Não ao fim do atendimento dos médicos especialistas na Policlínica de Jurujuba.

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A Secretaria de Saúde de Niterói junto ao Prefeitura assinou o fim das especialidades médicas na Policlínica de Jurujuba. Transferindo o médicos para o Posto de Vital Brasil em Santa Rosa. Alegando que não há pacientes suficiente para manter as especialidades na Policlínica.

A Prefeitura de Niterói aderiu ao NASF, e portanto, retirou a Policlínica de Jurujuba pelos simples fato: 

Fala da Secretária de Saúde de Niterói, Maria Célia (socióloga): Jurujuba não se enquadra em números de habitantes para ter uma policlínica, por isso estaremos passando para o NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA (NASF), que tem que ser ligado ao Programa médico de Família. Pois bem, a Policlínica de Jurujuba abrange: 3 Bairros; Jurujuba, Charitas e São Francisco, e não somente aos 5.740 habitantes citado pela secretária de saúde, foi a sua justificativa pela mudança.
Foram distribuídos panfletos pela prefeitura de Niterói, na reunião da comunidade com a secretária e a sua equipe, para tentar explicar os motivos da transição de policlínica para NASF:


*SERÃO MANTIDOS OS ATENDIMENTOS CLÍNICOS,

GINECOLÓGICOS (NÃO TEMOS)

OBSTÉTRICOS (NÃO TEMOS)

PEDIÁTRICOS (NÃO TEMOS)

ODONTOLÓGICOS (TEMOS)

O LOCAL PASSARÁ A OFERECER TERAPIA OCUPACIONAL, FISIOTERAPIA E FONOAUDIOLOGIA. TAMBÉM HAVERÁ IMPLANTAÇÃO DE UM AMBULATÓRIO DE SAÚDE MENTAL.

SERÁ MANTIDO A CONTINUIDADE DOS ATENDIMENTOS EM OUTRAS ESPECIALIDADES (CARDIOLOGIA, ENDOCRINOLOGIA, ALERGISTA, ETC) NAS POLICLÍNICAS REGIONAIS E HOSPITAIS. 

A prefeitura de Niterói não está nem aí para saber se a população vai ter condições financeira e ou físicas para se deslocar da seu Bairro para a Policlínica Sérgio Arouca (em Santa Rosa), tendo assim que gastarem quatro passagens para se tratarrem cada vez que for a Policlínica de Santa Rosa.

Considerando a Portaria nº 535/GM/MS, de 3 de abril de 2013, que altera as Portarias nº 1.654/GM/MS, de 19 de julho de 2011, e nº 866/GM/MS, de 3 de maio de 2012, que altera o prazo para solicitação da avaliação externa no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica, resolve:

Art. 1º Fica definido, na forma a seguir, o valor mensal integral do incentivo financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável:

I - R$ 8.500,00 (oito mil e quinhentos reais) por Equipe de Atenção Básica contratualizada;

II - R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por Equipe de Saúde Bucal vinculada a 1 (uma) ou a 2 (duas) Equipes de Atenção Básica;

III - R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por Núcleo de Apoio à Saúde da Família Tipo 1 (NASF 1);

IV - R$ 3.000,00 (três mil reais) por Núcleo de Apoio à Saúde da Família Tipo 2 (NASF 2); e

V- R$ 2.000,00 (dois mil reais) por Núcleo de Apoio à Saúde da Família Tipo 3 (NASF 3).

Parágrafo único. Os Municípios e o Distrito Federal, na forma do disposto na Portaria nº 1.654/GM/MS, de 19 de julho de 2011, receberão inicialmente, no momento da adesão ao PMAQ-AB, o percentual de 20% (vinte por cento) do valor integral do incentivo financeiro relativo ao Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável, correspondendo a:

I - R$ 1.700,00 (um mil e setecentos reais) por Equipe de Atenção Básica contratualizada;

II - R$ 500,00 (quinhentos reais) por Equipe de Saúde Bucal vinculada a 1 (uma) ou a 2 (duas) Equipes de Atenção Básica;

III - R$ 1.000,00 (mil reais) por NASF 1;

IV - R$ 600,00 (seiscentos reais) por NASF 2; e

V- R$ 400,00 (quatrocentos reais) por NASF 3.

"Texto de Ana Paula Trézzi"



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