#JUSTICAPARAYRNA

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No dia 1 de maio de 2016, no bairro Meireles, Fortaleza-Ce, Yrna de Souza Castro Lemos foi encontrada sem vida no porta-malas do carro de seu namorado, Gregório Donizeti Freire Neto. Segundo ele, após eles fazerem o uso de substâncias alucinógenas injetáveis à base de morfina e ingerir bebidas alcoólicas, Yrna desmaiou e ele a carregou até a garagem (imagens do circuito interno confirmam) colocou-a no banco passageiro e saiu. Ao invés de levá-la ao hospital que ficava a menos de 1 quilômetro de sua casa, o GPS do carro de Gregório revelou que, ele esteve em três bairros de Fortaleza com o corpo de Yrna que em determinado momento foi colocado no porta-malas. Posteriormente, o réu se hospedou em uma pousada e no fim do dia seguinte, após contatar a família e advogados, ele retornou à garagem do seu prédio e apenas nesse momento a polícia foi acionada. Yrna ficou mais de 24 HORAS desaparecida. A perícia constatou a presença de 12,8 decigramas de etanol e de 0,240 miligramas de morfina por litro de sangue. Pessoas próximas a Yrna sabem que esse tipo de atitude não era prática comum sua, já o réu era usuário frequente de entorpecentes desde os 17 anos, nas palavras da defensoria. Familiares perceberam a presença de hematomas no corpo da vítima no dia do reconhecimento do corpo no IML. O relacionamento do casal sempre foi conturbado, como mostram os aúdios e capturas de tela reveladas na época do feminicídio.
Esta é uma petição da sociedade civil brasileira que repudia a mudança do julgamento do réu, de homicídio DOLOSO para CULPOSO e com a tentativa de responsabilizá-lo pela ocultação de cadáver. Esperamos que as autoridades judiciárias do estado do Ceará ouçam com atenção as reivindicações, não só da família da vítima, mas, de toda sociedade brasileira, para que a justiça prevaleça e o réu seja julgado de acordo com o crime doloso que cometeu. Justiça para Yrna!