Acessibilidade para Todos no Centro de Guaratinguetá

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Quem nunca tropeçou em alguma calçada no centro da cidade? Não é preciso ser idoso ou gestante para tropeçar. Imagine a dificuldade de quem precisa ir à cidade fazer compras com crianças ou bebês; se não dá para empurrar um carrinho de bebê pelas calçadas do centro, muito mais difícil e quase impossível para um cadeirante se locomover sozinho no centro da cidade. 

Visando à segurança dos pedestres e à autonomia para cadeirantes irem à cidade passear ou fazer suas compras, urge a necessidade de padronização do nivelamento das calçadas, rampas de acessibilidade nas esquinas e nas entradas das lojas do centro e centro histórico de Guaratinguetá. 

Guaratinguetá é uma cidade com cerca de 120 mil habitantes e é uma sede metropolitana de importância turística, industrial e comercial no Vale do Paraíba e no Brasil. 

Este projeto deve começar com a padronização do nivelamento das calçadas e acessibilidade às lojas do Centro e Centro Histórico abrangendo também a Praça São Benedito com acesso ao Colégio do Carmo até o Hospital Frei Galvão. 

O departamento de Obras da Prefeitura deve estabelecer medidas de padronização que devem entrar em vigor segundo a Câmara Municipal a determinar o prazo de até 2,5 anos para todos proprietários de imóveis cumprirem.

O piso desigual da calçada deve ser substituído e pode ser de concreto, e o serviço pode ser feito por um pedreiro particular ou até mesmo pelo próprio morador, reduzindo o custo da obra.  As calçadas devem ser niveladas sem degraus e também não devem usar piso cerâmico, pedra portuguesa ou miracema, entre outros, pois são materiais escorregadios que oferecem risco de queda aos pedestres. Os proprietários de imóveis do centro e centro histórico da cidade deverão consultar antecipadamente as normas junto á Prefeitura.

SEGURANÇA E ACESSIBILIDADE PARA TODOS!

Experiência Viva: Eu já torci o pé várias vezes andando pela cidade. Doeu meu coração quando vi uma senhora idosa tropeçar e cair, doeu ainda mais quando vi minha mãe cair e tropeçar no centro da cidade. Imaginei o quanto seria maravilhoso poder passear na cidade levando minha filha no carrinho de bebê e, então, comecei a observar a dificuldade de um cadeirante para ir à cidade fazer compras. Outro dia, vi um cadeirante trefegando a noite pela via dos carros e sem nenhum refletor na cadeira de rodas: um risco muito grande. Um cadeirante também merece a autonomia de poder fazer compras na cidade.

Uma senhora amiga nossa que está cadeirante em fase de tratamento me contou que teve grande dificuldade para ir justificar o voto. Sua cadeira de rodas quase virou ao descer por um rampa da calçada íngreme e desnivelada com o asfalto da rua e também não pôde entrar em algumas lojas que queria muito ver e comprar algumas coisas. 

SEGURANÇA E ACESSIBILIDADE PARA TODOS!