Combate à proliferação de mosquitos na região oeste do Rio de Janeiro (recreio e barra)

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Gostaríamos de solicitar Prefeitura do Rio de Janeiro,a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e a Cedae, uma ação eficaz contra a proliferação de mosquitos da região oeste do Rio de Janeiro,  As medidas que cabem à população estão sendo tomadas, mas não são suficiente para o controle e extermínio dessa população epidêmica de mosquitos na região!

PEDIMOS que voltem a utilizar o fumacê diariamente nessas áreas de proliferação para evitar transmissão de doenças, combate aos mosquitos e vetores de doenças, assim como a limpeza da Lagoinha, no Parque Chico Mendes e parte do Canal das Tachas, no Recreio dos Bandeirantes e Canal do Marapendi na Barra da Tijuca. Pedimos a limpeza do canal da taxas e vargens, remoção das gigogas e SANEAMENTO Na região.

É surreal imaginar que em 1907, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu erradicar a febre amarela transmitida pelo mosquito infectado, numa época onde saneamento era muito mais precário, enquanto que hoje, mais de cem anos depois, temos uma proliferação de mosquitos sem controle, transmissão de Zika, Dengue e chikungunya e nem o Ministério da Saúde nem Secretaria Municipal de Saúde está controlando essa epidemia na região oeste do Rio de Janeiro

Uma das formas de combate ao Aedes aegypti, mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya, é a pulverização de inseticida, popularmente conhecido como fumacê. A nuvem de fumaça de inseticida espalhada pelas ruas e residências tenta matar o mosquito para evitar que mais gente contraia dengue e zika.

No Brasil, o inseticida utilizado no fumacê é o malathion. Sua fórmula é diferente dos inseticidas encontrados nos supermercados e sua distribuição é feita somente pelo Governo Federal, que compra o produto e distribui para os Estados, que repassa aos municípios.

"Todos os inseticidas são neurotóxicos, ou seja, atacam o sistema nervoso. O que muda de remédio para veneno é a dose. Neste caso [combate ao Aedes aegypti] ele é jogado em doses capazes de matar o mosquito. O problema é o uso indiscriminado de inseticidas. Há condomínios que passam inseticida duas vezes por dia, um absurdo. O inseticida serve para bloquear epidemias e não deve nunca ser usado de forma preventiva", afirma a entomologista Denise Valle, da Fiocruz, que estuda as formas de conter a expansão do Aedes aegypti.

"A melhor forma de evitar os mosquitos é acabar com os criadouros, não usando o inseticida", 



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