Prefeitura do Estado de São Paulo

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Angela Graça criou este abaixo-assinado para pressionar Prefeitura do Estado de São Paulo e

Há alguns anos se instalou no endereço da Av. Casa Verde nº3431,  um galpão pertencente a empresa ATA Tensoativos. Galpão esse que  se estende até a Rua Amadeu Daniele Filho nº 207 .Nos referidos endereços, residem familias, e também locais onde trabalham várias pessoas. Já no galpão,  sabemos que são armazenados  produtos químicos, os quais os funcionários alegam não oferecer risco algum a saúde e a vida. No entanto costumeiramente, moradores da região, sentem  forte cheiro, que se estende por ambas as ruas e que chega a durar até por dias. Já entramos em contato, há muito tempo, com a CETESB(Companha Ambiental do Estado de São Paulo), que nos informou de que o galpão possui autorização para estar no local, pois  os produtos são somente armazenados e não manipulados. Passando assim a competência para a Prefeitura , a qual também registramos várias reclamações. Em uma ocasião, o Corpo de Bombeiros foi chamado, pois o cheiro estava insuportável para os vizinhos mais próximos, invadindo cômodos das casas, porém os bombeiros nada puderam fazer, pois o galpão estava fechado, por ser um final de semana.  
Através de fotos e filmagem, temos registros de caminhões que  trazem os tais produtos,  com placas de avisos com a palavra “inflamável”. Onde se chega a uma pergunta: Um galpão onde transitam produtos inflamáveis e de forte odor, não teria que ficar em uma área não-residencial, onde não há moradores por perto? Quando questionados sobre os odores aos funcionários do local, eles alegam que o produto foi derramado. O que nos faz ter uma outra pergunta: Como os produtos vazam e derramam se não há manipulação, apenas transporte em galões e containers fechados?
 No dia  09 de abril de 2021, houve um incidente crítico. Ocorreu um incêndio em uma parte do galpão que fica justamente voltada para a rua residencial. Os bombeiros foram novamente chamados, e após conterem o fogo, alguns deles mencionaram a enorme quantidade de produtos, os quais nem faziam ideia do que exatamente poderia ser.  Nas palavras de membros dos bombeiros, disseram ser “uma tragédia anunciada” e que “se o quartel não fosse próximo ao local, provavelmente poderia ter até explodido tudo”. Após o incêndio ter sido controlado, os bombeiros alegaram forte ardor nos olhos e outras reações devido ao contato da água com os produtos químicos. Atualmente, o galpão continua com suas operações normais, mesmo após outra visita e vistoria da CETESB, com chegada de carregamentos de produtos, como de costumeiro. Continuamos ainda mais inseguros e com medo de que algo possa acontecer de novo, se as providências forem tomadas tarde demais.
Pela segurança de todos os moradores e dos que trabalham na região, queremos que alguma atitude seja tomada com urgência e preferencialmente, que fechem o galpão.

 

 

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