Manter a estabilidade para os novos servidores públicos Brasileiros.

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Por um breve momento imaginem-se em um país no qual cada novo presidente, governador ou prefeito possa mudar os médicos do hospital da sua cidade, os professores dos seus filhos na escola ou até mesmo os psicólogos e assistentes sociais dos tribunais, entre tantas outras possibilidades a serem citadas, utilizando-se como parâmetro somente  sua própria vontade ou  suas próprias ideologias e interesses políticos.                               

 Atualmente no Brasil se cogita retirar a estabilidade dos servidores, garantia constitucional adquirida visando a proteção e a continuidade da prestação de serviços à população. Informações de caráter escuso têm sido divulgadas com a intenção de distorcer a real função de tal prerrogativa e também os reais destinatários da mesma.                                                                                             

A prerrogativa citada não se materializa como um privilégio vinculado a uma pessoa específica e sim uma garantia vinculada ao ao cargo público, ou seja, independentemente daquele que ocupe tal função pública, a estabilidade servirá a um único propósito, caso adquiridos os requisitos para obtê-la: deverá proteger a população contra as arbitrariedades e ingerências políticas. 

Dessa forma divulga-se na mídia que tal prerrogativa impede a exoneração ou demissão de funcionários tornando-os improdutivos, fato esse que facilmente se prova estar equivocado, afinal as próprias leis que regem o serviço público dos poderes e a constituição federal de 1988 possuem em seus textos diversos casos que incorrem na demissão/exoneração dos servidores.