PELA PUNIÇÃO EXEMPLAR CONTRA OS PIQUETES VIOLENTOS NA UNICAMP

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Em 2016 um pequeno grupo de alunos ligados ao DCE decidiu decretar uma “greve de estudantes” sem consultar os quase 35 mil alunos de graduação e pós-graduação oferecidos nos campi de Campinas, Piracicaba e Limeira. Em virtude da falta de representatividade, a adesão dos alunos foi extremamente baixa. Então este grupo de alunos partiu para a promoção de piquetes violentos contra professores e alunos visando impedi-los de exercer seu livre direito de ensinar e de aprender. Foram três longos meses em a liberdade de ir e vir e o direito ao livre pensar foram tratados com escárnio, invasões, confrontações, provocações, afrontas e deboches.

Foi bastante divulgado pela imprensa e pelas redes sociais o caso do aluno Guilherme Victor Montenegro, então coordenador do DCE, que invadiu uma aula do prof. Serguei Popov, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica. Ocorreram diversas outras situações similares e, inclusive, mais violentas, com agressões físicas e verbais a professores e alunos. Mas esta em específico, por ter sido documentada em vídeo, ganhou notoriedade. Veja o vídeo: www.youtube.com/watch?v=596j03d0qYg

Desde então a comunidade universitária aguardava alguma reação do Magnífico Reitor da Unicamp, Prof. Dr. José Tadeu Jorge, seja para a proteção da integridade física de professores, funcionários e alunos, seja pela punição ao grupo violento, evitando que situações como esta se repetissem devido a impunidade. Nestes longos meses a resposta institucional da universidade foi somente o silêncio, a conivência, a covardia, a procrastinação e a tergiversação.

No dia 20/4/2017, último dia de mandato do referido reitor, foi publicada no Diário Oficial a decisão sobre a punição de Guilherme Montenegro: suspensão por dois semestres letivos. Punição tardia e pífia que, se não bastasse, ainda poderá ser comutada por mera prestação de serviços comunitários no Setor de Apoio ao Estudante da Unicamp.

Consideramos esta decisão desrespeitosa com o prof. Popov e com toda a comunidade universitária. Certamente terá consequências nefastas em qualquer situação futura de conflito, pois dará a tal grupo de alunos a certeza da impunidade. Além de tirar do professor e dos alunos vítimas da ação violenta, quaisquer perspectivas de justa compensação.

Solicitamos, portanto, a Unicamp, que essa decisão seja revista e substituída por uma resposta adequada e satisfatória: a expulsão exemplar do referido aluno, para que sirva de exemplo e também, sirva como uma prestação de contas a sociedade, que sustenta financeiramente esta universidade.



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