Alteração do Exame de Ordem dos Advogados do Brasil - Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994

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A Ordem dos Advogados do Brasil vem tentando restringir o ingresso de Bacharéis em Direito na advocacia brasileira, exigindo para tanto um grau de dificuldade cada vez mais elevado na 1ª (primeira) fase do respectivo exame. Cabe esclarecer, que altos membros da Ordem dos Advogados já demonstraram claramente seu incômodo com a quantidade de advogados inscritos nos dias atuais, e por isso apoiam claramente o impedimento da nomeação de novos advogados, o que sem dúvida aumenta o número de desempregados no país. Insta salientar que a 1ª (primeira) fase da prova é completamente desnecessária, tendo em vista não haver qualquer conexão com o cotidiano advocatício, principalmente pelo fato de as questões formuladas pela organizadora em sua maioria possuírem cunho completamente fictícios e/ou utópicos, que em nada se coadunam com fatos reais e corriqueiros de um advogado. Não obstante, os exames aplicados atualmente possuem em cada questão da prova uma interdisciplinaridade de matérias, o que sem dúvida é mais uma forma covarde de dificultar ainda mais o ingresso no mercado advocatício, que outrossim, continua enriquecendo cada vez mais os cofres da OAB que cobra um valor exorbitante (R$ 260) a cada inscrição para o exame que é trimestral. Diante dos fatos, é urgente que a 1ª (primeira) fase do EOA seja extinta, prevalecendo desta forma apenas a 2ª (segunda) fase do referido exame, a qual possui conteúdo prático e objetivo com a atividade advocatícia.



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