Acesso à Fosfoetanolamina!

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Meu pai, Paulo Eduardo Faccini,  no ano de 2013, descobriu que é portador de um tipo de câncer raro. No decorrer do seu tratamento convencional com quimioterapias, radioterapias e até uma cirurgia, foi constatado erros médicos, que hoje trazem grandes consequências para o seu bem-estar, onde hoje se encontra em dificuldades de fazer alguma atividades diárias, que até então eram corriqueiras em seu dia-a-dia, como dirigir, comer, falar... 

Com o surgimento das pílulas de fosfoetanolamina, acendeu-se uma nova esperança na luta pela vida, haja visto, que o tratamento convencional de fato não surtiu efeito desejável.

Com todos os laudos médicos comprovando seu estado de saúde, e o insucesso de seu tratamento convencional, procurou na justiça seu direito ao uso da substância FOSFOETANOLAMINA, inclusive com o termo de responsabilidade assinado por ele, isentando terceiros de qualquer culpabilidade por seu uso. Portanto, a liminar infelizmente foi negada, apesar de toda a comprovação citada acima.

Peço encarecidamente aos envolvidos, que reconsiderem, pois os doentes crônicos portadores de neoplasia maligna, devem ter o direito de escolher o tratamento que melhor lhe convém.

Desde já agradeço a colaboração!

 



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