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refugiados

8 petitions

This petition won 1 year ago

Petition to Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, ONU (Organização das Nações Unidas), Assessoria de imprensa da ONU, Presidente da República, Michel Temer, Ministro da Justiça, Osmar José Serraglio, Presidente do Senado, Eunício Lopes de Oliveira, Gabinete da Secretaria de Governo da Presidência, Gabinete da Presidência da República, Palácio do Planalto, Secretaria de Governo, Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), Ministério da Justiça - departamento de Imigração, CONARE , Polícia Federal, Assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, Superintendente da Polícia Federal, Leandro Daiello, Diretoria-Executiva da Polícia Federal, Assessoria Internacional do Ministério da Justiça, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos, Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Representação brasileira na OEA, Secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Almagro

O governo de Cuba ameaçou minha vida. Assine para que eu possa viver em paz!

Meu nome é Maria Illeana Iglesias, tenho 53 anos e sou cubana. Sou historiadora, mestre em antropologia e fui professora da Universidade de Havana. As forças do regime de Fidel Castro me ameaçaram de morte pelas minhas posições políticas, e por isso vim ao Brasil, para salvar minha vida.A polícia política de Cuba foi clara: eles me deixariam em uma cadeira de rodas se eu continuasse no país. Fui perseguida, recebi ameaças de morte, meu ex-marido foi demitido, minha casa foi invadida e meus objetos pessoais foram furtados. Para sobreviver, tive que sair de Cuba.Deixei minha mãe para trás com o coração apertado, e cheguei a São Paulo em 2013. Faz 4 anos que estou lutando para recomeçar a vida, mas o governo brasileiro não reconheceu minha condição de refugiada até hoje. Isso me impede de trabalhar, de ter um lar e de ter paz.Peço sua ajuda assinando e divulgando este abaixo-assinado, para que o governo brasileiro, através do Conselho Nacional de Refugiados (CONARE) entregue meus documentos de refugiada. Se isso não acontecer, eu nunca mais vou poder rever minha mãe, nem minha família, nem viver em paz no Brasil.Dar apoio a esta petição não é uma questão de ser a favor ou contra o regime político de Cuba, ser de esquerda ou de direita. Essa é uma questão humanitária, e se você se importa com os seres humanos, você pode ajudar facilmente - basta assinar.Peço que a ONU (Organização das Nações Unidas) faça um apelo ao governo brasileiro, para que minha condição de refugiada seja reconhecida. Minha mãe é uma idosa, e ficou abalada em toda a perseguição que eu sofri. Ela ainda está em Cuba, e eu tenho medo pela vida dela. Se minha condição de refugiada for reconhecida, terei muito mais condições de ajudá-la. Com os papéis de refugiada, poderei trabalhar e usar o dinheiro para pagar tratamentos de saúde que ela precise, por exemplo. Peço ao presidente Michel Temer, ao ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, ao ministro da Justiça, Osmar Serraglio, e demais autoridades que reconheçam minha condição de refugiada. Só quero recuperar minha dignidade, avançar com meu trabalho e meus estudos, e ajudar a construir uma sociedade mais justa.

Maria Iglesias, com o projeto Vidas Refugiadas
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This petition won 3 years ago

Petition to Presidente da República, Michel Temer, Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, Presidente do Congresso Nacional, Gabinete da Secretaria de Governo da Presidência, Gabinete da Presidência da República, Presidente Michel Temer, Palácio do Planalto, Secretaria de Governo, Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), Ministério da Justiça - departamento de Imigração, CONARE , Comitê de Refugiados, Polícia Federal, Assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, Gabinete do Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, Superintendente da Polícia Federal, Leandro Daiello, Diretoria-Executiva da Polícia Federal, Ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, Assessoria Internacional do Ministério da Justiça, Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ONU (Organização das Nações Unidas), Assessoria de imprensa da ONU, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos, Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Representação brasileira na OEA, Secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), Luis Almagro

Minha família é alvo de terroristas na Nigéria, permita que eles venham ao Brasil

Meu nome é Nkechinyere Jonathan, tenho 45 anos, sou nigeriana e mãe de quatro filhos – três meninos e uma menina. Sou professora de inglês e vivia em uma cidade ao norte do meu país. O grupo terrorista Boko Haram chegou à minha cidade em 2013, perseguindo as pessoas, fechando as escolas e cometendo uma série de crimes e violência. Eles sequestraram nossas alunas e nunca mais vi muitas delas. Eles queriam impor novas regras, mas decidi que não aceitaria, por não concordar com a violência e a proibição de dar aulas para meninas. Naquela época, passei a dar aulas dentro da igreja da cidade. Recebi muitas ameaças de morte pelo celular e sentia medo de circular nas ruas. Do meu grupo de 15 professoras, 10 foram mortas e 5 fugiram. Para sobreviver, tive que sair da Nigéria. Deixei minha filha aos cuidados da minha irmã, em um pequeno vilarejo no interior do país. Ela precisava de proteção acima de tudo, por ser mulher. Foi um longo caminho – em julho de 2014 vim para São Paulo, com passaporte e visto. Pedi refúgio ao governo brasileiro, mas desde então, 2 anos e 3 meses depois, ainda estou sem documentos definitivos porque meu caso não foi analisado pelo Comitê Nacional de Refugiados (CONARE) do Ministério da Justiça. Peço somente que o governo brasileiro reconheça minha condição de refugiada, para que eu possa trazer minha família ao Brasil e deixá-los a salvo dos terroristas, longe do Boko Haram. Peço que a ONU faça um apelo ao governo brasileiro, para que minha condição de refugiada seja reconhecida. Faz alguns meses, meu filho Victor sofreu um atentado a bomba em Lagos, a maior cidade da Nigéria. Minha família tenta se esconder e não sair de casa com frequência, mas, depois de anos de espera, eles precisam se expor para continuar vivendo – para estudar e trabalhar. Entrei em desespero por estar longe dos meus filhos e não poder trazê-los, já que ainda não sou uma refugiada reconhecida e, por isso, não tenho direito a reunir minha família. Victor sobreviveu, apesar das graves queimaduras nas duas pernas, porque conseguimos pagar para tratá-lo em uma clínica particular. Tive medo que ele fosse identificado como meu filho e assassinado. Pela vida dos meus filhos, peço ao presidente Michel Temer, ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, ao ministro das Relações Exteriores, José Serra, e demais autoridades que analisem meu caso e concedam a proteção do refúgio. Só assim poderei trazer meus filhos para viver ao meu lado, em paz e segurança, no Brasil. Para dar uma ideia do que eu passei, logo após deixar minha filha aos cuidados da minha irmã, para protegê-la (o Boko Haram escraviza meninas), eu comecei a fugir pela floresta ao norte do meu país, levando apenas um saco plástico com duas mudas de roupa. Encontrei alguns grupos que estavam fazendo a mesma rota para sair do país, mas, quando eles paravam para descansar, eu seguia. Segui sozinha, sem dormir e sendo guiada pelas estrelas até chegar à fronteira do Benin. Estava tão exausta que nem conseguia colocar meus pés firmes no chão. Hoje, eu faço fisioterapia duas vezes por semana para conseguir me manter de pé. Agora que estou no Brasil, quero proteger meus filhos – assine e compartilhe para ajudar uma família que só quer viver em paz, estudar e trabalhar. Não queremos terrorismo, queremos a chance de construir nossas vidas de novo!

Nkechinyere Jonathan, com o projeto Vidas Refugiadas
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