Prover renda mínima para a população da cidade de Volta Redonda.

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Renda mínima para uma Volta Redonda em risco.

Tendo em vista a atual crise causada pela pandemia da covid-19 e a necessidade da população ficar em casa, impedindo-a assim de trabalhar, o PSOL Volta Redonda vem apresentar a sua proposta para a criação de um programa de renda mínima na cidade. O programa consiste em um pagamento mensal de 2/3 de 01 salário mínimo para moradores da cidade, até o final da necessidade da quarentena. Além disso, é necessário proteger as pessoas em situação de rua, que são as que estão mais vulneráveis ao contágio, podem ser instaladas em hotéis ou serem contempladas com o benefício do aluguel social em apartamentos mobiliados. Esse dinheiro viria de um fundo municipal criado a partir do recolhimento de uma taxação do carbono (responsável pela poluição) das grandes empresas da cidade e da necessidade de que grandes lucros sejam revertidos em prol da população, por meio de outros tributos de redistribuição da riqueza. Não podem ser os trabalhadores, mais uma vez, a pagarem a conta pelas mazelas da nossa sociedade!

Segundo nossas contas, seriam necessários cerca de 135 milhões de reais mensais para custear esse programa (cerca de 220 mil adultos a meio salário mínimo), o que (apesar de ser um alto valor) se encontra dentro das capacidades da cidade. Volta Redonda possui uma das maiores siderúrgicas do mundo, que foi construída com suor e sangue de nossos pais, mães, avós e avós e hoje continua sendo movida por nós. Essa mesma empresa, teve só de lucro líquido no ano passado a bagatela de 2,3 bilhões de reais! (https://www.sunoresearch.com.br/noticias/csn-lucro-liquido-r-113-bilhao-4t19/
É importante ressaltar também que devido à CSN e outras empresas aqui na cidade nós (enquanto moradores) sofremos os efeitos de sua poluição diariamente e temos índices de doenças respiratórias até 3 vezes maiores do que a média do estado (avaliação econômica dos custos de saúde gerados pela poluição atmosférica em Volta Redonda, em estudo apresentado 2017) doenças respiratórias que nos colocam já no grupo de risco de contaminação pelo corona vírus.