A "gestão" de uma escola de excelência está na mão de amadores.

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A escola Estadual Maria Amélia do Espírito Santo está sendo administrada por pessoas retrógradas e despreparadas, uma delas só chegou ao cargo por indicação. Não há atualização quanto às leis que regem um espaço que deve ser democrático, inclusivo, plural e formador.
Dentro desse espaço, que deveria ser acolhedor, dois estudantes transgêneros, que de acordo com a lei estadual 4.946 / 2019, deveriam ter seus nomes sociais respeitados, nunca foram respeitadas suas identidades de gênero, foram inúmeras vezes escarnecidos e maltratados pela gestão escolar.
A gestão usa as redes sociais como uma forma de perseguição aos alunos, desrespeitando sua liberdade de expressão, que consta na Constituição Federal e é um direito fundamental integrativo da dignidade da pessoa humana, que consta no artigo 5º, IV. Quando se tira o direito de expressão, está se cerceando um dos direitos mais básicos do cidadão, e um dos principais objetivos da escolarização é a formação cidadã.
Outra forma de coagir os alunos que a gestora utiliza é chamá-los em sua sala com membros do conselho tutelar, principalmente os menores de idade, sem prévio chamado dos pais, como se o estudante já fosse para um julgamento. Assim como, muitas vezes é realizado o constrangimento em público, sem o mínimo respeito aos estudantes que estão em formação, em sua maioria, menores de idade. Cabe salientar que por esse tipo de constrangimento também passam membros de sua equipe. A humilhação dos docentes diante dos discentes é constante, o que faz com que não se tenha apreço, nem respeito pela direção. A gestão aqui falha com o artigo 186 do Código Cívil, pois comete danos morais com docentes e discentes. As difamações dos docentes na presença dos alunos são constantes.
A gestora desrespeitou o estatuto do idoso, quando começou as perseguições e o assédio moral contra a professora Luíza Bernadete Guimarães, pode-se salientar os seguintes pontos da lei 10.741:
/ financeiros, sendo uma situação vergonhosa a indicação da CDE03; para uma escola como o Maria Amélia tal gestora. Ela se preocupa mais em impedir alunos atrasados de entrarem na escola, do que com questões pertinentes à educação, ferindo vários pontos da LDB (nº 9.394/96:
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I – Igualdade de condições no acesso e permanência na escola;
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;
IV – respeito à liberdade e apreço à tolerância;
(...).”
A gestora já chegou a chamar a polícia e o conselho tutelar sem a presença dos pais, acusando alunos de porte e ingestão de bebidas alcoólicas sem provas, o que demonstra seu nível de despreparo para lidar com a educação. Qualquer situação ela coage com a presença policial. Vários alunos já foram ameaçados em sua sala, tanto com questões policiais, como com o conselho tutelar. Cabe salientar que o processo de aprendizagem não se dá apenas com uma rigidez disciplinar, que necessita do uso de força policial.
A gestora disse diversas vezes aos alunos finalistas que jamais conseguiriam passar em exames vestibulares, isso bem próximo aos dias de provas como as do Exame Nacional do Ensino Médio, PSC da UFAM e SIS da UEA.
A gestora chamou diversas vezes a atenção de alunos apenas por se abraçarem, como se amar o próximo fosse um crime, esquecendo-se inclusive que há campanhas como o “Natal do abraço”, que é para as pessoas se sentirem menos sozinhas.
Na escola, os procedimentos da gestão não são pautados na equidade, no respeito, no acolhimento do estudante e dos profissionais da educação, na tolerância quanto às diferenças, mas são pautados no grito, no descontrole, na intolerância, desrespeito, nenhuma liberdade, desigualdade, sua manutenção na gestão será apenas para manter a força de quem a indicou.
Atenciosamente,
Membros da comunidade EEMAES.