Defenda a arte conservadora

Vitória

Defenda a arte conservadora

Este abaixo-assinado foi vitorioso com 428 apoiadores!
Alvorada Cultural criou este abaixo-assinado para pressionar Sr. Mário Frias (Secretário Especial da Cultura do Governo Federal,)

Nós, artistas conservadores, artistas da direita, nos sentimos lesados em relação à chamada “classe artística” em geral que, em sua maioria, manifesta uma posição política de viés progressista e comunista. Somos muitos e, de fato, não compactuamos com os rumos e valores que esta cultura vem tomando e impondo ao nosso país. 

A DIREITA EM DEFESA DA ARTE 

Entendemos como legítima, a nossa reivindicação de sermos parte desta Secretaria de Cultura para realizarmos projetos artísticos que contemplem toda a população brasileira, inundando-a de cidadania e de orgulho daquilo que a identifica e a dignifica. Cremos ser, a Arte, uma poderosa ferramenta de conscientização, transformação e edificação do caráter e de nobres sentimentos humanos que, alicerçados nos valores de Pátria, Família, Religião e Liberdade, tão caros para todos nós, poderão construir uma sociedade vinculada à Beleza, ao Bem e à Verdade.  Queremos resgatar o nosso direito inquestionável de defender estes valores que norteiam o pensamento conservador e de direita. Queremos construir uma Política Cultural Brasileira transparente que adote estes valores que são, enfim, os valores do governo do Presidente Bolsonaro.

A ARTE A SERVIÇO DOS VALORES CONSERVADORES

Percebemos que, hoje, a esquerda quer reduzir o Brasil a um grande caldeirão cultural representado, apenas, pelas culturas indígena e afro-brasileira e negando toda a influência europeia que forjou a nação brasileira, juntamente, com seus usos e costumes miscigenados. Certamente, nós, artistas conservadores valorizamos e queremos proteger a arte mais exótica (produzida por essas culturas autóctones) vigorosa, bela e importante, mas não podemos desprezar a monumental contribuição europeia na nossa cultura. Somos uma nação multirracial, formada por ameríndios, negros e europeus, entre outros.

O Progressismo e o Comunismo querem reduzir a nossa riquíssima e imensamente diversificada Cultura Brasileira a esta única ideia, que acreditam ser includente quando, de fato, é extremamente excludente porque introduz conceitos que dividem a sociedade, tais como colorismo, racismo, feminismo, entre outros “ismos” na produção cultural e, em nome destes conceitos, afastam talentos e negam oportunidades a inúmeros artistas e produtores culturais. A despeito de toda essa riqueza, na forma de como arte tem sido exibida, constatamos uma vulgarização maléfica para a formação do nosso povo, sobretudo das nossas crianças e dos nossos jovens.

Nós, artistas de direita, entendemos que a Arte deverá, fundamentalmente, contribuir na formação cultural da nossa população, situando o Brasil como receptor do Berço da Civilização Greco-Romana em termos de Música, Filosofia, Literatura, Dramaturgia, Artes Plásticas, Dança e da própria Democracia.

O conservadorismo tem como principais valores o respeito à Individualidade, à Liberdade e à Ordem, especialmente, à liberdade política e econômica e à ordem social e moral.  Acredita que há uma ordem moral duradoura, transcendente, de raiz, baseada na doutrina cristã. Tem na sua base, a religião cristã, embora valorize o sincretismo religioso existente no nosso país, repleto de usos e costumes de parte representativa da população brasileira. Valoriza a diversidade, típica do individualismo, e rejeita a igualdade como um objetivo político

OBJETIVO: DIALOGAR COM O GOVERNO E  COLABORAR COM AS POLÍTICAS CULTURAIS

Manter um amplo diálogo entre o Secretário Nacional de Cultura, Sr. Mário Frias e nós, artistas de direita, apoiadores declarados do Governo do Presidente Bolsonaro. Pretendemos contribuir com as políticas públicas culturais, que têm sido adotadas e propor outras que possam sedimentar e edificar, intensamente, os valores conservadores que tanto enaltecemos para a construção da nossa sociedade. Práticas artísticas que desvirtuem o ser humano, que desconstruam os valores universais da Arte, não devem ser estimuladas.

Neste sentido, achamos essencial e urgente, promovermos, dentro do território brasileiro, Seminários, Congressos, Fóruns e Intercâmbios de Artistas Nacionais de Direita e convidados de direita para, através do debate, resgatarmos a pluralidade e a qualidade da Arte criada e consumida pela nossa população. A reunião de artistas de direita, representantes de todas as áreas de expressão da arte, definirá os objetivos pertinentes para cada uma delas, alinhados com os seguintes objetivos específicos:

  1. Resgatar na educação geral, de direita, os valores estéticos do nosso berço greco-romano a fim de que a sociedade brasileira conviva com o Belo, tendo o “Amor, por princípio; a Ordem, por base e o Progresso, por fim", plagiando Augusto Comte (1798-1857). Neste raciocínio fundamenta-se a nossa República, culminando no lema da nossa Bandeira, ORDEM E PROGRESSO, que tem a meritocracia, por princípio; a disciplina e a ordem, por base e o amor e o desenvolvimento da sensibilidade, por fim.
  2. Valorizar a nossa herança cultural, enaltecendo a organização dos nossos mitos, crenças, tradições, usos e costumes para o desenvolvimento de um sentimento de Nação.
  3. Desenvolver uma estética nacional, sem populismo, que integre a nossa arte derivada das influências greco-romanas às mitologias indígena e africana que permeiam o inconsciente popular da nossa sociedade.
  4. Respeitar as crenças religiosas de quaisquer origens, incluindo aquelas dos que não creem pois, cientificamente, não se pode provar a existência, tampouco a inexistência do Divino.
  5. Apelar à equidade da população, através de iguais oportunidades de informação e de formação cultural, nas quais, naturalmente, diferenças e individualidades entre os cidadãos brasileiros surgirão e deverão ser consideradas, estimuladas e desenvolvidas.
  6. Revisitar a sociedade greco-romana, destacando as diferenças entre a educação espartana e a ateniense. Na primeira, a educação privilegia o corpo forte e resistente para as batalhas, em oposição ao ideal ateniense que objetiva a formação de indivíduos completos, para além do preparo físico, isto é, versados também, em Filosofia, Artes Plásticas, Música, Literatura, Teatro e Dança. Enfim, estabelecer no nosso país, uma educação que concilie a saúde física ao desenvolvimento da sensibilidade do indivíduo, induzindo o equilíbrio de uma mente sã num corpo são, de acordo com os ideais da sociedade ateniense, base da nossa civilização.
  7. Desenvolver Educação Artística nas escolas em todas as suas formas de expressão – Música, Dança, Teatro, Literatura, Pintura, Escultura e todos os seus desdobramentos. Uma educação artística que, além de estimular a curiosidade e o contato com a diversidade cultural existente no nosso país, ofereça a vivência destas formas de expressão, através de atividades planejadas que desenvolvam habilidades, aflorem talentos e, então, edifiquem o caráter, façam emergir a sensibilidade e as nobres virtudes de alma dos nossos educandos.
  8. Exercer o direito de nos inscrevermos em editais, sem nos sentirmos coagidos pela imposição de pautas esquerdistas para obtermos a aprovação dos nossos projetos culturais. Queremos competir em igualdade de condições, sem precisarmos aviltar a essência da arte que produzimos. Não queremos ser obrigados a fazer concessões que nos corrompem, na tentativa de nos encaixarmos num pensamento progressista com o qual não concordamos e que não representa os valores conservadores que defendemos, nem o pensamento da sociedade brasileira.
  9. Termos o direito de divulgar nossos projetos culturais nos meios de comunicação vigentes que são, enfim, os responsáveis pela ponte entre o que nós, artistas de direita somos, pensamos e fazemos para a sociedade brasileira e com ela.

CONCLUSÃO

Em vista do que pudemos expor neste manifesto, solicitamos a sua adesão ao movimento, o que será muito profícuo em nosso encontro com o Secretário Especial de Cultura, Sr. Mario Frias, dando relevância ao mesmo. Juntos poderemos examinar, em detalhes, o que fazer para fomentar uma política cultural plural, que assegure o conhecimento e a divulgação da nossa exuberante arte.

 

São Paulo, 01 de julho de 2021

 

 

Vitória

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