DEVOLVA HELENA PARA MÃE E O IRMÃO

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Fernanda engravidou em 2014, seu ex companheiro na época mesmo sabendo que não era o pai biológico da criança e que não poderia ser pai, assumiu a paternidade socioafetiva e reataram o relacionamento.

Fernanda sofreu abusos psicológicos, morais, patrimoniais e traições, o que resultou em seu divórcio e até algumas MEDIDAS PROTETIVAS contra o pai socioafetivo.

Fernanda amamentou sua filha até os seus quatro anos de idade, sempre manteve uma relação de amor e cuidado com seus filhos

Após a separação, Fernanda teve outro relacionamento, o pai socioafetivo começou a mover vários processos contra Fernanda

Em julho de 2019, ele foi até a residência de Fernanda, pegou a criança para exercer seu direito de passar as férias no período de uma semana, assim que partiu com a criança bloqueou todos contatos entre mãe, filha e o irmão, ameaçou Fernanda por diversas vezes e falou que ela só iria ver a filha se fizesse o que ele mandar.

Fernanda pediu a busca e apreensão da filha e após 44 dias sem contato, elas se encontraram e voltaram para casa.

Em dezembro de 2019, logo após a criança receber as visitas do pai socioafetivo, ele fez várias denúncias falsas no Conselho Tutelar e moveu uma ação diversa, alegando maus tratos das crianças, e que Fernanda não estava atendendo suas ligações, sendo que existia uma ordem judicial de MEDIDAS PROTETIVAS em favor de Fernanda, que foi visivelmente ignorada.

Após três pedidos de reconsideração o juiz deferiu a liminar de guarda provisória para o pai socioafetivo, que levou a criança para outro estado.

Fernanda além de ter sofrido uma clara VIOLAÇÃO dos seus direitos humanos, a ampla defesa e o duplo grau de jurisdição, tendo em vista que a própria apresentou laudos do conselho tutelar e MEDIDAS PROTETIVAS que contradizem a palavra do pai socioafetivo, Fernanda não foi ouvida e teve seu DIREITO A DEFESA NEGADO, e as MEDIDAS PROTETIVAS IGNORADAS pelo poder judiciário gaúcho, que SUSPENDEU O ESTUDO PSICOSSOCIAL da criança e as visitas durante a PANDEMIA da COVID19, mas pode morar com  a avó socioafetiva, e a tia, que trabalha em um hospital público na zona leste de São Paulo,  (grupo de risco), não são ou estão passíveis de serem infectados pela doença?

O pai socioafetivo tem um MANDADO DE PRISÃO por falta de pagamento dos alimentos da criança e recentemente negou as visitas entre mãe, filha e irmão, que estão há NOVE MESES sem se ver! Vem tumultuando os processos e se beneficiando da PANDEMIA para manter, mãe, filho e irmão afastados

Vamos ajudar essas crianças e essa mãe que se encontram inconsoláveis, seus traumas e dores jamais serão reparados.

O que estão fazendo é desumano.

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