Topic

animais

17 petitions

Update posted 3 weeks ago

Petition to Edson Queiroz Neto, Fátima Maria Fernandes Veras, Universidade de Fortaleza (Unifor), Comunicação Unifor

UNIVERSIDADE UNIFOR - ENSINANDO E NÃO APRENDENDO

A UNIFOR – FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA,  com sede à Av. Washington Soares, 1321 - CEP 60811-905 – Fortaleza-CE – Brasil, sempre zelou pelo espaço do campus e a boa convivência entre a comunidade, incluindo todos os animais que lá vivem: emas, jabutis, galos, gatos, pavões, dentre outros. Diversos anúncios e propagandas trazem imagens desses animais. Porém, a política da UNIFOR em relação aos gatos tem sido muito negativa, decretando a proibição de alimenta-los, orientando aos funcionários para que joguem fora os potes de ração e água - ação independente, custeada por alguns alunos e professores -  e RETIRANDO periódica e furtivamente gatos do campus, como ocorrido recentemente, no final de semana, dias 14 e 15 de abril de 2018, extrapolando qualquer limite e usando de requintes de crueldade, literalmente “dando sumiço” à dezenas de gatos - idosos, doentes, gatas prenhas e filhotes, incluindo desta vez, até mesmo a gata símbolo da universidade, uma idosa com quase dez anos, conhecida por todos como “A Gordinha da Biblioteca”. A retirada e desova dos gatos para locais distantes são prática comum, ocorrendo sempre aos finais de semana ou feriados, longe dos olhos dos alunos e com a conivência de alguns funcionários. Várias denúncias já foram realizadas, porém, a UNIFOR permanece intocada devido ao grande poder que exerce sobre  políticos, meios de comunicação e órgãos como a Secretaria do Meio Ambiente e Ministério Publico Estadual. A UNIFOR, que em 2017 sediou o VII CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE A HARMONIA COM A NATUREZA E O BEM VIVER, ao que parece, vai na contramão de seu próprio discurso, com a sua “solução final” em relação aos gatos, cometendo assim CRIME, previsto na Lei de nº 9.605/98. Acreditamos no bom convívio entre animais e pessoas. Acreditamos em iniciativas de proteção, combinadas com campanhas de castração, locais adequados para alimentação, feiras periódicas de adoções e conscientização de que abandono e maus tratos são crimes e devem ser rigorosamente combatidos. EXIGIMOS resposta - UNIFOR, onde estão os gatos retirados do campus? Sequer sabemos se foram “jogados fora” vivos ou mortos!EXIGIMOS regras internas de convivência e proteção à todos os animais que vivem nas dependências da universidade! EXIGIMOS que nenhum animal seja retirado do campus a não ser através de adoções responsáveis! EXIGIMOS apuração e esclarecimento quanto à sua conduta criminosa! Este flagrante viralizou em 2017, e trouxe à tona todas as irregularidades dentro das dependências da UNIFOR: http://olharanimal.org/jovem-e-flagrado-maltratando-gato-em-universidade-particular-em-fortaleza-ce/ Text in English: UNIFOR - FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ UNIVERSIDADE DE FORTALEZA, headquartered at Av. Washington Soares, 1321  - Postal Code 60811-905 - Fortaleza-CE - Brazil, has always looked after the Campus and the good relations between the university community, including all the animals on campus: emas, jabutis, roosters, cats, peacocks, and others. Various advertisements and merchandising have images of the animals on campus. However, UNIFOR's policy toward cats has been very negative, enacting a ban on feeding them and stealthily removing cats from the campus, as happened recently on the weekend, April 14 and 15, 2018, with refinements of cruelties, literally "missing" dozens of cats - old and sick cats, pregnant cats and babies, including this time the cat symbol of the university, an elderly cat of almost ten years, known by all as "The Fatty of the Library." Removal and spawning of cats to distant locations is a common practice, occurring on weekends or holidays, away from students' eyes and with the connivance of some employers. Several accusations have already been made, however, UNIFOR remains untouched due to the great power that it exerts on politicians, means of communication and organizations like Secretariat of the Environment and State Public Ministry. UNIFOR, which in 2017 hosted the VII INTERNATIONAL CONGRESS ON HARMONY WITH NATURE AND GOOD LIVING, apparently, runs counter to its own discourse, with its "final solution" to cats, thus committing a crime, provided for in the Law No. 9605/98. We believe in good relationships between animals and people, we believe in protection policies, with castration campaigns, adequate places for food, periodic adoption fairs and awareness that neglect and ill-treatment are crimes and must be strictly combated. UNIFOR, where are the cats removed from the Campus? We do not even know if they were "thrown away" alive or dead! WE DEMAND internal rules of coexistence and protection to the animals that lives in the dependences of the university. WE DEMAND that no animals be removed from Campus unless through responsible adoptions. WE DEMAND investigation and clarification regarding your criminal conduct!   Texto en Español: La UNIFOR - FUNDACIÓN EDSON QUEIROZ UNIVERSIDAD DE FORTALEZA, con sede en la Av. Washington Soares, 1321 - CEP 60811-905 - Fortaleza-CE - Brasil, siempre veló por el Campus y la buena convivencia entre la comunidad universitaria, incluyendo todos los animales del campus: emús, tortugas, gallos, gatos, pavos reales, entre otros. Varios anuncios y propaganda traen imágenes de los animales del campus. Sin embargo, la política de UNIFOR en relación a los gatos ha sido muy negativa, decretando la prohibición de alimentarlos y RETIRANDO furtivamente gatos del campus, como ocurrido recientemente el fin de semana, días 14 y 15 de abril de 2018, con refinamientos de crueldades, literalmente "dando sumiço" a decenas de gatos - ancianos, enfermos, gatas preñadas y bebês, incluyendo esta vez la gata símbolo de la universidad, una anciana de casi diez años, conocida por todos como "La Gordita de la Biblioteca". La retirada y desove de los gatos a lugares lejanos es práctica común, ocurriendo siempre los fines de semana o festivos, lejos de los ojos de los alumnos y con la connivencia de algunos funcionarios. Varias denuncias ya fueron realizadas, sin embargo, la UNIFOR permanece intacta debido al gran poder que ejerce sobre políticos, medios de comunicación y órganos como Secretaría de Medio Ambiente y Ministerio Público Estadual. La UNIFOR, que en el año 2017 estableció el VII CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE LA ARMONÍA CON LA NATURALEZA Y EL BIEN VIVIR, al parecer, va en contra de su propio discurso, con su "solución final" en relación a los gatos, cometiendo así crimen, previsto en la Ley nº 9.605 / 98. Creemos en la buena convivencia entre animales y personas, creemos en políticas de protección, con campañas de castración, lugares adecuados para alimentación, ferias periódicas de adopciones y concientización de que abandono y malos tratos son crímenes y deben ser rigurosamente combatidos. UNIFOR donde están los gatos retirados del Campus? ¡Incluso no sabemos si fueron "jugados fuera" vivos o muertos !! EXIGIMOS reglas internas de convivencia y protección a los animales que viven en las dependencias de la universidad. EXIGIMOS que ningún animal sea retirado del Campus sino a través de adopciones responsables. ¡EXIGIMOS escrutado y aclaraciones en cuanto a su conducta criminal!

Mozzer Silva
10,125 supporters
Update posted 4 months ago

Petition to Órgão Especial do TJSP, Órgão Especial, Presidente do TJSP, Decano do TJSP, Vice-Presidente do TJSP, Corregedor Geral do TJSP

Por um judiciário paulista que proteja os animais

(Please scroll down for English text) Quando foram criadas as Câmaras Reservadas ao Meio Ambiente do TJSP foi uma inovação, visto que nenhum outro tribunal tinha câmaras reservadas ao meio ambiente. Por anos essas câmaras foram constituídas por desembargadores que realmente defendiam o meio ambiente, inclusive os animais, que no Brasil estão inseridos no direito ambiental, aplicando corretamente a legislação de proteção ao meio ambiente e aos animais, e se recusando a aplicar leis inconstitucionais que autorizam crueldade contra os animais e outros atos lesivos ao meio ambiente. Esses desembargadores ao longo dos anos criaram uma jurisprudência favorável aos animais, inclusive criaram uma jurisprudência de que instrumentos como sedéns, mesmo que confeccionados em material macio, esporas de qualquer tipo, mesmo que não pontiagudas, cordas americanas, peiteiras, sinos, freios, bridões, chicotes, gamarras, hackamores, cintas, cilhas, barrigueiras e outros instrumentos que causam sofrimento aos animais e alteram seus comportamentos não podem ser utilizados em provas que fazem uso de animais, e também no sentido de que provas de laçada e/ou derrubada e o rodeio mirim não podem ser realizados. Porém, o que verificamos atualmente é um retrocesso das Câmaras Reservadas ao Meio Ambiente. A maioria dos desembargadores que estão atualmente nessas câmaras tratam as questões envolvendo animais com descaso. Se recusam a fazer cumprir a Constituição Federal e o Código Estadual de Proteção aos Animais, se recusam a aplicar os princípios da prevenção e precaução, aplicam leis que autorizam o uso de instrumentos que causam sofrimento aos animais, se curvam para leis inconstitucionais que autorizam maus-tratos a animais, dizem que se essas leis falam que um instrumento de tortura não causa maus-tratos então não causa e ponto final, não interessa se a comunidade científica comprovou que sim. Esses desembargadores suspendem liminares que haviam proibido o uso de instrumentos que causam sofrimento aos animais nas provas que se utilizam deles, e reformam sentenças para autorizar esses instrumentos, e mais absurdamente ainda dão provimento a mandados de segurança para autorizar o uso desses instrumentos em cidades onde foram proibidos por sentenças transitadas em julgado, demonstrando desrespeito pelos desembargadores anteriores e violando o princípio da segurança jurídica. Como se não bastasse nota-se que alguns desembargadores dessas câmaras não têm sensibilidade nem com o sofrimento de cachorros, animais que a maioria da população têm como companheiros, como amigos, visto que alguns desembargadores têm determinado devolução de cachorros maltratados para quem os maltratou. Nós que somos contra a crueldade para com os animais pedimos para que o Órgão Especial do TJSP não mais eleja desembargadores que defendem o uso de sedéns, mesmo que confeccionado em material macio, esporas de qualquer tipo, mesmo que não pontiagudas, cordas americanas, peiteiras, sinos, freios, bridões, chicotes, gamarras, hackamores, cintas, cilhas, barrigueiras e outros instrumentos que causam sofrimento aos animais e alteram seus comportamentos, prova de laçada e/ou derrubada, espancamento de animais nos bretes, rodeio mirim e/ou o uso de choques elétricos e mecânicos, que sejam a favor de devolver animais maltratados a quem os maltratou, e que apoiem ou tratem  como irrelevante qualquer outra forma de crueldade e maus-tratos aos animais para as Câmaras Reservadas ao Meio Ambiente. When the Environmental Chambers of the State of São Paulo Justice Court were created, it was an innovation, since no other Brazilian court had chambers reserved for the environment. For years, these chambers were constituted by judges who really defended the environment, including animals, which in Brazil are inserted into the environmental law, correctly applying legislation to protect the environment and animals, and refusing to apply unconstitutional laws that authorise cruelty against animals and other harmful acts to the environment. These judges over the years have created an animal friendly jurisprudence, including establishing jurisprudence that instruments such as flank straps, even if they're made of soft material, spurs of any kind, whether or not sharp, bull ropes, bells, bits, whips, martingales, hackamores, girths and other instruments that cause suffering to animals and change their behavior can not be used in rodeo and similar events, and also that roping, steer wrestling and vaquejada events can not be performed. However, what we are currently witnessing is a step backwards of the Environmental Chambers. Most of the judges who are currently in these chambers address issues involving animals with neglect. They refuse to enforce the Brazilian Federal Constitution and the State Code of Protection of Animals, refuse to apply the principles of prevention and precaution, apply laws that authorise the use of instruments that cause suffering to animals, bow to unconstitutional laws that authorise cruel instruments, say that if these laws say that an instrument of torture does not cause suffering then it does not cause and end of conversation, it does not matter if the scientific community has proven that it does. These judges suspend injunctions that had banned the use of instruments that cause animal suffering on rodeo events, and reform sentences to authorise such instruments, and more absurdly still provide for warrants to authorise the use of such instruments in cities where they were banned by final judgments, showing disregard for previous judges and breaching the principle of legal certainty. As if that were not enough, it should be noted that some of the judges in these chambers are not even sensitive to the suffering of dogs, animals that the majority of the population have as companions, as friends, since some judges have ordered the return of abused dogs to those who abused them. We who are against animal cruelty ask that the Special Organ of the State of São Paulo Justice Court no longer elect judges who defend the use of flank straps, even if they're made of soft material, spurs of any kind, even if not sharp, bull ropes,bells, bits, whips, martingales, hackamores, girths and other instruments that cause suffering to animals and change their behavior, roping, steer wrestiling and vaquejada events, kids rodeo and the use of electric and mechanical shocks, who are in favor of returning abused animals to those who abused them and who support or treat any other form of cruelty and animal abuse as irrelevant to the Environmental Chambers.

Mariana Bedesco Zampieri
29,465 supporters
Started 7 months ago

Petition to Ray-Ban , Luxottica Group S.P.A, Marco Catalani, Luxottica Group S.P.A

Ray-Ban, pare de usar couro em seus produtos!

A marca Ray-Ban, que faz parte do grupo italiano Luxottica, sempre foi a minha marca de óculos favorita, mas ontem eu tive uma decepção. Eu estava no site deles pesquisando para comprar um modelo clássico que eu amava e perdi, e me deparei com um destaque com a frase "Couro de bezerro é para quem ousa". Na hora tomei um choque! Não acreditei que eles estavam vendendo, em pleno 2017, couro de BEZERRO como algo incrível. Nos anos 50, quando não tínhamos tanto acesso à informação, usar couro era um símbolo dos "descolados" do mundo todo. Mas hoje em dia, usar couro é sinônimo de mau gosto, falta de compaixão, covardia e egoísmo! Enquanto várias marcas famosas estão deixando de usar couro, por motivos éticos, socioambientais e econômicos, mostrando que é possível aliar qualidade e durabilidade com materiais alternativos, a marca Ray-Ban está exaltando essa crueldade. Depois continuei pesquisando e li que algumas caixas dos meus óculos também eram de couro, que antes achava que era sintético. E, mesmo que as caixinhas fossem de couro sintético, não quero mais financiar uma empresa que trata um animal dessa forma! Qual a necessidade de usar couro em um óculos? Ray-Ban, reveja os seus conceitos. Pare de explorar os animais! ENGLISH VERSION >>> The Ray-Ban brand, which is part of the Italian group Luxottica, has always been my favorite brand of sunglasses, but yesterday I had a major disappointment. I was on their site researching to buy a classic model that I loved and had lost, and came across a highlight with the phrase "Calf leather is for those who dare to ware them". I was shocked at the time! I did not believe they were selling, in 2017, CALF LEATHER as something amazing. In the '50s, when we did not have so much access to information, wearing leather was a symbol of the "cool people" to the whole world. But nowadays, wearing leather is the symbol of being coward, lacking compassion, and selfishness! While several famous brands have decided to stop using leather, for ethical, socio-environmental and economic reasons, showing that it is possible to combine quality and durability with alternative materials, Ray-Ban brand is promoting this cruelty.Then I continued to search and I read that some of their cases, which I actually owned from previous purchases, were made of leather!!! And even though I always thought they were synthetic materials, I do not want to finance a company that treats an animal like that! Why use leather in a pair of glasses? Please Ray-Ban, review your concepts. Stop exploring the animals!

Camilla Mota
18,961 supporters