes acionistas privados e estrangeiros.
Após ser privatizada, a Copel já apresenta redução da qualidade, mas, não deixa de apresentar e distribuir vultuosos lucros para seus acionistas.
Com a reestatização queremos de volta a melhoria do fornecimento de energia elétrica e a transformação dos seus lucros em benefícios para o Paraná.
Recentamente se verificou que o serviço prestado pela companhia paranaense tem prejudicado consumidores residenciais, comerciais, industriais e rurais, em especial da agricultura familiar.
Os prejuízos, que vão desde a perda de alimentos a queima de equipamentos e interrupção de linhas de produção, são decorrentes dos constantes apagões e oscilações de energia elétrica em todo o Estado.
Queremos que a ANEEL determine metas mais duras de Duração e Frequência de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) específicas para a energia rural, para garantir um serviço de energia elétrica mais confiável e estável para os consumidores do campo.
Em pesquisa da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) a respeito da qualidade do serviço prestado pela operadora aos produtores rurais apontou que 85% dos produtores rurais não estão satisfeitos com a Copel.
As quedas consecutivas de energia elétrica e oscilações frequentes na tensão da rede têm gerado transtornos e prejuízos milionários a produtores rurais de todas as regiões do Paraná. Cerca de 38,7% agricultores sofreram mais de 20 quedas de luz nos últimos 12 meses e 50,6% ficaram, em média, mais de cinco horas às escuras a cada apagão.
Nos últimos meses, a Faep recebeu 18 ofícios de sindicatos rurais e núcleos, que, juntos, correspondem a 54 unidades sindicais.
Os deputados estaduais, Arilson Chioratto e Luciana Rafagnin tem acompanhado o assunto de perto e enviram requerimentos à Copel e à agência ANEEL solicitando providências urgentes.
Precarização – Desde a privatização da Copel em 2022, o número de interrupções aumentou em 23,6% no comparativo entre o último quadrimestre de 2023 e 2022, chegando ao montante de 38 mil interrupções registradas. Outro fator observado foi o tempo médio de atendimento, que passou de 4 horas em 2022 para 6 horas em 2023.
Desempenho – Mais uma vez, a Copel caiu no ranking de desempenho divulgado pela Aneel. Entre as 29 distribuidoras de grande porte (com mais de 400 mil clientes) do país, a companhia paranaense ocupa o 25º lugar. Em 2021, a Copel estava na décima posição, ou seja, a empresa despencou 15 postos em apenas três anos. A classificação da Aneel leva em conta o número de quedas de energia elétrica e a duração de cada período de apagão.
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Abaixo-assinado criado em 3 de abril de 2024