Pela climatização, acessibilidade, integridade e segurança no Liceu Nilo Peçanha

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Embora o Liceu Nilo Peçanha seja o maior e mais tradicional colégio da rede estadual do Rio de Janeiro em Niterói, onde estudou o grande escritor Lima Barreto e várias lideranças políticas do nosso estado, é também um dos únicos na cidade que não possui ar condicionado nas salas de aula, sujeitando os estudantes e professores a um calor insuportável. Suas classes são verdadeiras "saunas de aula" , como apelidaram os alunos, o que é agravado pela ausência de toldos na janelas. O sol muitas vezes impede que os professores usem a lousa, tamanho o reflexo e faz com que os alunos tenham que se espremer num canto da sala onde há alguma sombra. Além disso, o Liceu situa-se na avenida mais movimentada do centro de Niterói, a Avenida Ernani do Amaral Peixoto e a falta de climatização obriga que as janelas fiquem abertas, expondo seus estudantes e funcionários à intensa poluição do ar e sonora. Os professores não conseguem explicar a matéria, tamanho o barulho na avenida e têm que escolher entre ligar os ventiladores  e ter um mínimo de frescor ou pôr em risco a sua saúde vocal. Já os alunos não conseguem prestar atenção nas aulas, tamanho o mal estar e a inquietação causada pelo calor. Os bebedouros não conseguem sequer refrescar a água, tão grande é a demanda devido à forte desidratação. É recorrente, sobretudo no verão, queixas entre os estudantes e funcionários de dores de cabeça e náuseas, além de desmaios. Como é possível conseguir estudar e trabalhar num ambiente tão insalubre? Além disso, o Liceu está com seu elevador estragado há anos, impedindo o acesso das pessoas de mobilidade reduzida ao segundo pavimento, contrariando o direito à acessibilidade. Para agravar a situação, o colégio, cujo prédio é centenário e tombado como patrimônio, carece de manutenção, devido à progressiva redução do quadro de funcionários em toda a rede estadual ao longo desses últimos anos, mas que, no caso do Liceu, ameaça a integridade e memória de um importante patrimônio do estado e município. Seu arquivo riquíssimo em registros históricos está deteriorando-se e as instalações, principalmente elétricas, precisam ser vistoriadas e adequadas às normas de segurança atuais, para evitar sobrecarga e danos. Ainda, o número de funcionários de limpeza foi reduzido à apenas dois, num colégio de quase três mil alunos, de modo que tornou-se impossível manter a limpeza e higiene do estabelecimento, apesar de todo o esforço da direção e dos seus funcionários. Estamos sem porteiro e não temos funcionários de apoio em número suficiente  para zelar pela disciplina, organização e segurança dos alunos, o que gera grandes preocupação entre a comunidade escolar, especialmente entre os pais e responsáveis. Por fim, vemos o espaço do colégio sendo reduzido há décadas, perdendo quadras e laboratórios para outras instituições do poder público. Portanto, #oliceupedesocorro, de modo que pedimos a cada um de vocês que assinem e compartilhem este abaixo assinado, ajudando a fortalecer o nosso movimento. Contamos especialmente com que a nova gestão da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro, na pessoa do Exc.Sr.Secretário Pedro Fernandes,  atenda às nossas reivindicações e nos ajude a devolver ao nosso estimado colégio sua qualidade, integridade, acessibilidade e segurança, bem como a toda à comunidade liceista. #ajeitaoliceu! #oliceupedesocorro!

Comissão do Projeto "Ajeita o Liceu"