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educação

9 petitions

Update posted 3 months ago

Petition to Editoras

Poldark: pela publicação da série de livros

Poldark é uma série de romances históricos escrita pelo inglês Winston Graham e publicada entre os anos de 1945 a 1953 e 1973 a 2002. A série é composta por 12 romances: Ross Poldark, Demelza, Jeremy Poldark, Warleggan, The Black Moon, The Four Swans, The Angry Tide,The Stranger from the Sea,The Miller's Dance,The Loving Cup, The Twisted Sword e Bella Poldark. O personagem principal é Ross Poldark, um oficial do Exército Britânico que retorna da guerra, na Revolução Americana, para casa, em Cornwall. Lá ele descobre que seu pai está morto, sua propriedade em ruínas e sua noiva Elizabeth vai se casar com seu primo Francis. Mas longe de se deixar abater, Ross começa a lutar para recuperar sua fortuna, reabrindo as minas de sua família e enfrentando os poderosos que passaram a dominar a região. Ele também vai inciar um processo de superação do seu amor perdido e encontrar em Demelza, a garota pobre que ele acolhe como criada, um recomeço para outro lado de sua vida. Para quem deseja saber mais, seguem os links de duas excelentes resenhas:Ross Poldark e Demelza.  Poldark é uma série de perder o fôlego não só pela história intensa e emocionante, mas também pela alta qualidade de sua escrita. Além disso, a série está sendo adaptada, pela segunda vez, para a televisão pela BBC (a primeira temporada foi exibida em 2015 e a segunda está em produção), fazendo um enorme sucesso. Se você, leitor, se interessa por esta ideia, assine a petição. Quanto maior o público, maiores as chances de que alguma editora brasileira se interesse pela tradução e publicação destes livros.

Rebeca Lima Teixeira
617 supporters
Started 3 months ago

Petition to Elon Musk, Jeff Bezos, Richard Branson, SpaceX , Virgin Galactic, Blue Origin

Bilionários, façam um favor à humanidade: lancem um terraplanista ao espaço!

[[[ SCROLL DOWN FOR ENGLISH VERSION ]]] Aqui estamos nós, às vésperas de entrar na terceira década do terceiro milênio. Sessenta anos de Era Espacial inundaram o mundo com imagens de tirar o fôlego que mostram a Terra vista de fora. Quatro séculos de ciência moderna nos entregaram provas fortes, diversificadas e irrefutáveis da esfericidade de nosso planeta. E, ainda assim, um bocado de pessoas nega isso. É inacreditável, inaceitável que tenhamos chegado ao final do ano de 2017 e um número tristemente grande de seres humanos acredite piamente que a Terra é plana. Então nós decidimos fazer algo a respeito. Nós, os idealizadores deste abaixo-assinado, temos lutado pela ciência desde 1991, quando nossa revista foi impressa pela primeira vez, ainda com o nome de Globo Ciência. Já faz um bom tempo que nos chamamos Galileu, em homenagem ao grande astrônomo renascentista italiano que, entre muitos outros feitos notáveis, inferiu que a Terra definitivamente não era o centro do Universo (que ela era redonda quase ninguém duvidava, mesmo naquela época). Ele lutou bravamente para convencer as pessoas medievais a abrirem seus olhos e enxergarem a verdade. Quase morreu por isso.Agora estamos seguindo os passos de nosso patrono e queremos sua ajuda para abolir o terraplanismo da face da Terra. Nossa espécie precisa se desvencilhar das correntes da ignorância e do obscurantismo se quiser sobreviver neste grande e vasto Universo. Mas como, exatamente, pretendemos mudar a mentalidade dos terraplanistas, pessoas que estão absolutamente resolutas de não superarem sua visão de mundo errônea? Bom, mandando-os para o espaço, é claro. É que os terraplanistas são muito sensoriais, eles parecem só acreditar no que seus olhos podem ver. Porque vivemos em um planeta azul, lindo e imenso, eles obviamente não podem ver a sua curvatura, então a negam.Na última semana, o terraplanista Mad Mike Hughes fracassou na sua missão de chegar ao espaço com um foguete caseiro de baixo orçamento para provar que a Terra é plana. É uma pena. Vamos ajudar ele e seus amigos a verem quão redonda é a Terra. Que tal?  Com a sua assinatura, esperamos convencer os três maiores empresários do ramo espacial da atualidade, Elon Musk, Jeff Bezos e Richard Branson, a oferecerem alguns assentos nas suas espaçonaves para terraplanistas, uma vez que seus serviços de turismo espacial devem estar funcionando nos próximos anos.SpaceX, Virgin Galactic e Blue Origin estão muito perto de conseguir isso. Muito se diz que ver a Terra do espaço é uma experiência que muda a vida, que fortalece o caráter e faz brilhar sentimentos nobres no espírito humano. Se você assinar a nossa petição, nós vamos garantir que esses visionários proporcionem essa experiência única para notórios terraplanistas, para que eles possam ver com os próprios olhos que estão errados — e contem isso aos seus seguidores.Vamos todos lutar pela ciência e, se possível alcançar as estrelas, deixar a ignorância para atrás!Por favor, assine e compartilhe até chegarmos a Bezos, Brandon e Musk!#LutePelaCiência********Elon Musk, Jeff Bezos, Richard Branson, do mankind a favor: launch a flat-Earther into space!Here we are, on the verge of entering the third decade of the third millennium. Sixty years of Space Age have flooded the world with breathtaking pictures of Earth from the outside. Four centuries of modern science have delivered us strong, diversified, irrefutable proofs of our planet’s sphericity. And still a bunch of people deny it.It is unbelievable, unacceptable that the year 2017 is almost behind us now, but a saddening great number of human beings positively believe the Earth is flat.So we decided to do something about it. We makers of this petition have been fighting for science since 1991, when our magazine was first printed in Brazil under the name of Globo Ciência. For quite a while now we are called Galileu, in honor of the great Renaissance Italian astronomer that, among many other remarkable deeds, inferred the Earth was definitely not the center of the Universe (even back then almost no one doubted it was round). He fought hard to convince medieval people to open their eyes and see the truth. He almost died for that. We are following his steps now and want your help to abolish flat-Earthism from the face of the Earth. Our species must free itself from the chains of ignorance and obscurantism if it wishes to survive in this big wide Universe. But how exactly do we plan to change the minds of flat-Earthers, people who are absolutely decided not to let go of their erroneous world view?Well, by launching them to space, of course. It happens that flat-Earthers are very sensorialist, they only seem to believe what their eyes can see. Because we live in a huge beautiful blue planet, they obviously can’t notice its curvature, so they deny it.Last week the flat-Earther Mad Mike Hughes failed on his mission to get to space riding a low-budget homemade rocket in order to prove Earth is flat. It’s a shame. Let’s help him and his friends see how round Earth is. Shall we?With your signature, we hope to convince the three most prominent space entrepreneurs of our time, Elon Musk, Jeff Bezos and Richard Branson, to offer some seats of their spacecrafts to flat-Earthers, once their space tourism businesses are up and running during the next years.SpaceX, Virgin Galactic and Blue Origin are very close to achieving this. It is often said that seeing the Earth from space is a life changing experience, that emboldens the character and sparkle noble feelings in the human spirit. If you sign our petition, we will make sure that these visionaries provide this once in a lifetime opportunity to eminent flat-Earthers, so they can see with their own eyes that they were wrong — and tell it to their followers.Let us all fight for science and, hopefully reaching for the stars, leave ignorance behind!Please sign and share it until it gets to Bezos, Brandon and Musk!#FightForScience

Revista Galileu
1,294 supporters
Update posted 3 months ago

Petition to Ministério da Ciência Tecnologia Inovação e Comunicações, Departamento da Ciência e Tecnologia - Exército Brasileiro, Governo Federal, CAPES , CNPQ, Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, Universidades e Faculdades Particulares e Públicas do Brasil, Institutos Brasileiros de Pesquisa

Manifesto pela Ciência

Manifesto da Marcha pela Ciência Por que devemos valorizar a ciência? Ela está em todo lugar e já se tornou essencial para nossas vidas. Ela é a ferramenta mais eficaz que o ser humano desenvolveu para entender o mundo. Pode gerar tecnologias e impulsionar a economia, contribuindo para a qualidade de vida da população. Os países mais desenvolvidos reconhecem a importância da ciência, basta ver a quantidade de dinheiro que eles investem nesse setor. Lendo este texto, você facilmente entenderá do que estamos falando. As nações mais industrializadas aplicam cerca de 2% da soma de toda a sua riqueza  no setor de Pesquisa e Desenvolvimento. Esse investimento aumenta a competitividade desses países, que crescem economicamente movidos pela inovação. Os ganhos são evidentes - se no ano de 1900 mais de um terço da população dos Estados Unidos morria devido a doenças infecciosas, em 1997, o número de mortes causadas por esse tipo de doença caiu para 4,5% e a expectativa de vida aumentou em 29 anos. Isso só foi possível por causa da expansão do conhecimento científico, que levou ao desenvolvimento de antibióticos, à criação de campanhas de vacinação e à difusão de práticas de higienização. A ciência e a educação no Brasil A ciência brasileira vem sofrendo graves cortes. O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), responsável pelo financiamento da ciência no País sofreu com uma redução de 44% da sua verba.  E corre o risco de sofrer novos cortes em 2018. Os institutos de pesquisa  estão sucateados e sem recursos para fazer ciência, enquanto grande parte das universidades públicas já sofre até para se manter em funcionamento por causa da redução drástica de investimentos, como é o caso da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Sabemos que é impossível ter ciência sem ter educação. O Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), em seu último ranking, posicionou o Brasil em 63° entre os 70 países participantes na disciplina de ciências. Já uma pesquisa com mil estudantes de baixa renda de Recife e de São Paulo (com idade entre 15 e 19 anos) mostrou que 36% deles pensa que geografia, história, física e biologia são descartáveis. Esses dados tornam-se ainda mais chocantes quando percebemos que o Congresso congelou os investimentos em educação pelos próximos 20 anos, impedindo gastos superiores ao de 2016 com ajuste baseado na inflação. O que precisamos fazer? Precisamos rever as prioridades do país. Encolher os investimentos em ciência e em educação é uma medida fadada ao fracasso, já que esses setores são os responsáveis pelo bem-estar da economia do país, além de formar pessoal qualificado para atuar em todos os outros segmentos da sociedade. Em função disso, defendemos: 1) O retorno dos investimentos que foram retirados da ciência e da educação brasileiras; 2) A retirada da ciência e  da educação do limite de gastos estabelecido pela Emenda Constitucional 95 (PEC 241/55). Essas medidas também foram requisitadas por inúmeras entidades científicas, como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP), a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) entre outras; 3) O retorno dos investimentos precisa ser associado a um projeto que garanta financiamento constante a esses setores; 4) A volta do MCTI, dedicado integralmente à ciência. Recentemente, o MCTI foi fundido ao Ministério das Comunicações (MC), uma mudança que deixou a ciência em segundo plano. Além do fato que ciência e comunicações são setores diferentes com necessidades diferentes.  Além, é claro, de apoiar as causas defendidas na 3ª Marcha pela Ciência - São Paulo: 1) Contra os cortes nas ciências - inclusive e principalmente os programados no PLOA2018 (mas também para reverter os cortes já realizados e reconstituir os níveis de investimentos em C&T e Educação); 2) Pela revitalização dos Institutos de Pesquisa do Estado de São Paulo; 3) Contra o desmonte das universidades públicas em todo o país.     BIBLIOGRAFIA AUDRETSCH, D. B.; BOZEMAN, B.; COMBS, K. L.; FELDMAN, M.; LINK, A. N.; SIEGEL, D. S.; STEPHAN, P.; TASSEY, G.; WESSNER, C. The Economics of Science and Technology. Journal of Technology Transfer, v. 27, p. 155-203, 2002. Disponível em: <http://maryannfeldman.web.unc.edu/files/2011/11/Economics-of-Sci-and-Tech_2002.pdf> MARQUES, F. Financiamento em crise. Pesquisa Fapesp, 2017. Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2017/06/19/financiamento-em-crise/> ACHIEVEMENTS in Public Health, 1900-1999: Control of Infectious Diseases. Morbidity and Mortality Weekly Report, v. 48, n. 29, p. 621-629, jul. 1999. Disponível em: <https://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm4829a1.htm> INSTITUTOS de Pesquisa lançam manifesto. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, 2017. Disponível em: <http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=4530> ESCOBAR, H. Cortes ameaçam sobrevivência dos institutos federais de ciência e tecnologia. Estadão, 2017. Disponível em: <http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/cortes-ameacam-sobrevivencia-dos-institutos-federais-de-ciencia-e-tecnologia/> GRANDELLE, R. Orçamento de institutos federais de ciência caiu 24% em sete anos. O Globo, 2017. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/orcamento-de-institutos-federais-de-ciencia-caiu-24-em-sete-anos-21594628> MODZELESKI, A.; TENENTE, L.; FAJARDO, V. 2017. Sem dinheiro, universidades federais demitem terceirizados, reduzem consumo, cortam bolsas e paralisam obras. Disponível em: <http://g1.globo.com/educacao/noticia/sem-dinheiro-universidades-federais-demitem-terceirizados-reduzem-consumo-cortam-bolsas-e-paralisam-obras.ghtml?utm_source=push&utm_medium=app&utm_campaign=pushg1> COSTA, V. “Sem um forte investimento em CT&I, a produtividade do Brasil não vai crescer”. Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, 2017. Disponível em: <http://confap.org.br/news/sem-um-forte-investimento-em-cti-a-produtividade-do-brasil-nao-vai-crescer/> ASCOM. Investimento de 2% do PIB em ciência é o mínimo para competir com grandes players. 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Pesquisadores criticam fusão de ministérios da Ciência e Comunicações. O Globo, 2016. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/pesquisadores-criticam-fusao-de-ministerios-da-ciencia-comunicacoes-19318187> ESTATÍSTICAS e balanços da FAPESP. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, 2017. Disponível em: <http://www.fapesp.br/381> SÃO PAULO. Constituição (1989). Constituição do Estado de São Paulo. Diário Oficial do estado de São Paulo, São Paulo, 5 out. 1989. Disponível em: <http://www.legislacao.sp.gov.br/legislacao/dg280202.nsf/a2dc3f553380ee0f83256cfb00501463/46e2576658b1c52903256d63004f305a?OpenDocument>

Marcha Pela Ciência
41,547 supporters
Update posted 5 months ago

Petition to TMS Entertainment, Toei Animation, Masami Kurumada, Bandai International, Bandai Ideas

Tudo merece um final, Inclusive Lost canvas.

O ultimo episódio foi em 2011, mas o sentimento continua forte, inabalavel, intocavel, ao redor do mundo, o movimento so persiste e aumenta a cada ano, para uma volta ou um filme finalização.portanto em respeito a devoção, suporte e apoio durante as mais de 3 decadas a um anime a qual carregaram as suas ideologias durante toda a vida, estabeleceram responsabilidades mas com tudo isso se mantiveram fieis a uma lenda contada por tanto tempo.os fans merecem um final em respeito a uma legião de fans que nunca abandonaram as suas armaduras e permanecem firmes ate hoje.O objetivo desta petição é a continuação ou filme finalização seja pela Toei,TMS,Netflix ou qualquer outra empresa competente. ---- El último episodio fue en 2011, pero la sensación sigue siendo fuerte, inamovible, intocable, en todo el mundo, por lo que el movimiento persiste y se incrementa cada año, para una caminata o un final de película.por lo que en lo que respecta a la devoción, el apoyo y soporte durante las más de tres décadas a un anime que llevó a sus ideologías largo de la vida, las responsabilidades establecidas, pero todos permanecieron fieles a una leyenda dijo durante tanto tiempo.los aficionados merecen su fin con respecto a una legión de fans que nunca abandonaron su armadura y se mantienen firmes en la actualidad.El objetivo de esta petición es la película de continuación o finalización es por Toei, TMS, Netflix o cualquier otra empresa competente. --- The last episode was in 2011, but the feeling remains strong, unshakable, untouchable, around the world, so the movement persists and increases every year, for a walk or a film finish.so in respect to devotion, support and support during the more than three decades to an anime which carried their ideologies throughout life, established responsibilities but all remained faithful to a legend told for so long.the fans deserve an end with respect to a legion of fans who never abandoned their armor and stand firm to this day.The purpose of this petition is the continuation or completion movie is by Toei, TMS, Netflix or any other competent company. #ContinueLostCanvasNetflix  http://lostcanvasreturn.blogspot.com.br/

Cristopher Vieira
16,981 supporters