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direitos das mulheres

17 petitions

Update posted 4 months ago

Petition to Arthur Lira, Marcelo Ramos, RODRIGO PACHECO, Senado Federal, Câmara dos Deputados

Manifesto "Mete a Colher"

Vivemos num dos países com o maior índice de feminicídio do mundo e entendemos que, mais do que um problema legislativo, é um problema cultural, de machismo e misoginia, que estão enraizados no patriarcalismo brasileiro. "Mete a colher" é uma música-manifesto em repúdio ao fato que se deu recentemente onde um agressor de mulher ganhou quase 500 mil seguidores após os vídeos da violência serem divulgados pela vítima.  Esse acontecimento é mais um reflexo da realidade brasileira, onde as vítimas não são levadas a sério e seus agressores são protegidos e continuam vivendo suas vidas, impunes, sendo apoiados por muitos que viram as costas para mulheres que precisam de ajuda. Os números relacionados à violência contra mulheres no Brasil são assustadores: Brasil é o quinto país do mundo em ranking de violência contra a mulher.  71% dos feminicídios e das tentativas têm parceiro como suspeito. A cada 2 horas uma mulher é morta violentamente no Brasil. No ano de 2020 foram mais de 105 mil denúncias de violência contra a mulher. O número representa um registro a cada cinco minutos. Casos de feminicídio cresceram 22% em 12 estados durante a pandemia. O manifesto "Mete a colher" é uma convocação para que a sociedade toda e as autoridades se unam para combater esse ciclo nefasto de violência contra mulheres cis e trans.  Em briga entre homem e mulher, mete a colher: salve a mulher!  Escute a música. Assinam esse manifesto: Taz Mureb RapDiMina Brasil - Portugal Preta Ferreira Marcelo Adnet Jornalistas Livres Helô D'ângelo Mamilos Podcast  Tico Santa Cruz ADL - Favela Vive Raull Santiago - Coletivo Papo Reto Hélio Bentes - Ponto de Equilíbrio Elza Cohen MC TAYA Acolhe LGBTQIA+ Renata Corrêa Nando - Desenhos do Nando Eremita Arte (autor da arte do Manifesto) Rafa Rafuagi - Casa da Cultura Hip Hop de Esteio/RS AAUTS - Associação de Artistas Urbanos pela Transformação Social - Lisboa/Portugal Alê Ziuliani - La Lupa Records/Argentina Grajaú Rap City/SP Jornal Empoderado Barão de Itararé #RapResistênciaViva  Edd Wheeler - Damas do Rap  ASA - Arte Sônica Amplificada - Ciclo 2  Hell de Janeiro Ball  MMR - Movimento de Mulheres da Região dos Lagos  Mulheres pela Democracia Núcleo de Ações Feministas - Cabo Frio  Muleca XII Nathália Azevedo - Crew das Minas - Belém/PA Grupo Teatral Quarta Parede/ PA Roda Cultural Canta Teresa/RJ Roda Cultural de Cabo Frio/RJ StéNoBeat/ RJ   ENGLISH We live in one of the countries with the highest rate of feminicide in the world and we understand that, more than a legislative problem, it is a cultural problem of sexism and misogyny, which are rooted in Brazilian patriarchy. "Mete a colher" is a manifesto-music in repudiation of the fact that happened recently where a woman aggressor gained almost 500 thousand followers after the videos of the violence were shared by the victim.  This event is another reflection of the Brazilian reality, where victims are not taken seriously and their aggressors are protected and continue living their lives, unpunished, being supported by many who turn their backs on women who need help. The numbers related to violence against women in Brazil are frightening: Brazil is the fifth country in the world in ranking of violence against women. 71% of feminicides and attempts have a partner as a suspect. Every two hours a woman is violently killed in Brazil. In the year 2020 there were more than 105,000 reports of violence against women. The number represents one report every five minutes. Cases of feminicide grew 22% in 12 states during the pandemic. The manifesto " Put the spoon in" is a call for the whole society and the authorities to unite to combat this nefarious cycle of violence against cis and trans women.  In a fight between a man and a woman: save the woman! FRENCH: Nous vivons dans l'un des pays où le taux de féminicide est le plus élevé au monde et nous comprenons que, plus qu'un problème législatif, il s'agit d'un problème culturel, de machisme et de misogynie, qui sont enracinés dans le patriarcat brésilien. "Mete a colher" est un manifeste-musique en répudiation du fait qui s'est produit récemment où une femme agresseur a gagné près de 500 mille followers après que les vidéos de la violence aient été divulguées par la victime.  Cet événement est un autre reflet de la réalité brésilienne, où les victimes ne sont pas prises au sérieux et où leurs agresseurs sont protégés et continuent à vivre leur vie, impunis, soutenus par de nombreuses personnes qui tournent le dos aux femmes qui ont besoin d'aide. Les chiffres relatifs à la violence contre les femmes au Brésil sont effrayants : Le Brésil est le cinquième pays au monde en termes de classement de la violence contre les femmes. 71% des féminicides et des tentatives ont un partenaire comme suspect. Toutes les 2 heures, une femme est violemment tuée au Brésil. En 2020, il y a eu plus de 105 000 signalements de violences à l'encontre des femmes. Ce chiffre représente un enregistrement toutes les cinq minutes. Les cas de féminicides ont augmenté de 22 % dans 12 États pendant la pandémie. Le manifeste "Mete a colher" est un appel à l'ensemble de la société et des autorités à s'unir pour combattre ce cycle infernal de violence à l'encontre des femmes cis et trans.  Dans un combat entre hommes et femmes: sauvez la femme! ESPAÑOL Vivimos en uno de los países con mayor índice de feminicidios del mundo y entendemos que, más que un problema legislativo, es un problema cultural, de machismo y misoginia, que hunde sus raíces en el patriarcado brasileño."Mete a colher" es un manifiesto-música en repudio al hecho ocurrido recientemente donde una mujer agresora ganó casi 500 mil seguidores luego de que los videos de la violencia fueran divulgados por la víctima. Este suceso es un reflejo más de la realidad brasileña, donde las víctimas no son tomadas en serio y sus agresores son protegidos y siguen viviendo su vida, impunes, siendo apoyados por muchos que dan la espalda a las mujeres que necesitan ayuda.Las cifras relacionadas con la violencia contra las mujeres en Brasil son aterradoras: Brasil es el quinto país del mundo en el ranking de violencia contra las mujeres. El 71% de los feminicidios y tentativas tienen como sospechoso a su pareja. Cada 2 horas una mujer es asesinada violentamente en Brasil. En 2020 se produjeron más de 105.000 denuncias de violencia contra las mujeres. El número representa un registro cada cinco minutos. Los casos de feminicidio crecieron un 22% en 12 estados durante la pandemia. El manifiesto "mete a colher" es un llamamiento para que toda la sociedad y las autoridades se unan para combatir este nefasto ciclo de violencia contra las mujeres cis y trans. En una lucha entre hombre y mujer: ¡salva a la mujer! 

Taz Mureb
21,308 supporters
Started 7 months ago

Petition to Equipe diretiva, prefeitura, Governo estadual

#QuebrandoSilencioLiberato

#QUEBRANDOSILENCIOLIBERATO Manifesto conjunto Nós, professores, pais, alunas e alunos, funcionários, entidades, imprensa, parlamentares e demais integrantes da sociedade civil, nos levantamos, em um ato de revolta e manifestação, contra toda e qualquer violência em âmbito escolar. Seja ela dada por assédios diretos ou indiretos, intencionados ou não. Estamos em luta contra a cultura do ódio às mulheres, a prática da violência sexual, moral e psicológica em âmbito escolar, pelo fim da discriminação e violência de gênero, por uma educação menos sexista e patriarcal. A escalada de ameaças, humilhações e ataques que culminam no silenciamento de meninas e mulheres e deve ser combatido. A violência contra corpos femininos é um problema estrutural da cultura machista, racista e homo-lesbo-transfóbica, que nega às mulheres o direito a uma vida livre e plena. Ideias e atitudes misóginas transformaram-se em comportamento aceito e legitimado pela sociedade, contaminando o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e até mesmo equipes docentes, capazes de sentenças e responsabilidades pautadas em decisões sexistas e de ressuscitar arcaicos argumentos da “legítima defesa da honra”, da “passionalidade”, da “perseguição”, do “comportamento educativo”, da “falta de intenção em cometê-lo” ou até mesmo “falta de informação” como uma espécie de “mérito” ou “desculpa” para absolver assediadores e criminosos em potencial.  Isso confirma a negligência e inoperância do Estado Brasileiro no enfrentamento à violência contra as mulheres dentro e fora do ambiente escolar. Medo de punição e de retaliação, alimentados no contexto da cultura do estupro e do assédio, impedem mulheres e meninas de relatar agressões praticadas por colegas, namorados, funcionários e professores. As que se insurgem permanecendo na resistência ao machismo e ao racismo, como professoras e alunas, colocando-se na linha de frente, acabam por sofrer diversas ameaças e medidas pouco cautelares, como exposição, perseguição e falta de responsabilização. A ascensão de pessoas, grupos e ideias que propagam e cultuam atitudes machistas e racistas, coloniais e de subordinação e dominação das mulheres e meninas, precisa parar por aqui.  Aos setores democráticos da sociedade, que se unem contra o machismo, um alerta: é imprescindível que reconheçam que as violências contra as mulheres são uma desafiadora questão a enfrentar, principalmente no âmbito escolar e que, deve-se ter todo o cuidado com a segurança e preservação de toda e qualquer vítima do sistema.     O que precisamos nesse momento é de programas consistentes de enfrentamento à cultura patriarcal e racista que leva ao assédio e a violência. Do contrário, não haverá avanços na educação e no enfrentamento dessa cultura violenta e patriarcal. É evidente que o machismo, os ataques brutais e a ameaças arruínam o avanço. É imprescindível a união coletiva para lutar por uma verdadeira reforma na educação sexista em que nos encontramos, pela inclusão no âmbito escolar da temática dos direitos humanos, gênero e raça na expectativa de desconstruir de vez as ideologias patriarcais capitalistas e racistas que sustentam a violência contra nós, mulheres, em nome de uma noção arcaica de família e poder. Amparadas pela Lei 15.484/2020 e aqui, em Manifesto, defendemos a promoção de ações que visem à valorização de mulheres e meninas e a prevenção, combate e identificação da violência contra as mulheres em âmbito escolar, onde o Parlamento, o Sistema de Justiça e o Executivo, assim como outras instâncias de poder e decisão, como equipes diretivas, frentes de trabalho e secretarias de gestão, possam ser mobilizadas e atravessadas pelo legado de enfrentamento, para conter tudo isso. Por estas razões é que, em público, em nosso nome e em nome daquelas que não estão entre nós para gritar, pois foram silenciadas, nós dizemos CHEGA DE ASSÉDIO!  Firmes na resistência, acolhendo todas as pessoas indignadas com a tragédia da violência contra mulheres como nós, vítimas e testemunhas, assinam este Manifesto: Entidades da sociedade civil: Coletivo Camélias Coletivo Feminista Elza Soares Coletivo Feminista Plural Coletivo Fora Da Ordem Coletivo Kizomba Coletivo Negratividade Coletivo Teremos Vez Marcha Mundial de mulheres RS   MTD\RS - Movimento de trabalhadoras e trabalhadores por direitos UBES - União nacional de estudantes secundaristas Parlamentares: Deputada Estadual Sofia Cavedon (PT/RS) Deputada Federal Maria do Rosário (PT/RS) Vereadora Ana Affonso (PT/SL) – Presidente da Câmara de São Leopoldo Vereadora Iara Cardoso (PDT/SL) – Procuradora da Mulher de São Leopoldo Vereadora Nadir Maria de Jesus (PT/SL) Vereador Ênio Brizola (PT/NH) Vereador Tiago Silveira (PT/SL) Comunidade Escolar: Coletivo Feminista Liberato Coletivo LGBT Liberato Coletivo Negro Liberato Grêmio Estudantil Maio de 68      Frente de professoras e professores: Aline Brugalli Bicca Ana Izabel dos Santos Fernandes Andréa Maria Escobar Carla Kereski Ruschel Daiana Campani Daniel Jacobus Deise Gabriela Bays Giele Rocha Dorneles Hildete Flores Rodrigues Irineu Alfredo Ronconi Junior Iris Vitória Pires Lisboa Jaqueline Brummelhaus José Celmar Roir da Silva Juliano Franceso Antoniolli Laura Cordova Matte Leandro Andrighetti Liane Filomena Müller Luiz André Mützenberg Luiz Mello da Rosa Marcelo Ribeiro de Freitas Maria Emília Lubian Maira Graciela Daniel Nair Cristina Müller Paola Del Vecchio Platão Gonçalves Terra Neto Raquel Lima de Paula Regina Ungaretti Rita de Cássia Oliveira Ronaldo do Espirito Santo Rodrigues Rosane Catarina dos Santos Rosiane da Silva Rodrigues Schana Andreia da Silva Schirlei Viviane Rossa Sheila Cristiane Schwendler Simone Borges Rempel Silvana Maria Silva Sônia Rosele Porto Machado Vilson Joselito Schutz Viviane de Lima     Frente de alunas e alunos, representados por turma e curso:   Química                                                 Eletrotécnica 1111 – 33 assinaturas                             2111 – 30 assinaturas 1112 – 21 assinaturas                             2112 – 16 assinaturas 1123 – 27 assinaturas                             2123 – 18 assinaturas 1124 – 31 assinaturas                             2124 – 24 assinaturas 1211 – 30 assinaturas                             2211 – 24 assinaturas 1212 – 15 assinaturas                             2212 – 30 assinaturas 1223 – 24 assinaturas                             2223 – 27 assinaturas 1224 – 28 assinaturas                             2224 – 24 assinaturas 1311 – 28 assinaturas                             2311 – 26 assinaturas 1312 – 32 assinaturas                             2312 – 26 assinaturas 1323 – 28 assinaturas                             2323 – 21 assinaturas 1324 – 14 assinaturas                             2324 – 25 assinaturas 1411 – 29 assinaturas                             2411 – 30 assinaturas 1412 – 30 assinaturas                             2412 – 23 assinaturas 1423 – 26 assinaturas                             2423 – 26 assinaturas   Mecânica                                                     Eletrônica 3111 – 32 assinaturas                             4111 – 26 assinaturas 3112 – 32 assinaturas                             4112 – 24 assinaturas 3123 – 15 assinaturas                             4123 – 07 assinaturas 3124 – 31 assinaturas                             4124 – 06 assinaturas 3211 – 27 assinaturas                             4211 – 17 assinaturas 3212 – 22 assinaturas                             4212 – 26 assinaturas 3223 – 22 assinaturas                             4223 – 08 assinaturas 3224 – 24 assinaturas                             4224 – 14 assinaturas 3311 – 31 assinaturas                             4311 – 21 assinaturas 3312 – 28 assinaturas                             4312 – 32 assinaturas 3323 – 19 assinaturas                             4323 – 28 assinaturas 3324 – 14 assinaturas                             4324 – 20 assinaturas 3411 – 30 assinaturas                             4411 – 07 assinaturas 3412 – 31 assinaturas                             4412 – 23 assinaturas                                                                   4423 – 26 assinaturas Equipes Gincaneiras: Atrôpelando Avalon Gorgon Grupo de Risco Guardiões do Vale Hakuna Matata Máfia da Graxa TatuCascalho TNT Trio Eletro Velhos Parceiros

Quebrando SIlêncio Liberato
9,102 supporters
Started 1 year ago

Petition to Franciny Ehlke

We're going together for #Women'sRights

We are tired of knowing that women do not have the same space in society as a man, our voice is often silenced by a society that has always been sexist, our salaries are lower, our safety is always at risk, even walking on the street alone (especially the night) is a difficult step for us to take, and even if there is the Women's Police Station to support us, it is still very little and our reality will not change so fast but we will never give up fighting for a fairer world of women's rights.With this, I created this petition so that more women (and even men, if the goal is to help) come together so that somehow we can gradually change this reality. Tradução.... Estamos cansados de saber que as mulheres não tem o mesmo espaço na sociedade igual um homem, nossa voz muitas vezes é calada por uma sociedade que sempre foi machista, nossos salários são menores, nossa segurança está sempre em risco, até andar na rua sozinhas (principalmente a noite) é um passo difícil para darmos, e mesmo existindo a Delegacia da Mulher para oferecer suporte a nós, ainda é muito pouco e nossa realidade não mudará tão rápido mas nunca desistiremos de lutar para um mundo mais justo aos direitos das mulheres.Com isso, criei essa petição para que mais mulheres (e até homens, se o objetivo for ajudar) se juntem para que de alguma forma possamos ir mudando gradativamente essa realidade.   

Heloísa Fistarol
9,016 supporters