Topic

árvores

17 petitions

Update posted 3 months ago

Petition to Antônio Aiacyda

Contra o corte indiscriminado de árvores no Município de Mairiporã-SP

Essa semana, mais uma árvore saudável e de grande porte foi cortada em nossa cidade, mais uma vez sem qualquer justificativa plausível. Mais uma vez, sem laudo técnico e as autorizações que a lei exige. Mairiporã está na Serra da Cantareira, a maior floresta urbana do mundo, e não sabe preservar suas árvores. Veja o momento do corte:https://www.youtube.com/watch?v=awv9Jss5vJ8&feature=youtu.be Na manhã de 16/04/2019, a árvore já se encontrava severamente pelada, por conta de uma poda abusiva e agressiva, feita no dia anterior. Mas seu grande tronco e seus ramos principais estavam quase intactos. Horas depois, a equipe da prefeitura compareceu e teve início a derrubada efetiva da grande árvore.  Quando corremos em busca de uma explicação, surgiu o solicitante, que de forma convicta, disse: “estava fazendo sombra na minha casa” e “estavam usando a árvore para roubar minha casa”. E assim, o solicitante pediu a Prefeitura Municipal de Mairiporã que derrubasse o Flamboyant de mais de 25 anos de existência e cuja base de tronco tinha cerca de 80 cm. E que sequer se encontrava em seu terreno, pertencendo ao terreno vizinho. Não houve consulta prévia aos vizinhos, nem a dona ou inquilinos da casa onde estava a árvore, não houve laudo técnico, a árvore era saudável, o depto. de Meio Ambiente sequer havia sido consultado. Tal operação jamais poderia ter sido efetuada. Moradores da rua e munícipes em geral se sentem prejudicados e revoltados por essa ação absurdamente impensada. A árvore era a floresta particular da Rua Luiz Vaz de Camões, com sua copa frondosa, que não interferia no trânsito, não afetava a fiação elétrica e contribuía deveras com o cenário e a tranquilidade no local. Sua grande sombra servia de ponto de descanso para quem subia a rua, seja para seguir pela Luiz Vaz de Camões, seja para subir pela longa e empinada escadaria da viela que leva à rua de cima.  Crianças brincavam sob sua sombra. Quando havia mudança ou reparos na rua, era comum ver os trabalhadores sentados debaixo de sua sombra, almoçando e descansando antes de retomar o trabalho. Até mesmo uma mãe, moradora da viela, vinha amamentar seu filhinho debaixo da árvore. O que restou no lugar? Nada. Um sol inclemente atinge o chão, não há mais a sombra, não há mais a beleza da grande árvore. Tudo porque um morador a encarou como um empecilho e se investiu do objetivo de derrubar o grande Flamboyant. As alegações do solicitante são patéticas. “Fazia sombra na minha casa”. “Havia galhos entrando no quarto do meu filho”, afirmação falsa, pois a árvore sequer se desenvolvia para o lado de sua residência, como as fotos comprovam de imediato. Tampouco é verídico que ladrões usaram a árvore para invadir a residência, pois não há, como se vê nas fotos, apoios necessários para tal ação. Todo o Flamboyant se desenvolvia na direção oposta. No mais, o argumento é absurdo: o morador que deve se resguardar de ser roubado, aumentando o nível de segurança de sua residência, e não destruindo árvores para essa pretensa finalidade. E, mesmo que a árvore tivesse sido utilizada para tal propósito, bastaria cortar o hipotético apoio e solucionar o problema. Não se combate criminalidade derrubando árvores. No dia do corte, o solicitante e equipe da prefeitura se expressavam de forma bastante segura e autoritária, afirmando que o solicitante havia feito a doação de 25 mudas, que seria, segundo a prefeitura, uma das contrapartidas necessárias previstas em lei, e o solicitante afirmou categoricamente “estou com o protocolo e a autorização devida”. Mas não estava. Posts publicados nas mídias sociais se espalharam com grande rapidez e de forma contundente, com centenas de moradores da rua e munícipes expressando total desaprovação e cobrando providências cabíveis. Grupos e comissão de moradores estão se formando para ingressar nas devidas esferas legais e assim, buscarem o necessário reparo. Cabe informar que no dia seguinte ao corte, tanto o solicitante como a prefeitura retornaram ao local com discursos e posturas completamente diferentes. A prefeitura dizendo “achávamos que havia uma autorização, mas não havia”, e o solicitante “eu não pedi nada disso, pedi só uma poda, pedi apenas que resolvessem meu problema”. Questionado a respeito de um documento onde constasse a tal autorização, o solicitante disse que não tinha nada. Que havia feito um protocolo de número 669/2018 na prefeitura, e tudo se resumia a isso. TEMOS UMA GESTÃO QUE DESPREZA O MEIO AMBIENTE Na Praça do Rosário, antiga rodoviária municipal, foram dez as árvores cortadas sem laudo, sem autorização da Secretaria do Meio Ambiente, para dar lugar a uma praça. Ao invés de projetar uma praça respeitando as árvores com 40, 50 anos de idade, escolheram absurdamente cortar as árvores e, no lugar delas, plantar mudas, sem quaisquer critérios técnicos, a partir de um projeto sem sentido. As mudas não avançaram e se encontram em estado de penúria. Por esse corte, a partir de ação do COMDEMA (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente), à Prefeitura foi imputado termo de ajuste de conduta, obrigando-a a plantar 1.000 árvores, as quais não se sabe até hoje se foram efetivamente plantadas e onde aconteceu tal plantio. A Prefeitura não ajustou a conduta, visto que os cortes ilegais continuaram. Na Rua Ipiranga, umas das principais ruas da cidade, desde perto do Fórum até a frente do hospital todas as árvores foram cortadas, só restando os troncos. Além dos cortes, vemos uma infinidade de árvores secas pela cidade, vítimas de poda inadequada. Há semanas, a Prefeitura cometeu o absurdo de podar árvores em plena floração. Qual é o sentido de ter árvores florindo pela cidade e podá-las na florada, para evitar que “façam sujeira”? Com 70% de rejeição, a Prefeitura investiu recentemente cerca de R$120.000 na produção de revista que exibe as “maravilhas” da administração atual. A revista foi distribuída de forma irresponsável, com 3 ou 4 exemplares arremessados displicentemente em cada casa, debaixo de chuva, danificados e com embalagens rasgadas. Quase meio milhão de reais foi o valor que a prefeitura gastou com “publicidade oficial” no ano passado, numa cidade com menos de 100 mil habitantes. Objetivos dessa petição: 1) Obrigar a Prefeitura de Mairiporã/SP a adotar um protocolo para o corte/poda de árvores na cidade, respeitando a lei doravante, em todo o município; 2) Conseguir a arborização da rua Rua Luiz Vaz de Camões, onde o Flamboyant foi cortado: o plantio de outra árvore da mesma espécie no local, de tamanho médio, além do plantio de outras 50 árvores (número estimado) no decorrer da rua. Será feita uma consulta aos moradores da rua, para ver quem aceita o plantio de árvores em suas respectivas calçadas, bem como uma seleção de espécies para uma arborização adequada.

Luciana Barbieri
2,009 supporters
Started 5 months ago

Petition to precisamos do Ministerio publico, e a Prefeitura de Belo horizonte para assinar esta ampliação do Parque municipal do bairro trevo

Vamos salvar a fauna e a flora do entorno do Parque municipal do Bairro Trevo/Pampulha!

O Perímetro do parque foi criado em 2012 e, por erro técnico, não contempla os sistemas ecológicos que devem ser preservados. Por isso, lutamos pela sua ampliação e a anexação da área verde do entorno ao mesmo. O espaço do entorno tem aprox. 23.000 m2 e é área de recarga, com vegetação de serrado em transição para Mata Atlântica, fauna e flora exuberantes, com lago e presença de nascentes de grande importância para alimentar a lagoa da Pampulha, patrimônio mundial da humanidade/Unesco. As escolas utilizam a riqueza ecológica deste espaço para aulas de educação ambiental. Em eventos de mutirões com participação das escolas, ambientalistas, Projeto Manuelzão/UFMG e as comunidades local e do entorno, foram plantadas mais de 200 espécies de árvores nativas e frutíferas, enriquecendo ainda mais o ecossistema local. Nesta área, estudantes pesquisadores da UFMG encontraram uma especie de rã rara na América do Sul. Por tudo isso e muito mais, pedimos o seu apoio na ampliação do parque municipal do bairro Trevo, protegendo os espaços ambientais, aumentando as áreas de lazer da cidade de BH e somando na melhoria da qualidade de vida das presentes e futuras gerações.  Visite o Parque Municipal do bairro Trevo!

ONG.Serras,minas,rios e lagos
214 supporters
Update posted 5 months ago

Petition to Secretário do Meio Ambiente de Cachoeiro de Itapemirim - ES

Não matem nossas arvores! As calçadas podem ser construídas preservando o meio ambiente!

Nós moradores da Rua Gumercino Moura, no bairro Vila Rica, não concordamos com a retirada das árvores para a construção e reforma de calçadas, e entendemos que é sim possível, construir preservando o meio ambiente. Elas deixam a rua, nossas casas e até mesmo a Escola mais frescas, fornecem sombra para quem passa a pé e para as mães que esperam seus filhos, são moradia para macaquinhos e diversos animais, ajudam a diminuir a poluição do ar, além de fornecerem beleza natural para os olhos e para a alma. Outro motivo muito relevante para nós, é o fluxo de pedestres. Nossa rua é residencial, onde poucas pessoas transitam a pé.  A alegação dos motivos para a retirada das árvores, onde por lei é permitido cortar árvores que estão atrapalhando a passagem de pedestres, não se enquadra na situação desta rua. Outro motivo, alegando que as árvores estão doentes, o que não é verdade, pois as mesmas estão frondosas, com lindas folhas e frutos sem apresentar mofo, cupim ou apodrecimento.  Concordamos sim com a revitalização das calçadas, porém com um projeto mais humanizado, sem prejudicar nossas árvores. Visto que todas as árvores já estão localizadas ao redor da escola, a reforma correta seria a retirada do muro construído indevidamente muito próximo as mesmas, e a construção de uma calçada preservando as árvores e o plantio de novas também. “VAMOS APRECIAR A NATUREZA E AS ÁRVORES DA MESMA MANEIRA QUE APRECIAMOS A ARTE”

Larissa Lima Carlette
2,020 supporters