#SurfeLivre - operação 4i na administração do surfe no Brasil!

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Investigação, Intervenção, Interdição e Inovação!

Nas vésperas de 2020, ano em que os melhores competidores do mundo vão realizar a estreia olímpica do surfe nos Jogos do Japão, o surfe brasileiro está concentrado nas mãos de um pequeno grupo de administradores e empresários e é tratado como negócio privado, em detrimento dos interesses sociais e do ordenamento jurídico.

Durante cerca de 15 anos, a comunidade do surf vem observando o atropelo das leis para a formação, manutenção e escalada de um grupo na direção do esporte. Ritos e solenidades que a lei considera essenciais para a validade de atos administrativos são suprimidos e esquecidos pelas entidades que, supostamente, representam este esporte. Assembleias, ordens normativas, filiações e desfiliações, alterações estatutárias e eleições são falseadas em tramitações irregulares, ilegítimas e inconstitucionais.

Contando, muitas vezes, com a facilitação de outros agentes, inclusive públicos, esses grupos de gestão burlam o sistema em prejuízo da comunidade esportiva e dos atletas, criando um subsistema de poder paralelo com regras e leis próprias, onde competidores, técnicos, produtores independentes e gestores de associações são reféns, sofrem coerções, ameaças ou são cooptados, em razão de suas participações nos programas governamentais e da homologação dos eventos, propulsores dos recursos que movimentam os esportes.

Não priorizando a ética e a transparência em sua gestão, a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf, antiga CBS), entidade máxima de representação do surfe perante órgãos e entidades nacionais e internacionais, vem descumprindo seu papel basilar no apoio ao treinamento esportivo e ao patrocínio de atletas; na realização de eventos e entrega de premiações, muitas vezes em péssimas condições de competição; assim como mostra-se incapaz de administrar os recursos existentes para o benefício dos surfistas brasileiros, formação da sua equipe olímpica e viagens, culminando na frustração e insatisfação da maioria dos atletas, gestores, empresários e profissionais envolvidos na cadeia esportiva do surfe.

Como exemplo, os Jogos Mundiais de Tahara, Japão, em setembro de 2018, evento da International Surfing Association (ISA) em que 6 atletas brasileiros tiveram suas viagens para disputar vagas do Pan-Americano de Lima (2019), em preparação para os Jogos Olímpicos de Tóquio (2020), canceladas na última hora, por incompetência da gestão da CBSurf.

Diante deste quadro, surfistas vêm se reunindo e buscando espaços de diálogo para propor mudanças no sistema organizacional do surfe, em coletivos de competidores, gestores de entidades, empresários, profissionais e amantes do esporte de todos os estados da costa do Brasil.

Esses grupos solicitam, no âmbito Federal: à (I) Secretaria Especial do Esporte e à (II) Controladoria-Geral da União; no âmbito institucional: ao (III) Comitê Olímpico do Brasil, ao (IV) Comitê Olímpico Internacional e à Associação Internacional de Surf (ISA):

Ações de INVESTIGAÇÃO e AUDITORIA, com INTERVENÇÃO e INTERDIÇÃO da Confederação Brasileira de Surf, maior entidade de representação do surfe nacional.

E para que não se prejudique, por mais tempo, o desenvolvimento do surfe no país, sobretudo sua base; e a preparação do time olímpico, com todos os trâmites necessários para o bom desempenho dos atletas brasileiros nos eventos preparatórios e em Tóquio; os assinantes desta petição solicitam a SUBSTITUIÇÃO IMEDIATA DA ENTIDADE DE REPRESENTAÇÃO DO SURFE perante os órgãos oficiais, nacionais e internacionais, por outra congênere.



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