Libere que gestantes tenham o apoio de doulas nas maternidades - aprove o PL 2195/13

O problema

Sou Morgana e tenho dois filhos que me orgulham muito: Dave, 17 anos, e Teodoro, 2 anos. O primeiro nasceu de cesariana e o segundo de parto normal hospitalar. Sou mãe solteira, conheço bem os desafios do parto e acredito que a mulher deve ter o apoio que achar necessário neste momento. Por isso, peço que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o secretário de Saúde, Daniel Soranz, liberem a participação das doulas nas maternidades, para além do acompanhante usual - geralmente um familiar. As autoridades querem estimular o parto normal, mas não permitem que as mulheres tenham este apoio.

A diferença destes dois momentos não foi o meu desejo por parto normal, mas sim a situação na qual fui colocada. Com o primeiro filho, ao chegar no hospital, fui isolada da minha família, via médicos preparando a cirurgia e eu ali sem voz. Sem apoio nenhum, peguei meu bebê nos braços somente 20 horas depois. Dave teve complicações e tive que ir para casa sozinha, com todas as dificuldades de uma recém-operada.

Quando engravidei novamente, o medo de passar por isso me levou a grupos de apoio. Conheci então as doulas, profissionais que dão apoio físico e emocional antes, durante e após  parto para as gestantes. Tive a possibilidade de contratar uma doula, que foi fundamental para uma chegada mais suave do Teodoro. Eu me preparei com muita informação e vivi uma experiência linda do nascimento do meu filho.

No entanto, a rede municipal de saúde do Rio de Janeiro proibe a permanência da doula na maternidade com a gestante. Precisamos mudar a realidade dos nascimentos dos nossos filhos. Assim, peço que você assine e compartilhe este abaixo-assinado.

Foto: Lucas Moritz

Vitória confirmada
Este abaixo-assinado foi vitorioso com 8.500 apoiadores!

O problema

Sou Morgana e tenho dois filhos que me orgulham muito: Dave, 17 anos, e Teodoro, 2 anos. O primeiro nasceu de cesariana e o segundo de parto normal hospitalar. Sou mãe solteira, conheço bem os desafios do parto e acredito que a mulher deve ter o apoio que achar necessário neste momento. Por isso, peço que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o secretário de Saúde, Daniel Soranz, liberem a participação das doulas nas maternidades, para além do acompanhante usual - geralmente um familiar. As autoridades querem estimular o parto normal, mas não permitem que as mulheres tenham este apoio.

A diferença destes dois momentos não foi o meu desejo por parto normal, mas sim a situação na qual fui colocada. Com o primeiro filho, ao chegar no hospital, fui isolada da minha família, via médicos preparando a cirurgia e eu ali sem voz. Sem apoio nenhum, peguei meu bebê nos braços somente 20 horas depois. Dave teve complicações e tive que ir para casa sozinha, com todas as dificuldades de uma recém-operada.

Quando engravidei novamente, o medo de passar por isso me levou a grupos de apoio. Conheci então as doulas, profissionais que dão apoio físico e emocional antes, durante e após  parto para as gestantes. Tive a possibilidade de contratar uma doula, que foi fundamental para uma chegada mais suave do Teodoro. Eu me preparei com muita informação e vivi uma experiência linda do nascimento do meu filho.

No entanto, a rede municipal de saúde do Rio de Janeiro proibe a permanência da doula na maternidade com a gestante. Precisamos mudar a realidade dos nascimentos dos nossos filhos. Assim, peço que você assine e compartilhe este abaixo-assinado.

Foto: Lucas Moritz

Os tomadores de decisão

Secretário de Saúde do Rio de Janeiro Daniel Soranz
Secretário de Saúde do Rio de Janeiro Daniel Soranz
Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes
Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes
Deputados Estaduais do Rio de Janeiro
Deputados Estaduais do Rio de Janeiro
Jorge Picciani
Jorge Picciani
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

Atualizações do abaixo-assinado

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Abaixo-assinado criado em 8 de julho de 2015