Inclusão do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Universitárias
Inclusão do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Universitárias
O problema
A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA – CBTM, entidade de administração nacional desse esporte, situada na Rua Henrique de Novaes, 190, Botafogo, Rio de Janeiro, representada pelo seu presidente, Dr. Alaor Gaspar Pinto Azevedo, juntamente com todas as Federações Estaduais de Tênis de Mesa existentes no Brasil, além de mais de 250 clubes de prática de Tênis de Mesa, 20.000 atletas e 12 milhões de praticantes na área de lazer, 500 árbitros, 500 treinadores e mais de 2.000 administradores, espalhados pelo Território Nacional, vem, através deste manifesto expressar o nosso inconformismo à exclusão do Tênis de Mesa das Olimpíadas Universitárias.
A CBTM tem como Missão de acordo com seu Planejamento Estratégico: “Difundir e regulamentar o esporte, priorizando o alto rendimento, o desenvolvimento na área educacional e incentivando eventos populares”. Vale ressaltar que o quesito “o desenvolvimento na área educacional” se faz do Ensino Básico até o Universitário. É incessante o nosso trabalho junto as Escolas, tendo como prova real o sucesso do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Escolares.
A importância de uma modalidade esportiva estar inclusa no rol de esportes que compõem eventos da magnitude das Olimpíadas Universitárias é, sem sombra de dúvidas, imensurável. Difunde e estimula a prática dessas modalidades, aumenta a divulgação e promove a sua massificação, fechando o ciclo iniciado na Escola, mantendo a prática até a sua formação profissional. Podemos ressaltar que através de pesquisas verificamos uma queda nos praticantes de Tênis de Mesa quando os mesmos atingem a idade universitária, pois precisam se adequar ao novo desafio e buscar trabalho para ingressar no mercado produtivo.
Apesar do Tênis de Mesa ser um dos esportes mais praticados em todo o mundo e ser o terceiro esporte mais praticado no Brasil (somente perdendo para o futebol e voleibol) com 12 milhões de praticantes, conforme o Atlas do Esporte, organizado pelo Professor Lamartine Pereira da Costa, com o patrocínio do COB e Ministério do Esporte, ainda não obtivemos sucesso na inclusão do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Universitárias.
Isto tem nos causado graves prejuízos, pois as Olimpíadas Universitárias são cobertas pelas Empresas de Mídia, o que certamente levaria, aos esportes que fossem beneficiados pela inclusão, como o próprio Tênis de Mesa, a um aumento expressivo de participantes com essa expressão na mídia, aumentando, além disso, a possibilidade de captação de patrocínios.
Como se não bastasse, a maioria das escolas e universidades estão cortando “bolsas de estudo” concedidas aos atletas cujas modalidades não estão inclusas nas Olimpíadas por uma série de motivos, dentre eles, o uso da imagem para o marketing, a maior visibilidade que as modalidades que pertencem as Olimpíadas têm, a própria veiculação pela TV de jogos das modalidades inclusas, que estimula, difunde e amplia a possibilidade de captação de patrocínios. Assim, toda a comunidade que foi excluída, conjuntamente com a retirada do Tênis de Mesa, está sofrendo titânicos danos, não só o esporte como um todo, mas também os atletas, técnicos e até mesmo familiares de todos os envolvidos.
Além disso, os alunos que objetivarem a prática do esporte de alto nível conciliada aos estudos e as modalidades por eles escolhidas, terão o incentivo do programa Bolsa Atleta, o que mais uma vez, confirma a importância da inclusão do Tênis de Mesa.
Cumpre-nos alinhavar que as Olimpíadas Universitárias e Escolares deveriam fazer parte de uma política de massificação do esporte e de conquistas de medalhas Pan-Americanas e Olímpicas, o que não está ocorrendo. Quando se intensificam os esportes que já têm forte expressão nacional e possuem arcabouço financeiro (verbas de estatais), fazendo com que as universidades e escolas só dêem bolsas para desportistas destas modalidades, exclui-se os outros esportes que não detém esta boa condição financeira e acarreta ao praticante o ostracismo e à própria diminuição da prática e seu interesse, além de diminuir um número absurdo de atletas interessados, com potencial, porém sem oportunidade. É fato que vários atletas de Tênis de Mesa estão perdendo suas bolsas nas universidades e escolas.
Assim, afigura-nos que o grupo que decide acerca da inclusão ou exclusão de um esporte nas Olimpíadas Universitárias deve ter de forma bastante clara e bem definida os critérios para tal escolha, devendo levar em consideração todas as questões acima salientadas, tendo em mente que o esporte incluído nestas Olimpíadas expresse a manifestação da educação.
Desta forma, fica aqui declarada nossa insatisfação com tal postura, esperando que o Exmo. Sr. Ministro do Esporte, o Sr. Presidente da CBDU e o Sr. Presidente do COB possam acolher nosso pedido e incluir o Tênis de Mesa nas próximas Olimpíadas Universitárias e com isto corrigir uma injustiça histórica que vem trazendo enormes prejuízos a um esporte que tem tudo para ser efetivamente praticado nas escolas e universidades, pelo seu baixo custo e caráter democrático.
Atenciosamente,
Alaor Gaspar P. Azevedo
Presidente
O problema
A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TÊNIS DE MESA – CBTM, entidade de administração nacional desse esporte, situada na Rua Henrique de Novaes, 190, Botafogo, Rio de Janeiro, representada pelo seu presidente, Dr. Alaor Gaspar Pinto Azevedo, juntamente com todas as Federações Estaduais de Tênis de Mesa existentes no Brasil, além de mais de 250 clubes de prática de Tênis de Mesa, 20.000 atletas e 12 milhões de praticantes na área de lazer, 500 árbitros, 500 treinadores e mais de 2.000 administradores, espalhados pelo Território Nacional, vem, através deste manifesto expressar o nosso inconformismo à exclusão do Tênis de Mesa das Olimpíadas Universitárias.
A CBTM tem como Missão de acordo com seu Planejamento Estratégico: “Difundir e regulamentar o esporte, priorizando o alto rendimento, o desenvolvimento na área educacional e incentivando eventos populares”. Vale ressaltar que o quesito “o desenvolvimento na área educacional” se faz do Ensino Básico até o Universitário. É incessante o nosso trabalho junto as Escolas, tendo como prova real o sucesso do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Escolares.
A importância de uma modalidade esportiva estar inclusa no rol de esportes que compõem eventos da magnitude das Olimpíadas Universitárias é, sem sombra de dúvidas, imensurável. Difunde e estimula a prática dessas modalidades, aumenta a divulgação e promove a sua massificação, fechando o ciclo iniciado na Escola, mantendo a prática até a sua formação profissional. Podemos ressaltar que através de pesquisas verificamos uma queda nos praticantes de Tênis de Mesa quando os mesmos atingem a idade universitária, pois precisam se adequar ao novo desafio e buscar trabalho para ingressar no mercado produtivo.
Apesar do Tênis de Mesa ser um dos esportes mais praticados em todo o mundo e ser o terceiro esporte mais praticado no Brasil (somente perdendo para o futebol e voleibol) com 12 milhões de praticantes, conforme o Atlas do Esporte, organizado pelo Professor Lamartine Pereira da Costa, com o patrocínio do COB e Ministério do Esporte, ainda não obtivemos sucesso na inclusão do Tênis de Mesa nas Olimpíadas Universitárias.
Isto tem nos causado graves prejuízos, pois as Olimpíadas Universitárias são cobertas pelas Empresas de Mídia, o que certamente levaria, aos esportes que fossem beneficiados pela inclusão, como o próprio Tênis de Mesa, a um aumento expressivo de participantes com essa expressão na mídia, aumentando, além disso, a possibilidade de captação de patrocínios.
Como se não bastasse, a maioria das escolas e universidades estão cortando “bolsas de estudo” concedidas aos atletas cujas modalidades não estão inclusas nas Olimpíadas por uma série de motivos, dentre eles, o uso da imagem para o marketing, a maior visibilidade que as modalidades que pertencem as Olimpíadas têm, a própria veiculação pela TV de jogos das modalidades inclusas, que estimula, difunde e amplia a possibilidade de captação de patrocínios. Assim, toda a comunidade que foi excluída, conjuntamente com a retirada do Tênis de Mesa, está sofrendo titânicos danos, não só o esporte como um todo, mas também os atletas, técnicos e até mesmo familiares de todos os envolvidos.
Além disso, os alunos que objetivarem a prática do esporte de alto nível conciliada aos estudos e as modalidades por eles escolhidas, terão o incentivo do programa Bolsa Atleta, o que mais uma vez, confirma a importância da inclusão do Tênis de Mesa.
Cumpre-nos alinhavar que as Olimpíadas Universitárias e Escolares deveriam fazer parte de uma política de massificação do esporte e de conquistas de medalhas Pan-Americanas e Olímpicas, o que não está ocorrendo. Quando se intensificam os esportes que já têm forte expressão nacional e possuem arcabouço financeiro (verbas de estatais), fazendo com que as universidades e escolas só dêem bolsas para desportistas destas modalidades, exclui-se os outros esportes que não detém esta boa condição financeira e acarreta ao praticante o ostracismo e à própria diminuição da prática e seu interesse, além de diminuir um número absurdo de atletas interessados, com potencial, porém sem oportunidade. É fato que vários atletas de Tênis de Mesa estão perdendo suas bolsas nas universidades e escolas.
Assim, afigura-nos que o grupo que decide acerca da inclusão ou exclusão de um esporte nas Olimpíadas Universitárias deve ter de forma bastante clara e bem definida os critérios para tal escolha, devendo levar em consideração todas as questões acima salientadas, tendo em mente que o esporte incluído nestas Olimpíadas expresse a manifestação da educação.
Desta forma, fica aqui declarada nossa insatisfação com tal postura, esperando que o Exmo. Sr. Ministro do Esporte, o Sr. Presidente da CBDU e o Sr. Presidente do COB possam acolher nosso pedido e incluir o Tênis de Mesa nas próximas Olimpíadas Universitárias e com isto corrigir uma injustiça histórica que vem trazendo enormes prejuízos a um esporte que tem tudo para ser efetivamente praticado nas escolas e universidades, pelo seu baixo custo e caráter democrático.
Atenciosamente,
Alaor Gaspar P. Azevedo
Presidente
Abaixo-assinado encerrado
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Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 3 de setembro de 2012