Preservação de áreas verdes no Parque Prado Campinas

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PELA PROTEÇÃO DE MATAS REMANESCENTES DE VEGETAÇÃO NATIVA, NASCENTES E FAUNA (AVES E PEQUENOS MAMÍFEROS) NO PARQUE PRADO.

Ao Excelentíssimo Senhor Secretário  da Cultura do Município de Campinas.

Nós, da Associação Amigos do Bairro Parque Prado, moradores do Parque Prado, e todos os demais signatários deste documento, preocupados com a preservação e proteção de vastos fragmentos de matas de vegetação nativa, nascentes e fauna, localizados na confluência das avenidas Brunoro de Gaspari e Maria Emília Alves dos Santos de Angelis (código Cartográfico: 3443.21.10.3880), bem como área entre as avenidas Maria Emília Alves dos Santos de Angelis e Washington Luiz (código cartográfico 3443.21.82.9001) vimos requerer nova avaliação e estudo para preservação e proteção desta área.   A crescente pressão da indústria imobiliária em Campinas preocupa os moradores da região do Parque Prado para que esta não se transforme em um “paliteiro” a exemplo de outros bairros. Nós, moradores do Parque Prado, optamos por morar num “bairro ecológico”, conforme seu lançamento pela Cristais Prado, com manutenção das áreas verdes, respeito às nascentes e à fauna composta por aves, pequenos mamíferos e pequenos répteis. Estamos todos preocupados que em 2021 tudo isto esteja ameaçado e destruído com os lançamentos anunciados para a região.  Sem árvores, não há nascentes. Sem nascentes, o córrego que nasce ali morrerá, prejudicando ainda mais o Ribeirão do Piçarrão, que desagua no Rio Capivari, um dos mananciais que abastece a cidade. A impermeabilização do solo trará ainda mais enchentes na parte mais baixa do bairro, que já estão frequentes na Marginal do Piçarrão. Enchentes são um desastre ambiental e econômico para os moradores e para o Poder Público.  Por isso, solicitamos ao Senhor Secretário de Cultura e ao Senhor Presidente do CONDEPACC, que reavalie e estude uma proteção para esta área. A solicitação se deve ao fato desta área já ter sido tombada pelo CONDEPACC (Diário Oficial do Município de 20/12/2018) e posteriormente "destombada" pelo mesmo conselho CONDEPACC (Diário Oficial do Município de 15/10/2019).