Desejamos uma atitude urgente da Secretaria de Educação sobre a professora Nadia Chagas

Desejamos uma atitude urgente da Secretaria de Educação sobre a professora Nadia Chagas

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 200!
Com 200 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!
Nathan Faita criou este abaixo-assinado para pressionar SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Carta à Ouvidoria da SEDUC

Nós do 3º anos “A” e “B” da Escola Estadual Maestro Fabiano Lozano, localizada na R. Humberto I, 633 - Vila Mariana, São Paulo - SP, viemos por meio desta carta expor nossa indignação sobre as aulas de geografia, ministradas pela docente Nadia Chagas. Ambas as turmas compartilharam exatamente a mesma insatisfação, advinda de situações extremamente semelhantes, que serão expostas ao longo do texto. Indubitavelmente que uma má relação aluno-professor é extremamente prejudicial ao aprendizado, principalmente quando esse contato não existe. Ademais, estamos vivendo uma época difícil oriunda da pandemia, relacionada especialmente com a necessidade do ensino remoto. Inegável que, com uma modalidade de ensino falha, o respeito por parte dos educadores é fundamental para não afundar ainda mais a defasagem da educação, principalmente para nós do 3º ano, que faremos vestibulares ao final de nosso ciclo. Destarte, é fundamental uma atitude da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEDUC) em relação a essa situação.

Primeiramente, denunciamos o caso ocorrido imediatamente nas primeiras aulas. Além de iniciá-las de uma forma desconfortável, por agir como se já tivesse dado outras aulas anteriormente (a professora Nadia afirmou na mesma aula ter feito essa confusão, o que explicaria o comportamento), também se recusou a ligar o microfone e o áudio, preferindo dar sua aula pelo “chat” do Centro de Mídias de São Paulo (CMSP). Mesmo entendendo que a docente estava exercendo seu direito como cidadã, de certo que esse agravamento da falta de contato, originado pela pandemia, prejudica ainda mais o aprendizado. Entretanto, após uma conversa informal entre a aluna Maira Santos Batista e a direção, esse problema foi resolvido a princípio.

Conforme dito anteriormente, o problema havia sido resolvido a princípio. Como previsto, a professora usou o microfone (o mínimo solicitado pelos alunos) e a câmera. Apesar do sentimento positivo, houve outros entraves durante a aula. Primeiro, em relação à dinâmica proposta pela professora: cada aluno deveria realizar uma pesquisa sobre o tema, para assim avançar na aula. No entanto, esse método gerou uma aversão entre os alunos, principalmente por termos outra aula no prazo estipulado para essa pesquisa. Mesmo sendo natural essa rejeição, o que nos indignou foi a reação de Nadia à esta repulsão. Destaca-se o tom de soberba em suas falas e as respostas com um tom agressivo, faltando com o respeito conosco, mesmo que nós, alunos, mantivéssemos constantemente a decência. Há uma questão nativa dessa situação: como ter um aprendizado minimamente razoável com a ausência do respeito na relação aluno-docente?

Como foi deixado claro nessa carta, o primeiro problema foi resolvido a princípio. Todavia, desde o dia 13 de abril até a data de redação desta carta, imediatamente após os acontecimentos anteriores, Nadia não aparece nas aulas, apesar dela continuar enviando atividades pela plataforma Google Classroom nesse período. Apenas depois de ser questionada durante a reunião de pais, a primeira oportunidade de contato com ela, no dia 6 de junho, ela se justificou afirmando estar dando aulas presencialmente, por não ter se adaptado ao ensino remoto. Mas, a maioria dos alunos estão estudando em casa, e os professores estão realizando um revezamento de aulas. Outrossim, a própria SEDUC orienta que apenas os alunos em vulnerabilidade social tenham aulas presenciais, e quem puder ficar em casa. É comum neste contexto perdermos algumas aulas por conta da presença física de professores na escola. Contudo, estamos há quase 2 meses sem aulas de geografia, o que causa uma defasagem gigantesca em nosso aprendizado.

Bem como, é importante destacar que houve uma sensação de ausência da diretoria contra essa situação, o que motivou a comunicação diretamente com a ouvidoria. Diante do exposto, nós, estudantes, suplicamos por uma atitude da Secretaria sobre a professora Nadia Chagas. É evidente o absurdo que seria manter essa situação. Também solicitamos uma reunião entre representantes do corpo estudantil da escola e da SEDUC, a fim de compreendermos como lidar com esta situação que se tornou crítica. Agradecemos.

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 200!
Com 200 assinaturas, é mais provável que essa petição seja recomendada a outras pessoas!