Topic

Imigrantes

2 petitions

Started 3 months ago

Petition to Deputados Federais ou Senadores Brasileiros

Permitir que haja a opção de escolha de nacionalidade para -18 anos Para sair do País

( English Version Below) Eu tenho 16 anos e Nasci nos Estados Unidos com uma mãe Brasileira e um pai Americano. Eu morei em São Paulo por 10 anos e estou morando nos Estados Unidos faz 3. Eu voltei pela primeira vez sozinha (desacompanhada) para passar um mês com família e amigos. Entrei no País como Americana e fui notificada que por causa disso eu não iria precisar de uma autorização para sair do País. Mais hoje a noite (21 de julho) eu fui impedida de sair do país sozinha porque tenho um passaporte brasileiro e sou menor de idade e no meu passaporte brasileiro eu não possuía a autorização necessária que um cidadão brasileiro menor de idade precisaria. Não importava que eu nasci lá ou que eu entrei como Americana, eles me impediram de voltar para os Estados Unidos. Eu estou criando essa petição para tentar mudar essa lei que impede menores de idade (ou qualquer idade) de sair do Brasil com a nacionalidade da escolha.  I am 16 years old and I was born in the United States with a Brazilian mother and an American father. I lived in São Paulo, Brazil, for 10 years and I am now living in the United States for 3. I went back for the first time by myself (unaccompanied) to spend a month with family and friends. I entered the country as an American and was notified that because of this I would not need an authorization to leave the country. However tonight (July 21) I was prevented from leaving the country alone because I have a Brazilian passport, i am underage and my Passport did not have the required authorization to let me leave unaccompanied (because it was from when I was little). It didn’t matter that I was born in the US or that I came in as an American, they prevented me from returning to the United States. I am creating this petition to try to change this law that prevents minors (or anyone) from leaving Brazil with a nationality of choice.

Chloe Adams
878 supporters
This petition won 2 years ago

Petition to Pietro Grasso, Erika Stefani, Roberta Pinotti, Barbara Lezzi, Valeria Fedeli, Anna Finocchiaro, Gian Marco Centinaio, Nunzia Catalfo, Claudio Micheloni, Renata Bueno, Fabio Porta, Senador Pollastri, Fausto Longo, Barbara Pollastrini, Gian Carlo Sangalli, Francesco Giacobbe, Renato Turano, Aldo Di Biagio, Laura Bianconi, Zanda Luigi, Claudio Martini, Stefano Lepri, Maturani Giuseppina, Pagano Pippo, Donatella Albano, Silvana Amati, Ignazio Angioni, Bruno Astorre, Alberto Airola, Ornella Bertorrota, Maria Teresa Bertuzzi, Bianco Amedeo, Rosetta Blundo, Fabrizio Bocchino, Daniele Borioli, Laura Bottici, Claudio Broglia, Maurizio Buccarella, Elisa Bulgarelli, Massimo Caleo, Francesco Campanella, Stefano Candiani, Laura Cantini, Enrico Cappelletti, Franco Cardiello, Valeria Cardinalli, Rosaria Capacchione, Antonio Stefano Caridi, Nunzia Catalfo, Gianluca Castaldi, Roberto CASSINELLI, Massimo Cassano, Pier Ferdinando Casini, Monica Casaletto, Franco Carraro, Roberto Cociancich, Monica Cirinna, Andrea Cioffi, Lello Ciampolillo, Vannino Chiti, Federica Chiavaroli, Massimo Cervellini, Remigio Ceroni, Gian Marco Centinaio, Elena Cattaneo, Roberto Cotti, Paolo Corsini, Riccardo Conti, Franco Conte, Nunziante Consiglio, Giuseppe Compagnone, Luigi Compagna, Silvana Andreina Comaroli, Luigi D'AMBROSIO LETTIERI, Gianpiero DALLA ZUANNA, Mario DALLA TOR, Antonio D'ALI', Erica D'ADDA, Vito Claudio CRIMI, Jonny CROSIO, Giuseppe Luigi Salvatore CUCCA, Roberto CALDEROLI, Benedetto DELLA VEDOVA, Mauro DEL BARBA, Peppe DE CRISTOFARO, Emilia Grazia DE BIASI, Nico D'ASCOLA, Vincenzo D'ANNA, Daniela DONNO, Angela D'ONGHIA, Sergio DIVINA, Nerina DIRINDIN, Salvatore Tito DI MAGGIO, Rosa Maria DI GIORGI, Ulisse DI GIACOMO, Loredana DE PETRIS, Cristina DE PIETRO, Paola DE PIN, Antonio DE POLI, Domenico DE SIANO, Elena FATTORI, Laura FASIOLO, Enzo FASANO, Ciro FALANGA, Camilla FABBRI, Stefano ESPOSITO, Lucia ESPOSITO, Giuseppe ESPOSITO, Giovanni ENDRIZZI, Serenella FUCKSIA, Vittorio FRAVEZZI, Federico FORNARO, Roberto FORMIGONI, Emilio FLORIS, Elena FISSORE, Anna FINOCCHIARO, Rosanna FILIPPIN, Marco FILIPPI, Mario FERRARA, Elena FERRARA, Valeria FEDELI, Nicoletta FAVERO, Emma FATTORINI, Francesco Maria GIRO, Carlo GIOVANARDI, Nadia GINETTI, Mario Michele GIARRUSSO, Stefania GIANNINI, Niccolo' GHEDINI, Antonio GENTILE, Maria Grazia GATTI, Maurizio GASPARRI, Adele GAMBARO, Paolo GALIMBERTI, Luigi GAETTI, Pietro IURLARO, Josefa IDEM, Pietro ICHINO, Paolo GUERRIERI PALEOTTI, Maria Cecilia GUERRA, Marcello GUALDANI, Pietro GRASSO, Manuela GRANAIOLA, Miguel GOTOR, Gianni Pietro GIROTTO, Giuseppe LUMIA, Stefano LUCIDI, Carlo LUCHERINI, Eva LONGO, Doris LO MORO, Sergio LO GIUDICE, Pietro LIUZZI, Barbara LEZZI, Nicola LATORRE, Linda LANZILLOTTA, Albert LANIECE, Pietro LANGELLA, Bachisio Silvio LAI, Maria Paola MERLONI, Riccardo MAZZONI, Mario MAURO, Giovanni MAURO, Giuseppina MATURANI, Donella MATTESINI, Altero MATTEOLI, Marino Germano MASTRANGELI, Bruno MARTON, Carlo MARTELLI, Luigi MARINO, Giuseppe Francesco Maria MARINELLO, Marco MARIN, Salvatore MARGIOTTA, Andrea MARCUCCI, Alessandro MARAN, Giovanna MANGILI, Andrea MANDELLI, Bruno MANCUSO, Luigi MANCONI, Patrizia MANASSERO, Lucio MALAN, Massimo MUCCHETTI, Claudio MOSCARDELLI, Nicola MORRA, Vilma MORONESE, Mario MORGONI, Michela MONTEVECCHI, Francesco MOLINARI, Franco MIRABELLI, Marco MINNITI, Corradino MINEO, Antonio MILO, Maurizio MIGLIAVACCA, Alfredo MESSINA, Pamela Giacoma Giovanna ORRU', Luis Alberto ORELLANA, Andrea OLIVERO, Paola NUGNES, Riccardo NENCINI, Giorgio NAPOLITANO, Paolo NACCARATO, Maria MUSSINI, Emanuela MUNERATO, Renzo PIANO, Stefania PEZZOPANE, Vito Rosario PETROCELLI, Alessia PETRAGLIA, Luigi PERRONE, Bartolomeo PEPE, Paola PELINO, Annamaria PARENTE, Franco PANIZZA, Nitto Francesco PALMA, Francesco PALERMO, Lionello Marco PAGNONCELLI, Sara PAGLINI, Giorgio PAGLIARI, Pippo PAGANO, Venera PADUA, Maria RIZZOTTI, Lucrezia RICCHIUTI, Raffaele RANUCCI, Gaetano QUAGLIARIELLO, Laura PUPPATO, Francesca PUGLISI, Sergio PUGLIA, Luciano PIZZETTI, Roberta PINOTTI, Leana PIGNEDOLI, Giovanni PICCOLI, Giuseppe RUVOLO, Roberto RUTA, Francesco RUSSO, Carlo RUBBIA, Maurizio ROSSI, Gianluca ROSSI, Lucio ROMANO, Paolo ROMANI, Maurizio ROMANI, Giacomo STUCCHI, Dario STEFANO, Erika STEFANI, Ugo SPOSETTI, Maria SPILABOTTE, Lodovico SONEGO, Pasquale SOLLO, Ivana SIMEONI, Annalisa SILVESTRO, Cosimo SIBILIA, Manuela SERRA, Giancarlo SERAFINI, Francesco SCOMA, Domenico SCILIPOTI ISGRO', Marco SCIBONA, Salvatore SCIASCIA, Renato SCHIFANI, Antonio SCAVONE, Francesco SCALIA, Vincenzo SANTANGELO, Angelica SAGGESE, Luciano URAS, Renato Guerino TURANO, Mario TRONTI, Giulio TREMONTI, Paolo TOSATO, Salvatore TORRISI, Giorgio TONINI, Salvatore TOMASELLI, Walter TOCCI, Paola TAVERNA, Lucio TARQUINIO, Vittorio ZIZZA, Claudio ZIN, Karl ZELLER, Sergio ZAVOLI, Magda Angela ZANONI, Pierantonio ZANETTIN, Luigi ZANDA, Raffaele VOLPI, Guido VICECONTE, Simona VICARI, Antonio VERRO, Francesco VERDUCCI, Denis VERDINI, Vito VATTUONE, Daniela VALENTINI, Mara VALDINOSI, Giuseppe VACCIANO, Stefano VACCARI

Não às restrições de cidadania italiana ius sanguinis

O governo italiano está buscando aprovar uma lei que restringirá os direitos de descendentes de italianos à obtenção da cidadania italiana. Através de uma emenda na Legge di Bilancio (Art. 102 -bis) , que será apresentada ao Senado esta semana (27/11), constam as seguintes modificações: aumento do valor da taxa para concessão de cidadania para 400€, limitação de geração ao segundo grau e prova de conhecimento da língua. O aumento das taxas não são discrepantes em relação ao teor que rege a Legge di Bilancio, porém a limitação de geração e os testes não tem qualquer relação com assunto orçamentário de que trata essa mesma lei.  Repito, o texto foi uma emenda à Legge di Bilancio (orçamentária), que DEVE ser aprovada até o fim desse mês para ser vigente a partir de 2018, ou seja, um movimento oportunista, pois HÁ MAIS DE 700 emendas neste lei, o que faz com que muitas delas mal sejam analisadas em seu conteúdo completo, devido ao curto tempo necessário para a aprovação das mesmas.  O texto começa justamente citando o aumento da taxa de 300€ para 400€, um atrativo para os políticos a votarem favoravelmente (seja qual forem seus posicionamentos políticos), afinal, estamos falando de uma arrecadação maior de fundos. E não há dúvidas de que a maior parte dos partidos votariam favoravelmente. Esta lei afetará dezenas de milhões de pessoas que perderão diretos garantidos, uma mudança sem precedentes e feita de forma vil: através de brechas judiciais e da limitação do sistema político democrático. Não podemos permitir que isto aconteça. Nossos antepassados não vieram ao Brasil por um mero desejo por aventuras, mas sim porque a Itália não podia provê-los com as necessidades mais básicas para a sobrevivência. A aprovação dessa lei seria um grande desrespeito à história de tantos homens, mulheres e crianças que atravessaram o oceano em um época em que as expectativas de uma vida em outro país limitavam-se a boatos ou informações de terceiros, não raro falsas, e que podiam acarretar em grandes perdas, como a exploração no trabalho e doenças graves.  Vamos levar adiante este pedido para que o governo italiano saiba que não é justo tirar um direito que é nosso, principalmente valendo-se de manobras calculadas friamente, e alcançar com nossa voz os candidatos contrários a esta intervenção oportunista e avessa à democracia.  Não à aprovação da emenda do Artigo 102 - bis! ------------------------------------------------------------------------------------------ Italo-American citizens, the Italian government is trying, by means of an outrageous maneuver, to approve a law that will restrict the rights to the Italian citizenship to Italian descendants from all over the world. Through the inclusion of an amendment included in the Legge di Bilancio (Art. 102.0.1) the following modifications have been made: increase in the value for the citizenship fee to € 400, limiting the extent of it to the second generation born outside Italy and a test of the Italian language. The increase of the fee is not dissimilar in relation to the content of the Legge di Bilancio, but the limitation of generations and the test have no relation to the budgetary matter of this law.  I repeat, the text was an amendment to Legge di Bilancio (budget), which WILL be approved until 2018. That indicates that it is clearly an wit maneuver, because THERE ARE MORE THAN 1000 amendments in this law, which makes many of them poorly analyzed in their full content due to the short time required for their approval.  The text begins by citing the € 300 to € 400 increase, an appeal for politicians to vote favorably (whatever may be their political stance), after all we are talking about a higher fundraising. And there is no doubt that most parties will vote favorably.  This law will affect tens of millions of people who will lose guaranteed rights, an unprecedented and vile change: made through judicial gaps and the limitation of the democratic political system.  We cannot allow this to happen. Our ancestors did not come to America for mere caprice, but because Italy could not provide them with the most basic necessities for surviving. The passing of this law would be a major disregard for the story of so many men, women, and children who crossed the ocean at a time when the expectations of a life in another country were limited to rumors or third-party information, often false, and could lead to large losses, such as exploitation at work and serious illness.  We are going to carry out this request so that the Italian government knows that it is not fair to take a right that is ours, mainly using coldly calculated maneuvers, and reach with our voice the candidates against this intervention averse to worldly democracy.  Say “no” to the amendment of the Article 102.0.1 of the Legge di Bilancio! Vote and help us to show our strength against this measure! The first 6 thousand votes were already delivered to the Committee of the Parliament, but we need we more effort than that and deliver it to the Internal Affairs Minister! ---------------------------------------------------------------------------------------------- Il governo italiano sta cercando approvare una legge che limiterà i diritti dei discendenti italiani all'ottenimento della cittadinanza italiana via ius sanguinis. Un emendamento alla Legge di Bilancio (art 102-bis), che sarà presentato al Senato questa settimana (27/11), include le seguenti modifiche: aumento del valore della tassa di concessione di cittadinanza a 400 €, limitazione di generazione al secondo grado e prova di conoscenza della lingua. L'aumento della tassa non è fuori dello scopo relazionato al contenuto della Legge di Bilancio, ma la limitazione sulla generazione e la prova di conoscenza non hanno qualsiasi rapporto con la questione di bilancio trattata nella stessa legge. Ripeto, il testo è un emendamento alla Legge di Bilancio che deve essere approvata per entrare in vigore dal 2018, cioè, un movimento opportunista, PERCHÉ SONO PIÙ DI 700 emendamenti in questa legge, lo che rende molti di loro mal analizzati nel loro pieno contenuto, a causa del breve tempo necessario per la loro approvazione. Il testo inizia citando l'aumento da € 300 a € 400, un appello per i politici a votare favorevolmente (indipendentemente dalla loro posizione politica), stiamo parlando di una raccolta fondi più alta. E non c'è dubbio che la maggior parte dei partiti voteranno favorevolmente. Questa legge riguarda la vita di decine di milioni di persone che perderanno diritti garantiti, un cambiamento senza precedenti e fatto di forme ville: attraverso una manovra giudiziaria e della limitazione del sistema politico democratico. Non possiamo permettere che questo accada. I nostri antenati non andarono in Brasile per un semplice desiderio di avventura, ma perché l'Italia non fornì loro le necessità più basilari per la sopravvivenza. L’approvazione di questa legge sarebbe un grande disprezzo per la storia di tanti uomini, donne e bambini che attraversarono l'oceano in un momento in cui le aspettative di una vita in un altro paese erano limitate a voci o informazioni di terzi, spesso false, e potrebbero portare a grandi perdite, come lo sfruttamento nel lavoro e gravi malattie. Eseguiremo questa richiesta affinché il governo italiano sappia che non è giusto tagliare un nostro diritto, principalmente usando manovre freddamente calcolate e raggiungeremmo con le nostre voci i candidati chi sono contri questo intervento opportunista e contro la democrazia.  No all'approvazione della modifica dell'articolo 102 bis!  

Vitor Visconti
13,784 supporters