Não aprovem o abate para consumo de jumentos em Apodi,RN


Não aprovem o abate para consumo de jumentos em Apodi,RN
O problema
O abate é cruel e denecessário, causando indignação social. Esta sendo feito para resolver um problema populacional dos jumentos que pode e deveria ser resolvido de outra forma. A carne vinda de animais descartados é no mínimo suspeita em termos sanitários.
“Se muita gente é contra o abate de cavalos seria adequado deixar os cavalos em paz ao invés de gastar tempo, energia e dinheiro confrontando este público em uma guerra eterna, deixando de considerar outros problemas e situações, também importantes, que poderiam ser mais bem discutidos e trabalhados em prol de uma sociedade cada vez melhor.
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar!) os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
O problema
O abate é cruel e denecessário, causando indignação social. Esta sendo feito para resolver um problema populacional dos jumentos que pode e deveria ser resolvido de outra forma. A carne vinda de animais descartados é no mínimo suspeita em termos sanitários.
“Se muita gente é contra o abate de cavalos seria adequado deixar os cavalos em paz ao invés de gastar tempo, energia e dinheiro confrontando este público em uma guerra eterna, deixando de considerar outros problemas e situações, também importantes, que poderiam ser mais bem discutidos e trabalhados em prol de uma sociedade cada vez melhor.
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar! Proponho que nesta linha de raciocínio, comamos também ratos e baratas para economizar medidas governamentais de controle de pragas!), os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Onde se lê cavalos, poderíamos ler jumentos.
O que estamos vendo é um velho fenômeno típico do Brasil. Modernização desordenada, imprevidência e ausência de poder público. No nordeste do Brasil não é de hoje que temos visto o aumento brutal do abandono de jumentos em troca por motocicletas, e com isso um crescente número destes animais passou a vagar pelas estradas, expostos a maus tratos, fome e causando acidentes.
Em vez de criar uma política eficiente e cumprir leis já existentes, fez-se vista grossa ao fenômeno. Agora que o incômodo chegou ao extremo, a solução é a de sempre (aquela que já vemos com cães e gatos deixados a procriar desordenadamente em cidades grandes e pequenas): o extermínio! Como ainda não chegamos ao ponto de comer cães e gatos (o que não deve demorar!) os jumentos, com o terrível precedente do cavalo como possibilidade de alimento, agora esta na mira de um extermínio para virar alimento na mesa do brasileiro.
A medida proposta pelo promotor de justiça (de Apodi, RN), nominalmente visa alimentar presidiários, mas ninguém duvida que com o crescente fomento à indústria exportadora de carne de cavalo, a ideia de difundir o consumo da carne equina esteja nos planos futuros de alguns legisladores.
A medida “tapa-buraco” da ineficiência do controle e planejamento da população de jegues é apenas o começo. Ela em si não resolve nada em longo prazo, uma vez que o alvo é um numero determinado de animais abandonados, que um dia terá fim. Não se trata AINDA de criação para abate, até porque isso não é vantajoso economicamente.
Assim ao problema ético se junta o de saúde publica, ligado justamente ao fato de não serem animais criados para abate (o que também não é do agrado de ativistas pró-animais).
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 15 de março de 2014