Impeachment Geraldo Alckmin e Impeachment José Serra

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Desde o propinoduto e o caso Alstom até a 'máfia da merenda', 16 escândalos que os tucanos habilmente abafaram na imprensa e na Câmara. Participação em esquemas de pagamento de propina para obtenção de vantagens em contratos de estatais paulistas de energia e de transporte, nos governos do PSDB. Contrato em que o Metrô apontou perdas de mais de R$ 300 milhões, o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) fez um acordo com a multinacional francesa Alstom no qual perdoou dívidas que somam R$ 116 milhões e aceitou que o produto contratado seja entregue até 2021, com dez anos de atraso.As investigações sobre as relações da Alstom com o governo estadual começaram em 2008, quando apareceram os primeiros indícios de que a empresa francesa teria oferecido propinas entre 1998 e 2003 para ganhar obras ainda na gestão de Mário Covas. Quem contratou o sistema da Alstom, que causou este prejuízo de R$ 300 milhões aos cofres estaduais, foi o então governador José Serra, no mesmo ano em que começaram as investigações sobre os contratos na área de energia da gestão Covas. O CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) fornecido pela Alstom custou inicialmente R$ 780 milhões e sua entrega estava prevista para 2011, mas funciona em tempo integral só na linha 2-verde. Nas duas outras linhas contratadas, o cronograma prevê a entrega do serviço apenas em 2021.Superfaturamento em contratos para o fornecimento de merenda escolar à Secretaria de Educação e mais 22 prefeituras do estado de São Paulo. Em delação, na “Operação Alba Branca”, dirigentes da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (COAF) citaram o deputado Fernando Capez (PSDB-SP), presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e o ex-chefe de gabinete da Casa Civil do Governo Alckmin, Luiz Roberto dos Santos, o Moita, como participantes do esquema e integrantes da quadrilha tucana. Até agora, em toda esta história do metrô tucano, que se prolonga por mais de duas décadas, ninguém do governo estadual foi processado, julgado e muito menos condenado. O único punido foi um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Robson Marinho, homem forte do governo Covas. Investigado sob a suspeita de ter ajudado a multinacional francesa a conseguir contratos em troca de propina, foi afastado do TCE em agosto de 2014, mas seu processo ainda não foi encerrado.



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