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mineração

21 petitions

Started 4 months ago

Petition to Congresso Nacional, PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, garimpeiro , mineradora , Mineração , ORGANIZAÇAO NÃO GOVERNAMENTAL, Meio Ambiente, preservação ambiental

Amazônia Nossa | Desenvolvimento Responsável e Sustentável

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil para os próximos 4 anos, defende a exploração sustentável e responsável da Amazônia para fins econômicos, como foi dito por ele em entrevista durante a campanha eleitoral e já em andamento por parte de alguns parlamentares. Sabemos que a Amazônia deve ser preservada, más pode e deve ser desenvolvida com respeito e regulamentação, pois a falta da presença responsável da classe empresarial em nossa Amazônia causará um grande colapso econômico no Brasil, principalmente em relação à má fé de ONG’s e países de má fé, cujo interesse é assumi-la para depois, SIM, explora-la descontroladamente! Assine este abaixo-assinado para que somente o Brasil e os brasileiros tenham o direito de desenvolver, com respeito as leis nacionais, nossas matas. Clique AQUI veja este vídeo até o final e você verá o que está por trás do movimento internacional maléfico em relação à nossa Amazônia! Deixar a Amazônia “fechada” como está a fará refém de intrusos e bandidos. Conheça o Projeto S.O.S. Amazônia Soberana | Clique AQUI Se você quer protegê-la, ASSINE esta Abaixo Assinado porque é a única maneira é mante-la livre de países inescrupulosos e mantê-la nas mãos do Brasil, que é quem tem o maior interesse em tê-la sempre VIVA, EXUBERANTE e PRODUTIVA. ✅ https://youtu.be/V18BvbDPKn0

Brasil - País Soberano
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Started 6 months ago

Petition to Governador Eduardo Leite, Secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura Artur Lemos Júnior

Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul: Sim à vida, não à destruição!

Manifesto do Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul: Sim à vida, não à destruição! Preocupadas com os impactos socioambientais de megaprojetos de mineração previstos para o Rio Grande do Sul, diversas entidades ambientais, sindicais, associativas e movimentos sociais se reuniram no último dia 29 de maio, na sede da APCEF/RS, em Porto Alegre, para a criação do Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul (CCM/RS). Um dos projetos é o Mina Guaíba, que está em processo de licenciamento para se instalar em uma área de 5.000 hectares nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul. Nesse local, a mineradora privada brasileira Copelmi pretende extrair uma reserva estimada de 166 milhões de toneladas de carvão com baixo poder calorífico e alto teor de cinzas. O empreendimento tem alto impacto socioambiental: a reserva está na zona de influência da APA e Parque do Delta Jacuí, Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, bem tombado pelo IPHAE como patrimônio cultural e paisagístico do RS, e a apenas 1,5 km do Rio Jacuí, responsável por mais de 80% da água que chega ao Guaíba, abastecendo Porto Alegre e parte da Região Metropolitana. O projeto prevê, dentre outros impactos, o rebaixamento do lençol freático, o desvio de arroios, ocasionará piora na qualidade do ar e expulsará diversas famílias de seus territórios, incluindo moradores do loteamento Guaíba City e agricultores do Assentamento Apolônio de Carvalho, responsável por importante produção de arroz agroecológico e com certificado orgânico. Outros três grandes projetos, de igual importância, atestam que o Rio Grande do Sul entrou definitivamente na mira das empresas mineradoras, com o apoio do Governo do Estado e de prefeituras, iludidos pelas promessas de geração de empregos e incremento nas suas receitas, como se a mineração fosse a nova boia de salvação da economia gaúcha. O projeto em estágio mais avançado é o Retiro, para o qual a RGM (Rio Grande Mineração) conseguiu licença prévia do Ibama para extrair titânio da faixa de areia localizada entre o Oceano Atlântico e a Lagoa dos Patos, no município de São José do Norte, no litoral sul gaúcho. Os demais projetos ainda buscam a licença prévia junto à Fepam, órgão de licenciamento estadual. Às margens do Rio Camaquã, em Caçapava do Sul, a empresa Nexa Resources (multinacional do Grupo Votorantim) tenta autorização para extrair zinco, chumbo e cobre de uma mina a céu aberto com vida útil de 20 anos. Em Lavras do Sul, o alvo da empresa Águia, através do projeto Três Estradas, é o fosfato; esse empreendimento inclui uma barragem de rejeitos e é de grande interesse do agronegócio. Em pleno século XXI, quando se acentua o debate sobre a crise climática e as ameaças à biodiversidade, às comunidades tradicionais, à qualidade de vida, e em suma ao futuro do planeta, transformar o Rio Grande do Sul em uma nova fronteira minerária e em um grande polo carboquímico nos posiciona na contramão da história! Existe uma tendência mundial de diminuição na exploração do carvão, porque a atividade coloca em risco tanto a saúde da nossa gente quanto o meio ambiente, já que o combustível é um dos maiores responsáveis por emissões de CO2, que provoca o efeito estufa.  Além desses quatro projetos, ainda existem mais de 150 projetos de mineração em solo gaúcho, que, se conseguirem se instalar, poderiam elevar o RS ao patamar de terceiro estado minerador do país. Os impactos negativos na vida de indígenas, quilombolas, pescadores, assentados, pequenos agricultores, e moradores do campo e da cidade, ou seja, de todos nós, são altos demais. Mas ainda há tempo de construirmos uma cultura de territórios livres de megamineração. É preciso garantir a realização de audiências públicas em todas as cidades envolvidas e, caso o governo queira levar adiante esses projetos de destruição, a decisão final deve ser do povo gaúcho, através de plebiscitos. Temos o direito de decidir, de maneira soberana, entre a vida ou a destruição! Fazemos um chamamento para que todas as entidades, movimentos e pessoas comprometidas com a defesa da vida e contra os impactos dos projetos de megamineração subscrevam este manifesto. Esta luta não é apenas das entidades ambientalistas, mas de todos que se importam com a vida. Porto Alegre, 18 de junho de 2019. ENTIDADES QUE SUBSCREVERAM O MANIFESTO DO COMITÊ DE COMBATE À MEGAMINERAÇÃO Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do RS (APCEF/RS) Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) Associação Amigos do Meio Ambiente (AMA Guaíba) Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) Raiz Movimento Cidadanista do Rio Grande do Sul Seção Sindical Andes - UFRGS Sindibancários Santa Cruz do Sul e Região Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região União pela Preservação do Rio Camaquã (UPP - Rio Camaquã) Núcleo de Estudos em Gestão Alternativa da UFRGS Observatório dos Conflitos do Extremo Sul do Brasil Associação para Grandeza e União de Palmas (AGrUPa) Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região Central [Única dos Trabalhadores (CUT/RS) Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do RS (Fetrafi/RS) Aliança Ecossocialista Latina Americana (AELA) Movimento de Luta Socialista (MLS) Preserva Belém Novo Central Sindical e Popular (CSP- Conlutas RS) Movimento de Mulheres em Luta (MML) Greenpeace Porto Alegre Amigos da Terra Brasil Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (PROAM) Sociedade Ecológica de Santa Branca (SESBRA - SP) Sociedade para a Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba SOS Manancial - SP Instituto MIRA-SERRA Fundação Luterana de Diaconia (FLD) EcoLavras Bioma Pampa Coletivo de Entidades Ambientalistas do Estado de São Paulo Campanha Billings - Eu te quero Viva - SP Associação Comunitária Jardim Isabel (ASCOMJISA) Sindicato dos Bancários do Vale do Caí e Região Sindicato dos Técnico- Administrativos da UFRGS (ASSUFRGS) Associação Cultural Rádio Ipanema Comunitária Coletivo A Cidade Que Queremos - Porto Alegre Comitê dos Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa CPERS Sindicato Intersindical - Central da Classe Trabalhadora RS Instituto Zen Maitreya Instituto Cultural Padre Josimo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST RS) Conselho Estadual dos Povos Indígenas - CEPI RS Marcha Mundial das Mulheres Fórum Ambiental de Porto Alegre Coletivo Catarse Associação do Voluntariado e da Solidariedade (AVESOL) Movimento Preserva Arroio Espírito Santo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV RS) Movimento Roessler para Defesa Ambiental - Novo Hamburgo Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul (SEMAPI RS) Frente Parlamentar em Defesa da Alimentação Saudável RS Coletivo Ambiental Mina Guaíba Unidade Popular pelo Socialismo Partido Verde RS Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST - RS) Cooperativa Central dos Assentamentos do RS (COCEARGS) Fórum Justiça PSOL Guaíba Coletivo Cultural Abayomi de Luta Pela Cultura Negra Movimento Alicerce Setorial Ecossocialista do PSOL RS Núcleo 34 do CPERS - Região Carbonífera Centro Comunitário e Desenvolvimento dos Bairros Tristeza, Pedra redonda e Vilas Conceição e Assunção Preserva Zona Sul ONG Toda Vida Diretório Acadêmico dos Estudantes de Biologia (DAIB UFRGS) Associação Juízes para a Democracia - AJD Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pelotas - Seção Sindical do ANDES - SN (ADUFPel SSind) Associação de Desenvolvimento Comunitária do São João Batista - Pinheiro Machado - RS 8 M - Greve Internacional de Mulheres - Porto Alegre - RS Professores da UFRGS pela Democracia Instituto de Comunicação Social e Cidadania - Incomun Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul- SINDIFARS 350.org Brasil Arayara - Sustentabilidade COESUS - Coalizão Não Fracking Brasil Núcleo de Ecojornalistas do RS Associação de Juristas pela Democracia - AJURD Instituto de Comunicação Social e Cidadania - Incomun Associação Pampa Gaúcho de Turismo – APATUR Associação Ecoarte Sindicato dos Servidores e Servidoras Federais do Rio Grande do Sul (Sindiserf)

Comitê de Combate à Megamineração no RS CCM/RS
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Update posted 4 months ago

Petition to Raquel Dodge, Ricardo Salles, Marcelo Álvaro Antônio, Tereza Cristina, Tarcísio Gomes de Freitas, Rui Costa

SALVE O SUL DA BAHIA DE UM PROJETO DEVASTADOR

English / Français Casa de uma das mais ricas biodiversidades do planeta, a Costa do Cacau está seriamente ameaçada. O governo da Bahia, motivado por investimentos Chineses, está prestes a desmatar centenas de hectares de Mata Atlântica, e degradar mais de 30 km de litoral, para construir um enorme complexo portuário em Ilhéus: Porto Sul. Esse porto nos foi imposto para que Eurasian Resources Group (ERG) possa exportar minério de ferro de Caetité, alto-sertão baiano, até à China, através sua subsidiária Bahia Mineração (BAMIN). A licença ambiental para a instalação foi obtida sob denúncias de corrupção, segundo a disputa na mais Alta Corte Inglesa que opôs ERG contra Zamin Ferrous, primeira acionista da BAMIN, em 2015. A barragem de rejeitos da BAMIN seria construída acima do distrito de Guanambi, arriscando 86.000 habitantes. Em janeiro, a barragem de rejeitos de Brumadinho se rompeu, matou cerca de 350 pessoas e destruiu tudo no caminho. Seu conteúdo altamente tóxico acabou no rio Paraopeba, hoje considerado morto pelos cientistas. A barragem de rejeitos da BAMIN seria 15 vezes maior que a de Brumadinho! No litoral vivemos principalmente de turismo, pesca artesanal, produção de cacau e agricultura familiar. Cada vez mais adotamos um estilo de vida sustentável: reciclagem, agrofloresta e educação ambiental na escola. Enquanto nossas praias atraem ecoturistas do mundo todo, nosso sonho de desenvolvimento inclui a rica identidade cultural da região, marcada por tradições afrobrasileiras e indígenas. Porto Sul teria um impacto irreversível na fauna e na flora de todo o litoral, inclusive baleias jubarte e tartarugas que se reproduzem aqui cada ano, assim como inúmeras outras espécies ameaçadas. Além dos riscos de poluição química, a poluição sonora subaquática compromete perigosamente a biodiversidade marinha. A população de peixes poderia rapidamente diminuir, sendo afectada sua capacidade de se alimentar, reproduzir e evitar predadores.  Os pescadores dependem de um ecossistema marinho saudável para sua sobrevivência. O setor do turismo depende de um oceano limpo, florestas luxuriantes e uma cultura preservada. O que seria a Bahia sem a moqueca de dendê ? Além disso esse projeto prejudicaria uma Area de Proteção Ambiental - a Lagoa Encantada – e milhares de nascentes, das quais dependem vilas e cidades vizinhas, assim como a agricultura local, para produção de cacau e alimentos. A ferrovia que ligaria o Porto Sul ao minério de ferro está abandonada com erros grosseiros de projeto: já custou 3 bilhões de reais e causou grandes danos socioambientais. Feita durante o Programa de Aceleração do Crescimento do governo brasileiro, no final poderá fazer parte da nova Rota da Seda. A rígida "Política de Céu Azul" poderia incentivar empresas chinesas a transferir atividades poluidoras para o Brasil, a fim de reduzir as emissões de carbono em seu território. As consequências a longo prazo seriam provavelmente catastróficas. O porto motivaria indústrias potencialmente prejudiciais a se estabelecerem na região. Ar, solo e águas seriam severamente poluídos. Privados de seus meios de subsistência, as comunidades rural migram para as periferias urbanas, aumentando desemprego, drogas, violência, depressão, doenças, custos de saúde e segurança. Ilhéus foi o berço da literatura de Jorge Amado, que contou para o mundo a saga do cacau no meio das florestas, em livros como Gabriela e Terras do Sem Fim. No ano passado, o faturamento dos produtores rurais de cacau da Bahia aumentou de 220%, graças à crescente tendência de chocolate tree-to-bar. A Costa do Cacau poderia ser um exemplo de economia sustentável, florescendo com sua fruta emblemática, desde agroflorestas a cooperativas de chocolate e ecoturismo! Segundo as noticias, eles pretendem começar os trabalhos no segundo semestre de 2019! Vamos mover o governador da Bahia, os ministros do meio ambiente, turismo, agricultura e infraestrutura, e especialmente o Ministério Público brasileiro, à cancelar Porto Sul!

Movimento Sul da Bahia Viva
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