Contra a Prostituição e Exploração Infantil.

0 pessoa já assinou. Ajude a chegar a 200!


A prostituição e a exploração sexual infantil são assuntos bem polêmicos que existem vários fatores que dão causa a essas questões, mas um dos maiores fatores dessa questão está associado a desestrutura socioeconômica das famílias. Com o passar do tempo o desenvolvimento econômico cresce e junto com ele cresce a miséria, a disparidades sociais, educacionais, fome, desemprego etc. Com essas disparidades sociais relacionadas ao crescimento econômico do país, como consequência se reflete na qualidade de vida, levando inclusive a prostituição infantil e a exploração sexual.

Porém, outro fator que direciona a prostituição infantil  esta ligada a desestrutura familiar, pais usuários de drogas e agressivos, mães que se prostituem e acabam influenciando seus filhos, a se sujeitarem a tal situação.

Hoje em dia o aumento da exploração sexual infantil é a consequência da grande procura, “Se há demanda é porque a procura é graNde”. A exploração sexual infantil suas causas e suas consequências, estamos falando do terceiro negócio ilícito mais rentável do planeta perdendo apenas para o tráfico de drogas e tráfico de armas.

A quantidade de crianças se prostituindo e sendo exploradas sexualmente é assustador. O surgimento de políticas públicas e a criação do Estatuto da criança e do Adolescente (ECA) gerou algum resultado, porém, essa casta criminosa tem passado despercebido aos olhos da sociedade e têm pouca preocupação para as autoridades. Os números crescem surpreendentemente e a mídia e a internet tem sido a porta de acesso para essas práticas.

De acordo com o Professor e Dr. Reginaldo Souza Silva entre 2013 e 2014 a região sudeste do Brasil foi encontrado mais pontos de vulnerabilidade.  Em seguida, o nordeste, e as regiões sul, centro-oeste e norte. Minas Gerais, Bahia e Pará lideram na quantidade absoluta de pontos críticos ou de alto risco. Segundo dados da SDH/PR, em 2014 foram registrados 24.575 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil, 19.165 foram de abuso e 5.410 de exploração sexual infantil. E esse número só tem aumentado nos tempos atuais. 

A população não tem buscado conhecimento desses números, será que as notícias têm chegado ao conhecimento de todos, abordaremos a importância da mídia, internet ou outra forma de comunicação como multiplicadoras no combate a Prostituição e Exploração de crianças e adolescentes. 

Existe um sentimento de repudio onde todos deveriam se indignar e não estagnar diante de tal situação, a prostituição e a exploração sexual infantil cresce a cada ano no Brasil, e tem passado despercebido diante dos olhos da sociedade, seria o medo? Ou pouco caso?

Ao falar em crianças e adolescentes teríamos que pensar em um futuro melhor, mas não é bem assim na prática, muitos testemunham o terror futuro que tem alastrado e devastado a vida de muitas dessas crianças e adolescentes poderíamos dizer “ A infância negada”.

A Constituição Federal de 1988 nos traz claramente no seu artigo 227 que: é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (grifo nosso).

Será que a sociedade, a família o Estado e a até mesmo a comunidade estão preocupados com tais situações que estão ocorrendo, se os números só aumentam pode-se concluir e subentende que nada está sendo feito.

Como já mencionado acima no primeiro paragrafo dessa justificativa a expressão “passa despercebido diante dos olhos da sociedade”  mostra o desequilíbrio onde a lei coloca um dever e esse dever não é cumprido. O descaso social é a consequência dessa indiferença.

Fragilidade emocional, frustrações, estrutura familiar, falta de recursos.  Crianças e adolescentes, que deveriam descobrir a vida de maneira prazerosa, ainda que com suas alegrias e dores, sofrem e, muitas vezes, perdem a vontade de viver. Não deveria ser assim.

A Prostituição e Exploração Infantil é um fenômeno bastante antigo na história da humanidade, mas com dimensões atuais mais reveladas, porém sobre ela existe certa construção de naturalidade onde é menos evidenciada do que o abuso.

Pode-se falar a nível Brasil que ainda esse caos perpetua onde se encontram muitas crianças e adolescentes em estado de prostituição e exploração, configura-se de forma diferente para cada Estado e Região, mas de certa forma uma única finalidade o Turismo Sexual Infantil, onde na compra do pacote para determinados destinos o brinde seria o “prazer” para satisfazer as mais diversas fantasias para com esses Infanto - Juvenil.

O Turismo Sexual pode-se dizer que é uma indústria a qual cresce a cada dia em todo Brasil, a urgência é buscar recursos, métodos mais rigorosos, para que essa quebre e nunca mais tenha força para se reerguer, na prática o entendimento é recebido de forma tão comum e natural que o grau de complexidade só produz mais desastres na vida desses seres a qual se deparam com sua “Infância Negada”.

É notável o retrato do Brasil como forma de sexo fácil e com agravante, as relações sexuais com menores de 18 anos. “Coexistem reflexões sobre como a figura do turista sexual é estereotipada nos discursos que combatem o turismo sexual e assuntos correlatos no Brasil.”

Existem buscas para um entendimento mais completo e concreto para tamanha procura por essas crianças, a maior demanda é na faixa etária de 07 á 15 anos, as explicações mais representadas são questões estruturais e desigualdades sociais, pobreza, e também pais que ora se encontram apremido por preocupações materiais, coloca a “venda suas filhas (os)” como alternativa de sobrevivência imediata. Diante do contexto é visto expressamente como água transparente que a dignidade da pessoa humana previsto na Constituição Federal Brasileira (CF, art. 1º,III),” não são respeitadas, assim sendo uma afronta ao Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA) em todos seus respaldos e lutas diárias.

Existem buscas para um entendimento mais completo e concreto para tamanha procura por essas crianças, a maior demanda é na faixa etária de 07 á 15 anos, as explicações mais representadas são questões estruturais e desigualdades sociais, pobreza, e também pais que ora se encontram apremido por preocupações materiais, coloca a “venda suas filhas (os)” como alternativa de sobrevivência imediata. Diante do contexto é visto expressamente como água transparente que a dignidade da pessoa humana previsto na Constituição Federal Brasileira (CF, art. 1º,III),” não são respeitadas, assim sendo uma afronta ao Estatuto da Criança e do Adolescentes (ECA) em todos seus respaldos e lutas diárias.

No tocante desse capitulo o que diz respeito à situação de São Paulo Capital, toda Região Sudeste, Nordeste, as Regiões Sul, Centro-Oeste, Norte, Minas Gerais, Bahia e Pará existem menções de casos, crianças e adolescentes que vivem nas ruas e sofrem violências sexuais, principalmente por parte conceitual de suas mães e alguns familiares, que estimulam ou até mesmo obrigam a oferecer serviços sexuais, assim como de outras que caem nas mãos dos aliciadores. Muitas delas fazem o uso de drogas, crack na maioria das vezes, como também são alvos fáceis nas mãos de traficantes para passar as drogas para os clientes. Outras, que chegam fugindo de casa ou com o sonho de emprego, são presas fáceis para os agenciadores.....

 



Hoje: Mariana está contando com você!

Mariana M.F. Chapiesque precisa do seu apoio na petição «Principal as Autoridades e Politcas Públicas eficazes: Contra a Prostituição e Exploração Infantil.». Junte-se agora a Mariana e mais 100 apoiadores.